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por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 4 (Passeio no Rio Tigre + Puerto Madero + Ponte de La Mujer)

Guia de Viagens

Nosso último dia completo em Buenos Aires começou com um passeio incrível pelo Rio Tigre. Contratamos uma agência (a Maian Viajens), que nos pegou no hotel e nos deixou na estação de trem chamada San Isidro. Chegamos meio cedo, e aproveitamos para ver as lojinhas da estação e fizemos uma parada para o café.

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Pegamos o trem até a estação final, a Delta, onde fomos encaminhados até o píer para pegar o barco para o passeio pelo Rio Tigre. É muito interessante ver como os habitantes transformaram uma área de pântano em uma região desenvolvida, onde você vê casas à beira do rio, mercados e postos de gasolina flotantes, além da casa e do museu do antigo presidente Sarmiento, que encorajou o povo a construir suas casas nesta região.

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Este passeio dura em média 5 horas e, na época, pagamos U$28 por pessoa (hoje, um passeio similar custa em média U$60). No final do dia, fomos para Puerto Madero, um calçadão com vista aos diques do Río de la Plata, um lugar encantador tanto durante o dia, quanto a noite.

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Lá você encontra diversos restaurantes, além de museus dentro de barcos atracados no porto, e a famosa Ponte De la Mujer, uma ponte bem moderna criada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, inspirado em uma imagem de um casal dançando tango.

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A ponte, que liga as duas margens do dique, tem 170 metros de extensão e possui uma parte central giratória que abre-se para a passagem de embarcações. Nós escolhemos jantar no Siga La Vaca, restaurante mega turístico. Eu não como carne, mas o Dan adorou a comida lá.

Com este post, acabo a série de posts sobre Buenos Aires! Espero que tenham gostado!



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 3 (La Boca + El Caminito + Jardim Japonês + Zoo + Café Tortoni)

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No terceiro dia em Buenos Aires, começamos o passeio no bairro de La Boca, onde está o Estádio de Futebol do Boca Juniors, o La Bombonera. Lá dentro está o Museo de la Pasión Boquense, onde você conhece a sala de troféus, vê as camisas antigas e algumas estátuas.

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Em seguida, fomos passear pelo El Caminito, uma rua-museu de trajeto sinuoso (porque por ali fluía um canal que desembocava no Riachuelo!) e super colorida. Por lá, você encontra várias vielinhas com pequenas lojas de artesanado locais, e shows de tango nas calçadas.

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Se você fizer este passeio em um domingo, aproveite para ir ao bairro vizinho de San Telmo, onde há uma feirinha dominical bem famosa. Não passei nenhum domingo em Buenos Aires, por isso não conheci a feira!

Do Caminito, seguimos para o Jardim Japonês de Buenos Aires, construído no Parque Tres de Febrero, situado no bairro de Palermo, que é lindíssimo e o maior jardim japonês fora do Japão. Recomendo super a visita, e transmite uma paz e tranquilidade incrível, e é muito gostoso passear pelas pontes ou tomar um chá na Chashitsu, onde a bebida é servida à maneira oriental.

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De lá, fomos a pé para o Zoo de Buenos Aires, que, sinceramente, está caindo aos pedaços (ou estava, quando visitei em 2010). O lugar é bonito, mas os bichinhos estão parecendo meio largados – o camelo estava com uma corcova quebrada, e o urso polar que morava lá morreu no final de 2012 pelas condições climáticas e a falta de preparo do Zoo de proporcionar um ambiente apropriado para ele.

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Finalizamos o dia no Café Tortoni, um dos cafés mais antigos da cidade – de 1858 e com decoração antiga e bem preservada. Não há só apenas cafés no menu, mas bastante variedade. E eles também oferecem shows de tango à noite.

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Amanhã tem post do quarto e último dia da nossa viagem a Buenos Aires.



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 1 (Retiro + Obelisco + Casa Rosada + Abasto Shopping)

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Nosso primeiro dia em Buenos Aires foi de muita andança. Começamos no bairro do Retiro, pelo Palácio San Martin, onde hoje é o ministério de relações exteriores.

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Em seguida, andamos mais um pouco e chegamos no Monumento a los Caídos en Malvinas, um grande monumento formado por 25 placas de mármore negro, onde está escrito em cada placa o nome dos soldados que morreram na guerra das Malvinas.

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Em frente a este monumento, está a Torre Monumental de los Ingleses, uma torre de 75 metros de altura, com um grande relógio e 5 sinos em bronze em seu interior. Foi doada pelos residentes britânicos à República Argentina em 1916 para comemorar o centenário da Revolução de Mayo, e é uma espécie de réplica do Big Bem, monumento britânico. Acabamos não indo até a Plaza Fuerza Aérea Argentina, onde a torre está, fotografamos de dentro da Plaza de San Martin.

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A Plaza de San Martin foi palco de uma batalha importante das invasões britânicas em Buenos Aires, e é onde está um monumento em memória ao General San Martin, herói nacional da Argentina.

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Almoçamos no El Palacio de la Papa Frita (Avenida Corrientes 1612), um restaurante com uma das melhores batatas fritas que comi na vida (para vocês terem uma ideia, nossa viagem era curta mas fomos comer lá duas vezes!).

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De lá, seguimos para o Obelisco, monumento histórico da cidade erguido na Praça da República, em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade.

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Os últimos pontos do dia foram a Casa Rosada, sede da presidência da República Argentina, e o Banco Nacional da Argentina, que ficam na Plaza del Mayo, principal praça de Buenos Aires, que já foi palco de protestos e momentos importantes na história da Argentina desde a sua fundação, em 1580.

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O final do dia foi no Shopping Abasto, um shopping imenso, que era o antigo mercado municipal de Buenos Aires. Nós fomos para comer Mc Donald’s Kosher (produtos que obedecem às normas específicas da dieta judaica ortodoxa), e a praça de alimentação tem muitas opções.

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Amanhã tem outro post com o nosso segundo dia em Buenos Aires.



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Onde se hospedar + Calle Florida + Galeria Pacífico

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Desde que eu resgatei o roteiro de Milão aqui no blog, fiquei com vontade de escrever sobre minhas outras viagens. Desta vez, vamos falar de Buenos Aires, a capital da Argentina. Nós viajamos no réveillon de 2009 para 2010, e, na época, ficamos hospedados no centro, no hotel Carsson.

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O centro de Buenos Aires é feio, todo meio velho e meio abandonado. Ficamos com um pouco de medo de andar pelas ruas vazias do centro a noite, e não recomendo ficarem por ali. Eu, quando escolhi, vi que era perto da Calle Florida e da Galeria Pacifico e achei que a localização era boa. No saldo geral, não foi ruim, mas podíamos ter ficado mais tranquilos se estivéssemos em um bairro mais seguro, como Palermo Soho ou Recoleta.

A Calle Florida é um calçadão de mais ou menos um quilometro de extensão, e um dos pontos turísticos de Buenos Aires. São 10 quadras de lojas, restaurantes e bares, e é um passeio bem turístico a se fazer. Não deixe de visitar a Fallabella, uma loja chilena estilo H&M bem legal e com preços bons!

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Na esquina da Calle Florida com a Av. Córdoba está a Galerias Pacífico, um edifício centenário restaurado onde antes funcionava uma galeria de arte e hoje possui mais de 150 lojas. Ele é o shopping mais lindo de Buenos Aires, com teto decorado e construção inspirada na Galerie Laffayette de Paris.

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Destaque para as lojas da MAC Pro e Bobbi Brown, únicas de Buenos Aires – e lojas que amamos, não é mesmo?!



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