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por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Os melhores restaurantes (e Pores-do-Sol mais lindos que eu já vi)

Cotidiano

O post de hoje vai ser lindo, e gostoso! Vou mostrar os melhores restaurantes de Big Island, onde pude ver os pores-do-sol mais lindos da minha vida. Dia após dias, um mais lindo que o outro. Se me perguntassem, não saberia responder qual deles é mais lindo. Reservei com antecedência todos eles, em horários próximos ao pôr-do-sol e avisei que estávamos em lua de mel, para ver se conseguíamos mesas melhores. Na maioria, ficamos com mesas ótimas.

O primeiro restaurante que fomos na Big Island foi o Lava Lava Beach Club, que era bem perto do hotel (naquele complexo de hotéis que comentei no post sobre Onde se hospedar na Big Island). O restaurante meio bar, pé na areia, com algumas mesas e outras com sofás e mesinhas de centro, bem fofo e simpático.

lava-lava-beach-club

Lá vimos o pôr-do-sol mais colorido da vida, com um céu desenhado maravilhoso. O segundo restaurante que fomos foi o Ulu Ocean Grill + Sushi Lounge, restaurante dentro do Four Seasons. Que lugar lindo, e que comida boa!

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Acho que este foi o restaurante mais caro que fomos na viagem, mas vale ressaltar que ele está na lista dos 5 melhores restaurantes do Hawaii, e entre os 100 mais românticos dos Estados Unidos. O último restaurante que fomos na Big Island foi o KPC – Kamuela Provision Company, dentro do nosso hotel. Demoramos para conseguir sentar, por isso quando chegamos o pôr-do-sol já estava no meio – mesmo assim, muito lindo e nossa mesa era de frente para o mar.

kpc

Com esse post, termino minha saga de posts sobre o Hawaii. Espero que tenham gostado!



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Dia 2 (Kealakekua Bay + Mahana Bay Green Sand Beach)

Guia de Viagens

Mais um dia na Big Island, e nós resolvemos conhecer dois pontos da ilha. O primeiro foi a Kealakekua Bay, uma baía onde dizem que dá para nadar com os golfinhos selvagens se chegar cedinho. A viagem do hotel que estávamos para lá levou 1 hora. Infelizmente, no dia que fomos, chegamos antes das 8h mas não tinha nenhum golfinho por lá. Mesmo assim, o lugar é maravilhoso e nós ficamos um pouco curtindo a brisa e o visual.

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Lá fica um cara que aluga caiaques, que você pode usar para chegar mais no monumento do Captain Cook, capitão que chegou com seus navios na baía em 1779 e os havaianos acharam que ele era a reencarnação de um Deus. Quando descobriram que ele não era, mataram toda a tripulação do capitão, até finalmente o matarem, um ano depois. Triste, né? Bom, perto desse monumento é um ótimo ponto para snorkel também.

Depois seguimos para a Mahana Bay Green Sand Beach, uma praia de difícil acesso com areia verde oliva, cuja cor surge através de uma pedra esverdeada e semi preciosa chamada Olivina, que são trazidas à superfície por erupções vulcânicas. A Green Sand Beach fica à 1h20 da Kealakekua Bay mais a sul da ilha.

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Como a descida é muito íngrime, deve ser feita num carro 4×4. Se você, como a gente, não alugar um 4×4, tem como chegar ao estacionamento e deixar seu carro, pegando carona com os locais (por U$10 por pessoa) em um jipe velho, enferrujado e que balança pra caramba. Tem uns doidos que descem (e sobem depois!) os quase 5 km a pé.

IMPORTANTE: o último banheiro que você vai encontrar é uns 10 quilômetros antes de chegar no estacionamento de Mahana Bay – então façam uma parada em algum café quando verem pelo GPS que estão se aproximando! O passeio não é muito curto, e juro – não tem banheiro mesmo por lá!

Depois de conhecermos a praia das areias verdes, era hora de voltar para o hotel, seguindo 2h20 de viagem!



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Dia 1 (Hawaiian Volcano Eco Tour)

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No nosso primeiro dia acordando na Big Island, fomos cedinho de Kona, onde estávamos hospedados, até Hilo, do outro lado da ilha. São 1h30 de viagem, onde chegamos no ponto de encontro da saída do passeio para o Vulcão, de dia inteiro, chamado Big Island Hawaii Volcano Eco-Adventure (U$135 por pessoa), também com a empresa Discover Hawaii Tours.

Nossa primeira parada foi na Big Island Black Sand Beach, uma praia de areia preta bem sem graça – ficamos uns 5 minutos por lá, olhando e fotografando, e logo subimos de volta na van.

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A segunda parade foi no Wailuku River State Park, onde está a Rainbow Falls. Depois de apreciarmos a vista da cachoeira, o guia ~muito doido~ levou quem queria até o lado de onde a água da cachoeira caia. Eu tentei, mas confesso que no meio do caminho bateu um medo e eu voltei – o dan foi até lá, olhem as fotos!

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A terceira parada foi o Hawaii Volcanoes National Park – dentro dele, tivemos diversas paradas: a primeira foi um lugar com uma Gift Shop, onde eu parei pra garantir um moletom, já que estava ventando horrores e eu morrendo de frio sem casaco (burra, porque a empresa fala pra levar casaco e eu esqueci!). Em seguida, fomos para o primeiro mirante, o Kilauea Iki Overlook.

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De lá, seguimos uma trilha para a Thurston Lava Tube, uma caverna em que a lava escorria cerca de 500 anos atrás. É uma experiência incrível andar pelo corredor bem escuro, meio úmido e sair depois do outro lado, em meio a uma floresta tão linda.

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Depois, paramos em um Extinted Lava Field, um lugar onde as lavas de erupção do vulcão costumavam escorrer, e agora está solidificada.

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O ponto seguinte foi uma parada no meio do nada, num ponto maravilhoso! Alto, meio que parece um precipício, e todo mundo quis tirar foto. Juntei coragem e fui também. Que coisa linda.

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Na hora em que paramos para ver aonde a Lava de erupção já sedimentada encontra o mar, fiquei arrepiada. Que coisa mais linda aquele mar de um azul maravilhoso, com aquele preto das lavas solidificadas em uma espécie de arcos. Podia passar o dia lá, sentindo a brisa e apreciando aquela vista.

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Nossa última parada foi o mirante mais perto da cratera, o Halema’uma’u Crater Overlook, fica ao lado do Jaggar Museum, com bastante informações sobre vulcões. Neste mirante você consegue ver a constante fumaça do vulcão bem de perto.

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De volta ao ponto de encontro em Hilo, pegamos mais 1h30 de carro para voltar ao hotel. Que passeio, gente. Recomendo muito! Inclusive, não precisa estar na Big Island para fazer, dá pra sair de outras ilhas, e o passeio é de um dia também (mas ai o passeio sai em média U$430 por pessoa!).



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Onde se hospedar e Hapuna Beach

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No nosso quarto dia no Hawaii, pegamos um vôo de Oahu para a Big Island, segunda parada da nossa lua de mel atrasada. O aeroporto da Big Island é minúsculo, com a maior parte a céu aberto. Alugamos um carro no próprio aeroporto, para facilitar nosso transporte por lá, já que a Big Island não tem uma estrutura de cidade grande, as coisas são afastadas e os tours com empresas são caros e com poucas opções.

Seguimos direto para nosso hotel escolhido, o Hilton Waikaloa Village, que ficava em Waikaloa Village, uma espécie de condomínio de hotéis. O hotel é maravilhoso, e podíamos só ficar lá nos dias que tínhamos, que não ia faltar coisa para fazer e ter tempo para descansar.

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O hotel é tão grande que tem um monorail (espécie de metro) dentro dele, para levar os hospedes de um lado para o outro. No hotel, tem SPA; lojinhas; alguns restaurantes (vou falar de um deles no post sobre Restaurantes na Big Island!); uma lagoa de golfinhos onde você pode nadar com eles (pagando $200) e um restaurante que dá para essa lagoa, que você pode almoçar vendo os golfinhos treinarem, nadarem e brincarem (demais!)…

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… uma praia criada pelo hotel (lá as praias são de pedra, eles fizeram uma de areia) – eles desviaram a água do mar para fazer uma espécie de lagoa, que os hospedes podem nadar (inclusive com as tartarugas que nadam calmamente por lá) com pontes que passam por cima, muito lindo; piscinas, sendo uma delas com um tobogã gigante e outra com cachoeira e uma ponte daquelas moles; campo de golfe e um espaço budista (com um pôr-do-sol maravilhoso).

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Nós ficamos na torre do meio do hotel – são 3, sendo que duas das pontas ficam perto de piscinas e a do meio é a mais reservada e silenciosa. Não encontrei fotos do quarto, acho que perdi! Mas ele era imenso e ótimo!

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Perto do hotel tinha uma das praias mais conhecidas da Big Island, a Hapuna Beach, ideal para snorkel graças às suas águas calmas e claras, e um recife de coral na parte sul (parte mais legal para snorkel). Fomos só nós dois, deixamos as coisas num canto, e entramos para ver os peixes, nadar com eles e relaxar.

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A praia de Hapuna Beach tem um estacionamento bem grande (pago, mas nada caro), além de banheiros públicos para você se trocar, mas, como na maioria das praias do Hawaii, não tem vendedores ambulantes, então leve água para se hidratar e alguma coisa para comer, se quiser. Lá também não tem aonde alugar snorkel, então certifique-se de passar no centro comercial de Waikaloa Beach, chamado Queen’s Market Place, onde tem lojas que alugam ou vendem estes materiais, antes de ir pra Hapuna Beach.

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O Queen’s Market Place é uma graça e vale a visita, tipo um shopping a céu aberto com lojinhas e restaurantes para refeições rápidas (nada muito elaborado).



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 3 (Sea Life Park + Nadando com Golfinhos + Magic Island)

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Nosso último dia em Oahu começou com algumas comprinhas na ABC Store – uma loja que tem em todos os cantos de Oahu e de tudo um pouco – suvenires, protetores solares, comidinhas, bebidas, cosméticos, e etc.

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Paramos lá no caminho para o ponto de encontro da saída do nosso passeio do dia – conhecer o Sea Life Park, um parque aquático cercado por montanhas e praias, com mais de 2 mil animais. É só lá que você encontra o Wolphin, resultado de um cruzamento entre uma baleia e um golfinho!

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E foi lá também que nadamos com os golfinhos! Gente, que experiência, que mágico, que tudo. E que rápido – são 45 minutos entre orientações e nadar! Pagamos U$129,99 por pessoa, e neste valor já estavam inclusos o transporte e a entrada do Sea Life Park, além de nadarmos com os golfinhos.

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O único outro animal que interagimos foram as tartarugas, que compramos comida própria para elas (vendida na loja de suvenier do parque) e demos para elas!

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Diferente da maioria dos shows nestes parques aquáticos, o de Oahu tem uma vista maravilhosa, e as vezes você se pega distraída na paisagem, ao invés de focar nos malabarismos dos Wolphins.

sea-life-park.-wolphin

De volta ao hotel, passeamos um pouco pela praia de Waikiki e pela Lagoa que fica em frente ao Hilton Village Waikiki Beach Resort (o hotel indiscutivelmente mais lindo da região!).

lagoon

Depois, andamos em direção à Magic Island, que é um píer de frente para essa lagoa, onde toda sexta feira às 19h45 há fogos de artifício. Isso mesmo, toda sexta feira. É lindo, e fica muita gente – turistas e locais – esperando pelos fogos, na beira no píer… uma delícia. A Magic Island fica a 25 minutos a pé da Lagoa, e por ser relativamente longe, o barulho não é insuportável – fazendo de lá o melhor ponto da ilha para se ver os fogos.

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Finalizamos a noite no Ala Moana Center, o shopping local, onde jantamos no The Pineapple Room – tem detalhes sobre o restaurante e jantar no post sobre Restaurantes em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 2 (Ultimate Circle Island Eco Adventure + Kalakaua Avenue)

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Nosso segundo dia começou bem cedo, nosso passeio de um dia inteiro começava as 08h da manhã e era um passeio de Eco Adventure por toda a ilha. Acompanhe os pontos que paramos, um mais lindo que o outro. Este passeio custou U$130 por pessoa, e chama-se Ultimate Circle Island Eco Adventure.

A primeira parada foi a trilha para Waimea Fall, um parque ecológico com jardim botânico com mais de 5.000 espécies de plantas tropicais documentadas e ameaçadas de extinção, além de construções havaianas antigas como kauhale, uma antiga cabana havaiana com teto, e o Ku’ula Stone, um santuário dedicado ao deus da pesca havaiano. Em 20 minutos de caminhada, você chega até a cachoeira, que é bem bonita e dá para entrar para nadar (do lado da cachoeira tem uns quartinhos para se trocar!).

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A segunda parada foi em uma praia em North Shore, que ficamos 5 minutos e eu nem peguei o nome, mas a cor do mar era de morrer. A terceira parada me deixou vidrada, e eu poderia ter passado o resto do dia neste mirante chamado North Shore Lookout – La’ie Point.

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A terceira parada foi a Secret Island, onde você pega um barquinho em direção a uma praia quase deserta e linda. É lá que servem o almoço, que está incluso no passeio.

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Em seguida, paramos numa Tropical Farm Macadamia Nut Outlet – lá tinham algumas bijoux, quadros, artesanatos e muitas coisas feitas de macadamia. A quinta parada foi o Byodo In Temple, é uma réplica do templo com o mesmo nome do Japão, só que menor. O templo budista é uma graça, com uma estátua de 5 metros do Buda, e um jardim japonês (daqueles de pedrinhas, que tem pra vender em tamanho pequeno, para você “varrer para se acalmar) em que os monges desenharam nas pedrinhas, e uma torre com um Sacret Bell (sino de bronze de 1,5 metros).

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As paradas seguintes foram mirantes, um mais bonito que o outro. Se você for de carro, deixe um pouco de tempo para apreciar essas paisagens.

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De volta ao hotel, tomamos um banho e fomos jantar no Duke’s (falei no post sobre Restaurantes em Oahu). Depois do jantar, passeamos pela Kalakaua Avenue, uma avenida simpática e cheia de lojinhas, galerias e restaurantes – separe uma noite ou fim de tarde para passear por lá, é muito gostoso!

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No próximo post, conto sobre nosso último dia em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 1 (City Tour + Pearl Harbour + Paradise Cove Luau)

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Para o nosso primeiro dia em Oahu, escolhemos fazer dois passeios. Todos os passeios que fizemos nesta ilha foi com uma empresa de viagens, chamada Discover Hawaii Tours – eles são ótimos, pontuais, e super organizados, além dos guias serem simpáticos e educados. Nosso primeiro tour do dia saia da frente de um hotel vizinho ao nosso, as 08:30 da manhã, e incluía um City Tour Histórico e uma visita a Pearl Harbor (U$40 por pessoa, e não inclui a gorjeta que você “tem que dar” para o guia).

A primeira parada do City tour foi o National Cemetery of the Pacific, situado na cratera do antigo vulcão Punchbowl, e onde estão enterrados os veteranos do exército americano que morreram em combate. Ao longo do caminho, passamos por outros pontos que não paramos, e a segunda parada foi o Aliiolani Hale, um palácio havaiano que antigamente era a sede do governo e hoje é o Supremo Tribunal Estadual do Hawaii. Bem na frente está a famosa estátua do Rei Kamehameha I. Se você assiste a nova versão de Hawaii 5-0 (com Alex O’Loughlin), reconhecerá o palácio, que na série é o Headquarters da equipe do Commander Steve McGarret. Do outro lado da rua está o Iolani Palace, único palácio real monárquico da America do Norte, construído em 1.882.

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Em seguida, seguimos para Pearl Harbor – lá recebemos o ticket com horário que o barco sairia com a nossa turma até o USS Arizona, nome de um dos navios afundados pelo ataque japonês, que levou os Estados Unidos a entrarem oficialmente na II Guerra Mundial. Até nosso horário, podíamos passear pela base militar que possui outros navios, museus e artefatos de guerra.

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Antes de irmos ao memorial do U.S.S. Arizona – sim, memorial, pois o navio está embaixo d’água e um memorial foi construído em cima dele –, entramos em uma sala onde passa um vídeo, que conta exatamente a história, como era Pearl Harbor antes do ataque japonês, e como tudo aconteceu. É chocante. Chegando no memorial, você consegue ver partes do navio, e até algumas gotinhas de óleo que, segundo os guias, são ainda do navio que afundou.

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Um dos pontos bonitos, na minha opinião, é a Walk of Remembrance, um espaço onde estão os nomes dos navios, cada um em uma pedra, formando um círculo, de frente para o mar.

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Finalizado este passeio, íamos voltar para o hotel e descansar, mas nem deu tempo, e ficamos na porta do hotel esperando pelo ônibus que nos levaria ao próximo passeio: o tão famoso e esperado Luau. Escolhemos o Paradise Cove Luau, e estávamos bem animados – custou U$88 por pessoa e este valor incluía transporte, comida e os shows. O Luau era longe, e descansamos no ônibus mesmo, nas 2 horas de estrada – normalmente a viagem leva 1h30, mas no dia que fomos pegamos trânsito.

Fomos super bem recebidos já na entrada, com música havaiana, um Mai Tai delicioso e colar de conchas com direito a fotos profissionais (que eu jurava que não ia comprar, mas ficaram lindas e eu comprei).

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Depois disso, ficamos livres pela vila, onde tinham diversos pontos de artesanato, jogos e entretenimentos havaianos. Fui fazer uma coroa de flores e super me diverti. Depois passeamos, vendo o pessoal jogar lanças no alvo e um local fazer o Chuveiro de flores (ele joga flores de cima de um coqueiro!).

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Tinham diversas barracas vendendo coisas típicas e suvenires, e um bar ótimo a nossa disposição. Presenciamos uma dança pré pesca também, e um show lindo de dança havaiana, que acabou com uma cerimonia Imu, uma espécie de forno havaiano, que fica no chão coberto com folhas. Na hora da cerimonia, dois homens tiram o porco que será servido no jantar do Imu, na presença dos convidados.

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O pôr-do-sol de lá foi uma das coisas mais lindas que eu já vi (só perde para os Pores-do-sol da Big Island que são ainda mais bonitos, vocês verão em breve!).

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Ai foi a hora de se servir, sentar na mesa e comer, e apreciar o show com danças de todos os cantos do Hawaii. O show foi lindo, e super longo.

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Saimos de lá direto pro hotel, cansados e felizes pelas experiências do dia. Não imaginava que já no primeiro dia o Hawaii iria me ganhar!



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Onde se hospedar e Restaurantes

Guia de Viagens

Hoje começa uma maratona de posts sobre o Hawaii, lugar que eu e o Dan escolhemos para passar nossa lua de mel “atrasada”. Com a mudança para Nova York, acabamos atrasando nossa lua de mel em quase um ano. Dividimos nossa viagem em duas partes: Oahu, onde está Honolulu, capital e maior cidade do Hawaii e Big Island, a maior ilha do Hawaii, onde está o vulcão havaiano ativo.

Neste primeiro post, conto um pouco sobre Oahu, onde se hospedar na ilha e dou dicas de restaurantes que conheci e recomendo. O hotel escolhido foi o Double Tree Hotel Alana, que fica na Ala Moana Blvd, uma rua cheia de hotéis, e com uma localização ótima.

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O hotel fica a 10 minutos a pé da praia de Waikiki, da Beach Walk (falaremos dela em breve!) e do Ala Moana Center, o maior shopping do Hawaii. O quarto tem um tamanho excelente, e nossa vista era lateral para a praia.

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Experimentamos dois restaurantes incríveis, e divido agora com vocês. O primeiro chama-se Duke’s e fica na Kalakaua Avenue, uma rua fofinha que falarei em outro post. O Duke’s fica dentro do Outrigger Hotel, e é um bar restaurante pé na areia, que homenageia Duke Kahanamoku, o pai do surfe internacional – com pranchas na parede e uma lojinha fofa.

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O lugar é realmente uma delícia, os drinks ótimos e comida ótimos e vale demais a visita. Endereço: 2335 Kalakaua Ave.

O segundo restaurante é o The Pineapple Room, do chef Alan Wong, o mais badalado do Hawaii.O restaurante fica dentro da Macy’s do Ala Moana Center. Confesso que estava esperando muito do restaurante, por ser de chef e ter ouvido super bem. Achei o ambiente clean e meio sem graça, mas a comida….sensacional.

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O endereço é 1450 Ala Moana Blvd, e nós fomos e voltamos a pé do nosso Hotel. Nos próximos posts eu conto nossas programações durante os dias em Oahu!

Acompanhem! 🙂



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