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por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Boston – Dia 3 (Visita à Salem + North End)

Guia de Viagens

Para o nosso terceiro dia de Boston, planejamos uma visita à Salem, a cidade que ficou famosa pelos julgamentos contra supostas bruxas, no século XVII.  Cerca de 20 pessoas, na maioria mulheres, foram condenadas e executadas. O fato foi tão marcante que Salem é reconhecida como a Cidade das Bruxas até hoje.

A cidade é pequena e em uma manhã ou uma tarde você consegue visitar tranquilamente. A cidade fica a 40 minutos de Boston, e nós começamos o passeio deixando o carro no estacionamento em frente ao Visitor Center. Entrei brevemente no Visitor Center, para ver se tinha algo interessante por lá, mas não achei nada demais.

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O dia estava chuvoso e gelado, e apesar de termos feito tudo a pé, o tempo não estragou o passeio. Claro, se o dia estivesse ensolarado, acho que seria muito mais agradável, mas né…era o que tínhamos. A primeira parada oficial foi o Salem Witch Museum, que tem uma arquitetura linda, e conta a história da época do julgamento das bruxas. A entrada por pessoa no museu é U$10,50. Eu entrei apenas para conhecer internamente a casa em que o museu estava, e a loja. Que loja fofa, eu poderia ter ficado horas por lá, fuçando tudo!

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A parada seguinte foi na loja de bruxaria mais antiga da cidade, a Crow Haven Corner. Que loja mais linda, com as Witchballs coloridas penduradas por toda ela. As Witchballs são esferas de vidro colorido com o intuito de proteção – a bruxa da loja me explicou que o “mal” é atraído pela beleza da bola, e capturado por ela, sendo purificado em seu interior. Fiquei tão encantada pelas cores, e pelo significado de proteção, que trouxe uma pra casa.

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Andamos pela Essex Street, uma rua que tem parte fechada apenas para pedestres, com lojinhas de bruxaria em toda a sua extensão. Passeamos e entramos em algumas para conhecer. É nesta rua que está o Witch History Museum, que tem uma entrada bem interessante. Também não entrei para conhecer este museu, estávamos com a Moa e era impossível. A entrada deste museu custa U$9.

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Andando mais um pouco, na esquina da Essex Street com a Washington Street, paramos para ver a estátua da personagem Samantha Stevens, a feiticeira vivida pela atriz Elizabeth Montgomery na série Bewitched (“A Feiticeira”, em português) dos anos 1960 e 1970. Eu não assisti, mas ela foi citada em Charmed, série de bruxas mais atual (a última temporada foi em 2006!), que eu amo!

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A The Witch House é a única casa que data da época dos julgamentos em Salem, porém não pertencia a nenhuma das pessoas acusadas de bruxaria, e sim a um dos juízes do julgamento das bruxas de Salem. A casa tem um ar de mistério, e hoje funciona como um museu, e possui mobiliários, roupas e alguns pertences que remetem à época. Custa U$8,25 para entrar.

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Paramos depois brevemente na Salem Beer Works, a cervejaria local. Lá não tem tour, mas pareceu ser um lugar bem agradável para um almoço, e experimentando cervejas, claro. Não tinha nenhuma para ser vendida em garrafas, então o Dan acabou não conseguindo experimentar nenhuma (lembra que eu disse que não gosto de cerveja, né?).

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Nossa última parada foi o The Salem Witch Trials Memorial, um memorial composto por 20 bancadas de granito, próximo ao Old Burying Point, cemitério onde os condenados foram enterrados. Nestas bancadas de granito estão os nomes de cada um dos acusados, os meios utilizados e a data de execução – uma tristeza.

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Se eu não estivesse com a Moa, ou o tempo estivesse melhor (não dava pra deixar ela e o Dan na chuva né!?), escolheria entrar em apenas um dos museus – me parece que todos eles oferecem basicamente a mesma coisa. E eu escolheria o Salem Witch Museum, que achei o mais simpático.

Nós fomos para Salem de carro, mas você também pode optar por ir de trem, que sai de Boston e leva 30 minutos até a cidade vizinha. Custa U$7 e sai da North Station de Boston.

Ah, a cidade também tem uma trilha vermelha pintada no chão, para levar os visitantes de um ponto turístico para o outro (como a Freedom Trail em Boston!). Mas, eu decidi ver por mim mesma e fiz um mapinha – coloquei abaixo, caso algum de vocês queira usar também! Este foi o caminho que fizemos, com outras paradas não programadas pelo caminho, que descrevi neste post!

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Já eram 2h da tarde quando voltamos à Boston, e paramos em North End, um bairro italiano de lá, para visitar e conhecer as duas pâtisseries que dividem opinião sobre qual delas tem o melhor canolli de Boston: Modern Pastry ou a Mike’s Pastry. Eu não gosto do doce, mas o Dan comprou dois de cada loja e testou.

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Segundo ele, o da Modern Pastry é muito mais fresquinho e crocante, apesar da Mike’s Pastry parecer ser a mais famosa (e que estava como mais fila quando fomos!).

Essa foi nossa viagem a Boston – no dia seguinte levantamos cedo para voltar pra Nova York sem pegar trânsito! Espero que tenham gostado do post, e que as dicas tenham sido úteis! 🙂



Guia de Viagens: Boston – Dia 2 (MIT + Harvard + Arnold Arboretum + Cervejaria Samuel Adams + Skywalk + Newbury St.)

Guia de Viagens

Nosso segundo dia em Boston começou pegando o carro sentido Cambridge, uma cidade vizinha onde estão as sedes de duas das universidades mais importantes do mundo. Cambridge na verdade parece mais um bairro de Boston, e nós levamos menos de 15 minutos para chegar até nossa primeira parada, o Massachusetts Institute of Technology. O MIT é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia, fundado em 1861. Como era feriado, tinha pouca gente por lá, e não estava rolando aulas.

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Você pode entrar em alguns dos prédios, e inclusive visitar o MIT Museum, que custa U$10 por pessoa. O Museu está no prédio prédio N51, e o endereço é 265 da Massachusetts Avenue. Como estávamos com a Moa, só passeamos por fora e vimos os prédios e o campus.

Nossa segunda parada foi Harvard University, uma universidade privada membro da Ivy League que dispensa grandes apresentações, não é mesmo? Estacionamos o carro por perto e fomos andando até a Harvard Square, uma praça e ruas próximas com diversas lojinhas e cafés simpáticos. Lá tem um J.P. Licks, a sorveteria mais famosa de Boston. Paramos pra tomar um sorvete lá, apesar do frio, e ainda compramos o Cow Paws, um sorvete de pasta de amendoim com mel feito especialmente para cachorros. A Moa amou!

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Passamos pela Harvard Book Store, livraria que desde 1932 vende materiais para os alunos. Mas, na minha opinião, loja imperdível mesmo, que passamos antes de entrar em Harvard Yard (ou Jardim de Harvard – onde tem diversos prédios da universidade), é a J. August Co., especializada em produtos da universidade – e tem de tudo: moletom, camisetas, gorros, canetas, copinhos e etc…

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Se quiser fazer um tour guiado, ou pegar um mapinha, pare no quiosque de informações aos visitantes que fica no centro da Harvard Square – quase em frente aos portões da universidade. Nós entramos no Harvard Yard pelo Johnston Gate, conhecido como portão oficial de entrada. Logo a frente estava a famosa estátua de Harvard (famosa inclusive por ter a cara de um estudante qualquer, e não do próprio Harvard!), onde rola a superstição de quem passa a mão nos pés da estátua atrai sorte, principalmente para passar de ano.

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Vale lembrar que os portões de Harvard Yard ficam abertos de segunda a sábado das 9 às 17h, e que você não consegue entrar nos prédios para conhecer por dentro!

Que lugar lindo. Andando mais um pouco, encontramos a igreja do campus chamada Memorial Church, a Harry Elkins Widener Memorial Library que é a maior biblioteca acadêmica do mundo, e o prédio de filosofia. As folhas amarelas caindo, no chão… estava bem lindo mesmo. Antes de sair de Harvard Yard, passamos ainda pela LoebHouse, antiga casa dos presidentes da Universdade até 1971, quando o presidente da época se mudou de lá com a família.

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Cruzamos o jardim e chegamos no campus da universidade, onde estão os prédios das do Departamento de economia e o Science Center.

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Depois, fizemos o caminho de volta em direção ao carro. Passamos pelo prédio do Department of English, que é lindo. Estacionamos em frente à uma igreja belíssima, a Old Cambridge Batispt Church, que merece uma foto neste post.

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Seguimos para o The Arnold Arboretum, um museu vivo dedicado ao estudo das plantas que é cuidado e mantido pela Harvard University. Li que lá é o parque mais bonito para se ir no Outono. Bem, estávamos no outono, mas já pro final – vai ver que foi por isso que não achei tão bonito quanto haviam me dito.

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Fora que eu queria super conhecer o Bonsai Garden, mas ele estava fechado devido ao frio, e uma placa sugeria que o visitante voltasse de Abril a Novembro – mas, oi? Era Novembro ainda. Fiquei muito brava e fomos para o nosso ponto seguinte.

O Dan ama cervejas e não podia deixar de ir na Samuel Adams Brewery, cervejaria local artesanal super famosa nos EUA. Como estávamos com a Moa, eu fiquei com ela do lado de fora, e o Dan entrou conhecer, mas não fez o tour com degustação (que é grátis, mas eles sugerem uma doação de U$2 que, segundo eles, é direcionada para ajudar instituições de caridade da região!).

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Deu tempo de chegar no hotel e ir no Skywalk Observatory, que queríamos ir durante o dia. Ele tem o mesmo propósito do One World Observatory de Manhattan, é um observatório que fica no alto do famoso Prudential Center, todo fechado (ideal para dias frios ou muito quentes!) e oferece uma vista de 360 graus de Boston e das cidades nas redondezas. Custa U$17 por adulto, e apesar de carinho, a vista é de tirar o fôlego.

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Também tem uma parte cultural, onde há um pouco de história sobre a imigração, esportes, e sobre a cidade no geral, de forma bastante interativa.

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Finalizamos nosso dia passeando pela Newbury Street, uma rua com extensão de 9 quarteirões, que começa na Charlesgate East e vai até a Arlington Street.

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A rua é fofa, com predinhos baixos de tijolos aparentes e casas com arquiteturas charmosas que abrigam lojas para todos os gostos – desde as mais descoladas como Urban Outfitters, até as clássicas como Chanel. Era Black Friday mas mesmo assim a rua não estava lotada, então imagino que seja uma rua relativamente calma para se passear.



Guia de Viagens: Boston – Dia 1 (Onde ficar + Trinity Church + Public Garden + Boston Common+ Freedom Trail + Quincy Market)

Cotidiano Guia de Viagens

Hoje começa o guia de viagens de Boston! Nós fomos passar o feriado de Thanksgiving por lá, de carro. A viagem de Nova York para Boston demora em média 4 horas – pegamos um pouco de trânsito e, com as paradas, demoramos 5 horas no total.

Escolhemos o Sheraton Hotel, que é Pet Friendly (estávamos com a Moa) e estava com um preço legal, além de ter uma localização ótima!

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Deixamos as coisas e fomos fazer o passeio do dia, que foi todo a pé. Nossa primeira parada foi a Trinity Church, uma das construções mais importantes dos Estados Unidos e famosa por seus belíssimos e únicos vitrais.

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Em seguida, passamos pelo Public Garden, o parque mais bonito de Boston, com um lago lindo no centro, conhecido como o Lago dos Cisnes. Claro que na primavera e no verão deve ser mais bonito, com as folhas verdes e flores. Nos fomos no final do outono, e já estava com a maioria das árvores peladas.

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O Public Garden é colado no Boston Common, dividido apenas por uma rua. O Boston Common é o “Central Park de Boston”, principal parque da cidade e o parque público mais antigo dos EUA. É lá que está o Visitor Center para pegar mapas e informações sobre a Freedom Trail.

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A Freedom Trail é uma trilha que passa pelos principais pontos turísticos da cidade. No total são 16 pontos de paradas, além dos pontos alternativos. Existem aplicativos que te ajudam a seguir os pontos, ou você pode seguir a trilha pela linha de tijolos vermelhos no chão, que leva de um ponto ao outro da cidade.

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O segundo ponto é a Massachusetts State House, é a sede do governo de MA, e a construção mais antiga no charmoso bairro de Beacon Hill. Você pode fazer um tour, para conhecer por dentro, de segunda a sexta, das 10h às 15h30.

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A terceira parada é a Park Street Church, onde funcionou a primeira escola dominical de Boston, além de ter sido sede de protestos a favor dos direitos humanos. Alguns passos à frente está a quarta parada, o Cemitério Granary Burying Ground, onde estão enterrados os três signatários da independência americana, Samuel Adams, John Hancock e Robert Treat Paine. Não entrei no cemitério, as fotos foram tiradas da calçada.

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O quinto ponto é a capela King’s Chapel (ô cidade pra ter igrejas e capelas!), a primeira igreja Anglicana da cidade, que conta com um cemitério em seu “quintal”, onde está enterrado o primeiro governador de Massachusetts, John Winthrop.

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O sexto ponto é a Boston Latin School, primeira escola pública da américa, onde Benjamin Franklin, Samuel Adams e John Hancock estudaram; a antiga prefeitura (1865-1969), e a estátua de Bem Franklin.

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O sétimo ponto é o Old Corner Book Store, estabelecimento comercial mais antigo de Boston. O prédio de 1711, é charmoso e todo em tijolos vermelhos aparentes, e era uma antiga livraria que hoje abriga uma unidade do Chipotle Mexican Grill. O oitavo ponto é o Old South Meeting House, sede de vários eventos importantes que resultaram na independência americana, sendo a mais importante a Boston Tea Party. Lá tem um pequeno museu, que conta a história da independência dos Estados Unidos, além de ter uma maquete 3D de Boston no período colonial (U$6 a entrada por pessoa).

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Andando mais um pouco, chegamos no Old State House. A casa, construída em 1713 foi palco de decisões políticas que resultaram na Revolução Americana. A declaração de Independência foi lida pela primeira vez, naquela varanda, e o local se transformou em sede estado de Massachusetts. Tem um museu lá, e a entrada custa U$10.

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O decimo ponto é o Boston Massacre Site, onde o Massacre de Boston aconteceu. O círculo construído com pedras, em frente à Old State House, foi feito em memória às cinco vítimas fatais do Massacre, resposta dos moradores em protesto à atitude de um soldado da tropa britânica que havia agredido um colono.  A confusão tomou grandes proporções, a tropa britânica se envolveu e resultou em diversos feridos e 5 civis mortos.

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O décimo primeiro ponto é o Faneiul Hall, construído em 1742 para ser um mercadão, mas que virou ponto de encontro dos envolvidos na luta pela independência dos Estados Unidos. Tanto que ficou conhecido como o “berço da liberdade”.

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Hoje, o Faneiul Hall ainda é palco de manifestações, mas atrás dele está o Faneiul Hall MarketPlace, um lugar incrível e delicinha de visitar. É um centro comercial onde estão 3 grandes mercados – entre eles o Quincy Market, o mais conhecido – e lojinhas em vielas entre eles. Nós voltamos a noite em outro dia para curtir esse espaço, aproveito para já colocar as fotos neste post.

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O Quincy Market, prédio principal do Faneiul Hall Marketplace, é uma experiência gastronômica. Ele é como o Chelsea Market em NY, e oferece milhares de opções de comidas em toda a sua extensão. São muitas opções e vale a pena colocar na programação para chegar perto de uma refeição e comer por lá!

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O ponto seguinte não está na trilha original, mas está bem no meio dos pontos originais e vale demais a visita. O New England Holocaust Memorial foi um dos monumentos em memória às vitimas do holocausto mais marcantes que eu já fui (e olha que fui pra Polônia e visitei os campos de concentração, no Museu do Holocausto em Israel..). Por isso vou me dedicar um pouco a contar sobre este monumento aqui.

Em 1995 foram construídas 6 torres de vidro com mais de 16 metros de altura cada, uma ao lado da outra, em uma pequena praça de Boston, próxima às atrações da Freedom Trail. Era o New England Holocaust Memorial nascendo. Cada uma das torres simboliza um dos grandes campos de extermínio usados durante a segunda guerra, e nelas estão gravados números que representam os seis milhões de judeus que morreram no Holocausto. Do chão, no meio de cada uma das torres, sai um vapor que é impossível não relacionar com o gás das câmaras que mataram tantos inocentes. Pelo caminho, um pouco da história, além de frases de sobreviventes e a mensagem que é preciso lembrar do que aconteceu, para que nada semelhante se repita.

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De volta à Freedom Trail, seu décimo segundo ponto é a Paul Revere House, uma casa em madeira pintada em tons de cinza escuro, e um dos mais antigos prédios no centro da cidade, que pertenceu a Paul Revere, mensageiro que levava e trazia notícias referente às batalhas da Revolução Americana.

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A décima terceira parada é a Old North Church, a igreja mais antiga de Boston em funcionamento e templo religioso durante a Revolução Americana. A torre alta da North Church tinha uma lanterna que alertava os colonos sobre a chegada das tropas britânicas.

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O décimo quarto ponto é outro cemitério, o Copp’s Hill Burying Ground, o segundo maior cemitério do período colonial, onde Robert Newman, responsável pelas lanternas que direcionaram o mensageiro Paul Revere para avisar Samuel Adams e John Hancock sobre o mandato de prisão deles pelas tropas britânicas, está enterrado. Essa foi nossa última parada da Freedom Trail – ela ainda tinha mais três pontos depois da ponte, mas ficamos com preguiça de ir até lá. Nosso último ponto foi a casa mais fina de Boston, que não está na trilha original da Freedom Trail.

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O passeio todo durou em média 4 horas – fizemos tudo a pé. Depois dessa andança toda, voltamos para o hotel e capotamos cedo, para aproveitar o dia seguinte!



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