O que é a terapia tântrica

No momento em que falamos de terapia tântrica, o que geralmente vem na cabeça da maior parte das indivíduos é uma execução de massagem que inclua toque no genital, certamente? Eu similarmente suponho que, embora dessa ser a rudimentos principal, várias indivíduos imaginam que o Tantra não se resume a isto, certamente?

O Tantra é uma filosofia alegórico que surgiu na Índia, por volta do século VI. Seu objetivo, que é Moksha, ou liberação alegórico, vai bastante além de ser uma terapia e as suas costumes vão bastante além de costumes sexuais.

Diga-se de passagem, de acordo com um dos nossos professores de Tantra, Christopher Wallis, somente 1% de todas as escrituras tântricas falam uma coisa sobre volúpia. E, nesse 1%, não se fala impreterivelmente nada sobre massagem, nem sequer tão pouco massagem genital. Podemos dessa maneira supervisionar que o que é chamado de Terapia Tântrica possui, de fato, pouca ou nenhuma fundamentação no Tantra.

Qual a correlação entre o Tantra e a Terapia Tântrica?

A afinidade que podemos analisar entre as costumes da terapia tântrica e do Tantra é a ficção do corpo como um catálogo do universo e a rudimentos de não biombo entre corpo e mente, corpo e força, assunto e dom, imanência e transcendência. É a partir dessa ficção não-dual que uma execução do corpo pode se reintegrar uma execução alegórico.

Seja o volúpia, seja o alimentar-se, o enternecer, o movimentar, andar, movimentar-se, etc. são capazes de ser uma execução alegórico no momento em que são experimentados com a cabida percepção e receptividade em vez de um legítimo realizar braçal e automático.

Então, faz todo o intuito expressar que o que define uma execução como terapia tântrica é bastante mais a percepção com a qual ela é realizada que o que se faz. O objetivo com o qual a execução é realizada é necessário. Se o único objetivo é a maximização do gosto, trata-se se uma coisa bastante distante do objetivo sui generis do Tantra, que é a liberação alegórico.

Dessa forma, eu não definiria a terapia tântrica como uma massagem genital e efetivamente como costumes terapêuticas que despertam a percepção da correlação entre força primordial e sexual, favoreçam uma sensualidade mais plena/ consciente e, dessa maneira, lhe auxiliam a re-conhecer a sua conexão com a fonte infinita de vida, gosto, inventiva e vida.

As muitas metodologias de Terapia Tântrica

Aqui é fundamental nomear que há farto técnicas de terapia tântrica. E que bastante que é coquete trata-se somente de um serviço sexual – aproximadamente constantemente uma massagem genital, porém, às vezes pode intervir outras costumes sexuais – sem um distintivo de fato terapêutico e sem um ancoramento ou um aprofundamento no objetivo do Tantra.


Eu considero que uma abordada pode ser tragada de terapia tântrica se ela integra em si os propósitos de ser uma terapia do corpo e uma execução alegórico. Enquanto terapia do corpo, é necessário que o clínico tântrico se apoie em costumes e pesquisas de terapias corporais por exemplo a bioenergética e a sexologia somática para sugerir um processamento de pedagogia sexual somática que ajude a indivíduo a supervisionar mais sobre o desempenho da sua sensualidade e lhe proporcione experiências de ampliamento da personalidade de interligar com o corpo e sentir alegria, não somente sexual, porém, todas as formas de gosto sensual.

Essa seria uma parte do processamento. E, para várias indivíduos isto já é o satisfatório, uma vez que é isto o que elas estão procurando: sentir mais gosto, ter relações sexuais mais satisfatórias, etc.

O gosto como portal para a transcendência

No entanto, para que pessoas pretende permitir um passo além, a terapia tântrica precisa auxiliar a indivíduo em seu processamento de estimular alegórico. A partir dos pesquisas e costumes do Tantra, pode ir se abrindo a recebimento de que o gosto sensual, especificamente os mais intensos, é um portal para a transcendência alegórico.

O que significa isto? Significa sermos capazes de estar presente com a intensidade da experiência, sejam as emoções ou as sensações corporais experimentadas, sem fazer uma resistência à essa intensidade, sem fechar o desocupado movimento da força.

E o que nos faz fechar o movimento da força? A nossa reconhecimento ou tenacidade às histórias que nossa mente diz sobre nós mesmos e sobre o que estamos experimentando.

Em outras palavras é a asco ou o tenacidade à experiência, os quais se apresentam em maneira de pensamentos e crenças de que nós não deveríamos estar experimentando aquela coisa ou de que essa experiência não deveria acabar de modo algum.

É rendoso reparar que nós não resistimos somente às sensações e emoções consideradas desagradáveis. Várias vezes, por causa de aos tabus relativos ao gosto sensual, carregamos várias crenças relacionadas à rudimentos do gosto como uma coisa difícil ou perigoso, uma coisa que precisa ser evitado.

A única maneira de não ficarmos presos nesses pensamentos e crenças é focalizar a atenção no corpo e deixar o corpo realizar o que necessita para desenvencilhar, no nível somático, o que nos impossibilita de sentir. Aqui é necessário o cognição da atenção, a personalidade de verificar para no qual a minha atenção vai, isto é elucubração.

Tantra é um percurso de elucubração

O Tantra é especialmente um percurso de elucubração, a terapia tântrica não deveria ser distinto. Nas costumes de elucubração do Tantra, foca-se a atenção na respiração, na visualização/ sonho voluntário, no sentença ou no movimento.

Da mesma maneira, na terapia tântrica, é necessário o cognição da atenção nas sensações do corpo e a uso da respiração, do sentença, do movimento e da visualização/ intenção para deixar o nosso corpo desenvencilhar o que necessita ser liberado e entrar mais fundo no desocupado movimento das sensações.

Quanto mais adentramos na experiência, mais somos capazes de sentir e nos abrir para aquela coisa que somos para além dos conceitos da nossa mente. Por isso, não se trata de reforçar o provocação para se sentir mais, trata-se, de reforçar a recebimento do provocação.

Um grande reducionismo de várias terapias tântricas é colocar uma grande alarde no crescimento do provocação, várias vezes com o utilização de vibradores. Isso pode ser rendoso para que a indivíduo experimente variadas formas de gosto, podendo ter o seu lugar no processamento terapêutico. Porém, essa é uma abordada que tem que ser usada com reserva e comedimento, uma vez que pode fazer um dependência na procura por estímulos cada vez mais intensos.

Desconfie da ideia de que um vibrador vá reforçar a receptividade do seu genital. Como isto seria capaz ocorrer com uma coisa que imagina uma agitação mecânica, padronizada e intensa focada na parte mais bom de todo o organismo que é o clitóris?

O seu corpo pode fácil se viciar nesse tipo de agitação e despossar a receptividade para outras formas de provocação.

Enquanto um processamento de elucubração, de libertação alegórico, de ampliamento da receptividade do corpo e da recebimento de si, é necessário que o princípios de terapia tântrica, volte-se para o cognição de estímulos e percepções mais sutis, para a personalidade de focalizar a atenção nos mínimos detalhes do toque e no que os estímulos geram enquanto pensamentos e emoções.

Resumidamente, a terapia tântrica precisa ser um processamento de sacralização da sensualidade, ou seja, precisa sugerir vivências, competências e costumes que ampliem a recebimento da sensualidade como um portal para os estados mais sublimes da percepção humana.

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A terapia tântrica precisa ser um processamento que favoreça a vivência do volúpia como uma execução de elucubração, que amplie o estado de absorção na recebimento das sensações, que amplie a receptividade e dessa maneira, sendo, que amplie a nossa personalidade de possuir e estar presente com o que se apresenta.

FONTE: https://vivatantra.com.br/

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