Make Up Your Styles

por Dani Zaccai

Micellar Cleansing Water da Garnier

Maquiagem

Hoje é dia de resenha da água micelar da Garnier, a Micellar Cleansing Water. Aqui no Make Up Your Styles já falamos sobre o que é e para que serve a Água Micelar (para saber tudo, acesse o post). Mas, resumidamente, a água micelar é um líquido aquoso e transparente, não contem cheiro nenhum, não possui álcool nem corantes em sua fórmula! Micelar é o nome da tecnologia, que se trata de um agregado de moléculas com características polares e apolares – responsável por esse mecanismo de limpeza não agressivo. Isso significa que, como um ímã, as micelas “capturam” as sujeiras e a maquiagem sem ter que esfregar demais!

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A água micelar tem o poder de limpar a pele, respeitando seu equilíbrio fisiológico. A mais famosa das águas micelares é, sem dúvidas, o famoso Crealine da Bioderma (para ver a resenha deste produto, clique no link!); outras tantas marcas francesas apareceram faz um tempo com suas versões, como a Solução Demaquilante Micelar da Avene (também tem post no blog, só clicar no link!). Agora é a vez das marcas de farmácias americanas oferecerem o produto, como a Garnier (assunto do post de hoje) com duas opções – uma que tira maquiagem a prova d’água e outra não – e a L’oreal Paris (essa já está até a venda no Brasil).

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Falando um pouco sobre a minha experiência com a água micelar da Garnier, me surpreendi muito positivamente. Amei que a formula não tem cheiro, nem álcool ou óleo – ideal para peles sensíveis! Escolhi levar o que tira a maquiagem à prova d’água e não me decepcionou – tirou tudo rapidinho e sem nenhum esforço! Apesar da fórmula não conter nenhum tipo de óleo nem álcool, ela é bifásica (chacoalhando você consegue ver, fiz fotos, abaixo).

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O produto deve ser aplicado com um algodão, e então passar no rosto. O resultado é muito incrível. Coloquei sombras à prova d’água e delineador a prova d’água na mão, e em uma passada já tinha tirado quase tudo. Na segunda, o dorso da minha mão estava 100% limpo.

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Já usei para tirar máscaras a prova d’água e não ardeu nos olhos, e para tirar os batons de longa duração, saiu com muita facilidade. Ele é um pouco oleoso (apesar de não ter óleo na formula!), então precisa lavar o rosto depois de usá-lo. Talvez a versão com a tampa rosinha não fique assim – mas também não deve tirar tão facilmente os produtos à prova d’água.

O preço é uma belezinha, U$9! Você encontra nas farmácias americanas e nas Beauty Stores, como a Ulta Beauty, e nos supermercados americanos, como Target e WalMart.



Dica de loja em Williamsburg no Brooklyn: Mast Brothers

From NYC

A Mast Brothers é uma loja de chocolates dos irmãos Rick e Michael Mast, que tem sua própria fábrica dentro de uma das lojas em Williamsburg, Brooklyn. Por ter uma fábrica dentro da loja, o cheiro é meio forte e pode ser um pouco enjoativo! O chocolate deles é artesanal, com especialidade em chocolates amargos – de 60 e 70% cacau.

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Além disso, existem uns chocolates bem diferentes, com chocolates de leite de cabra, e grãos vindos de vários lugares do mundo, como Papua Nova Guiné, Equador, Guatemala, Peru e Tanzânia. A marca também não usa gordura hidrogenada, conservantes nem açúcar refinado!

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A loja é toda rustica, com alguns balcões onde estão os chocolates expostos, com as embalagens de todos os tamanhos disponíveis e sabores. Se ficar com vontade de provar algum que não tem amostra no balcão, é só pedir para um dos atendentes! A marca é mesmo conhecida por suas embalagens de papel lindas, sendo que cada sabor tem uma padronagem diferente. O chocolate pequeno (28g) custa U$5, o médio (70g) custa U$9, e o grande (200g) custa U$24.

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Particularmente, não gosto dos chocolates dele, são amargos demais. Mas o Dan ama, e o programa é bem diferente, principalmente se você já estiver na região. A loja também oferece tours pela fábrica deles todos os dias, das 11h às 17h, de hora em hora, e custa U$10.

Endereço: 111 N 3rd Street (entre a Berry Street e a Wythe Street).

Como chegar: De metro, pela linha L (estação Bedford Av) e de ônibus pelas linhas B32 e B62.



Novidade de Beleza: Escova Elétrica para alisar os cabelos

Cabelos

Já faz um tempinho que estourou na internet a escova elétrica para alisar os cabelos. Existem diversas marcas, e, inclusive, uns produtos sem marca definida! Rs! Foi um desses que eu comprei, pelo eBay, chamada Digital Anti Static Ceramic Hair Straightener Heating Detangling Brush Authentic.

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Pesquisei muito e agora algumas marcas estão começando a aparecer, mas quando eu comprei não encontrei marca nenhuma. Todas elas, no entanto, prometiam a mesma coisa: alisar os fios apenas penteando, sem grandes esforços. Ainda promete remover a eletricidade estáticas dos fios, e ajudar a nutrir os cabelos. Mesmo com esses benefícios, não abro mão de usar um protetor térmico nos fios antes de passar a escova elétrica – tem um Guia do Protetor Térmico para os Cabelos aqui no blog, clica para dar uma olhada.

Ela possui botões para aumentar e diminuir a temperatura (chegando em até 230°) e um visorzinho para mostrar a temperatura. Ela esquenta super rápido!

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Ela é bem fácil de usar mesmo, e alisa o cabelo sim. Meu cabelo, que é fino, precisou de umas três passadas por mecha para ficar liso como eu queria. Achei meio difícil alisar a raiz – tenho um redemoinho meio chato que deixa minha raiz com uma onda que eu odeio! Acho uma ótima para viagens e para dias mais corridos, para ajeitar os fios e tudo mais.

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Dizem que pode usar também no cabelo molhado, mas eu não arrisquei. Achei melhor esperar secar naturalmente e depois passar a escova nos fios secos. Algumas lojas online estão vendendo já no Brasil, mas achei os preços absurdos (média de R$300!). Eu comprei a minha no eBay por U$23, e imagino que existam vendedores que enviem para o Brasil. A vendedora que eu comprei (dakdooma) até entrega no Brasil, mas o valor com frete e taxa fica U$121.

Ah, e a Revlon também lançou uma neste estilo, e que você encontra nas farmácias americanas e beauty stores (como a Ricky’s NYC e a Ulta Beauty) por U$50.



Flat Tummy Tea: Funciona ou não?

Cotidiano

O Flat Tummy Tea é um chá que virou modinha aqui nos Estados Unidos, e promete basicamente desinchar e dar energia. Quando você entra no instagram da marca, fica surpresa com os resultados mostrados, e inclusive um pouco desconfiada. Pelo menos eu fiquei. Mas, estava começando uma dieta de 1200 calorias (usando o MyFitnessPal, aplicativo que mostrei no post “Aplicativos que ajudam a emagrecer”) e começando a fazer exercícios com ajuda do Sworkit. Resolvi então comprar o pack de 4 semanas do Flat Tummy Tea e incorporar na minha nova rotina.

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Ele vem em uma nécessaire, com dois saquinhos de chá: o Activate, para ser tomado todos os dias de manhã junto com o café da manhã, que acelera o metabolismo, aumenta a energia e diminui o inchaço; e o Cleanse, para ser tomado antes de dormir (na primeira semana dia sim dia não, e nas seguintes a cada 3 dias), que limpa o organismo, estimula a digestão e reduz o inchaço. Para fazer é fácil – seguindo as instruções, coloque 1 colher de chá das folhas para cada xicara de chá e deixe o tempo de infusão (de 5 a 7 minutos para o Activate e 3 a 5 para o Cleanse).

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O chá tem um gostinho bom, e ajuda na digestão. O pack para 2 semanas custa U$32 e o pack para 4 semanas custa U$46 (o site da marca entrega no Brasil!). Eu tomei certinho o chá, por quatro semanas. Emagreci, pela minha dieta e meus exercícios, mas não desinchei. Não perdi barriga. Não vi diferença nenhuma nas minhas medidas – medi minha cintura e culote uma vez por semana, e nas quatro semanas não reduzi nem um centímetro. Não vou mostrar fotos de antes ou depois porque né, não mudou nada. Resumindo, cai no conto do vigário.    



Dica de Restaurante em Williamsburg no Brooklyn: Julliette Restaurant

From NYC

A dica de hoje é de um restaurante em Williamsburg no Brooklyn, o Juliette. O Juliette fica na parte do burburinho de Williamsburg, próximo à Bedford Avenue. Ideal para passear no final de semana pelas ruas de Williamsburg e depois parar para um brunch ou almoço no Juliette.

O Juliette é um lugar muito charmosinho, com três ambientes, sendo que o do terraço com teto de vidro e muitas plantas é o mais lindo.

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Pedi um belinni de entrada e o Dan um drink de pepino. De comida, pedi Egg Forestiere, uma torrada com cogumelos, couve e alcachofras com dois ovos fritos por cima. O Dan escolheu o hamburger de cordeiro com batatas fritas. A sobremesa foi um Warm Chocolate Cake, uma delícia.

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É melhor fazer reserva, para não ter que ficar esperando por muito tempo – como fomos de última hora, ficamos esperando quase uma hora para sentar.

Endereço: 135 N 5th St, Brooklyn (entre a Bedford Avenue e Berry Street)

Como chegar: De metro, pela linha L (estação Bedford Av) e de ônibus pelas linhas B32 e B62.



Amolecedor de Cutículas com manteiga de Karité da Ideal

Unhas

Desde o final da minha faculdade, em 2008, quando estava numa fase “sem tempo pra nada”, aprendi a fazer as minhas unhas sozinha. De lá pra cá, testei de um tudo – diversas bases, marcas de esmaltes, secantes, top coats, acetonas… mas tem um produto que eu uso desde a primeira vez que fiz minhas unhas sozinhas até hoje – todas as semanas: o amolecedor de cutículas com manteiga de karité da Ideal.

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Segundo a marca, ele “amacia a cutícula e possui princípio ativo com função antioxidante, emoliente e hidratante. Confere maciez e brilho à pele, além de proporcionar uma excelente emoliência para unhas e cutículas”. É super fácil de usar – coloca um pouco em cada dedo e mergulha a mão na agua morna. Ele é bem consistente e quase não tem cheiro, perfeito.

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Ai pronto, é só tirar a cutícula, que fica super facinho e molinha. Já li pessoas que não tiram a cutícula e usam o produto para hidratar, e em seguida afastar as cutículas. Só um pouquinho é suficiente, então a embalagem dura horrores – e é super barata, custa em média R$4,00.



Tour de Sex and The City em Nova York

From NYC

Nova York foi o pano de fundo da famosa série Sex and The City, por isso, se você é fã da série, não deixe de fazer um Tour de Sex & The City quando estiver por aqui. E não, não precisa pagar quase U$50 para ir em um tour organizado por empresas. Anota aqui minhas dicas e endereços, faça por você mesma sem gastar nada, além de um passe de metro e muitas calorias!

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Vamos começar pelo Sex Shop Pleasure Chest, onde a Charlotte comprou o famoso vibrador de coelhinho. Demos uma passada lá para conhecer. O lugar é bem diferente e inclusive tem coisas legais para uma festa de despedida de solteira! O endereço é: 156 7th Ave (entre a Charles St e a Perry St).

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O segundo ponto é a fachada do apartamento da Carrie, que na série ficava no Upper East Side (na 73nd Street entre a Madison e a Park Avenue), mas na verdade fica no West Village, bairro fofo e simpático, que vale muito a visita sem pressa para caminhar por ali e apreciar. O endereço é 66 Perry Street (entre Bleecker St e West 4th St).

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A Magnolia Bakery é outra parada obrigatória, já que sempre aparecia na serie com a Carrie e Miranda devorando os famosos cupcakes de lá. Existem diversas lojas na cidade, mas o endereço original, e o mais perto do apartamento da Carrie é o 401 Bleecker St.

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A loja do Manolo Blahnik na 31 W 54th St também é uma parada legal – principalmente olhar, já que os sapatos são caríssimos. A sapatilha mais barata sai U$300, e os sapatos podem chegar até U$5.000,00.

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O Scout, bar do Aidan (ex namorado da Carrie) e do Steve (marido da Miranda), é, na verdade, o bar chamado O´Neals, que fica na 174 Grand St. Não deixe de visitar e tomar um cosmopolitan.

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O restaurante Buddakan, um dos mais famosos de Nova York, apareceu no filme de Sex and The City como o restaurante onde foi o rehearsal dinner (ensaio de casamento) da Carrie e do Mr. Big. Tem post completo sobre o restaurante, é só clicar no link. O endereço é 75 9th Avenue.

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Agora é só colocar um sapato confortável e visitar os pontos citados! 🙂



Guia de Viagens: Um dia em Napa Valley, Califórnia

Guia de Viagens

Hoje o post é sobre Napa Valley, a região vinícola mais famosa da Califórnia que fica a aproximadamente 100km de São Francisco. A região está na primeira divisão produtora de vinhos, já que possui uma combinação de solo, relevo, clima e umidade perfeitos para o cultivo das parreiras.

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Nos saímos de São Francisco no começo do dia, e chegamos para nossa primeira visita à vinícolas às 13h. Nos teríamos tempo de visitar duas vinícolas, então escolhemos com cuidado, já que são muitas opções. Chegamos à Schramberg Vineyards, vinícola especializada em espumantes na hora, e o tour foi muito interessante. Os espumantes deles são servidos nos eventos oficiais do governo dos Estados Unidos, o que mostra a importância e qualidade que tem a vinícola.

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O valor da degustação é de U$60, e são 4 espumantes e um vinho tinto (de uma vinícola vizinha e parceira deles) servidos, depois de um tour pela vinícola, que possui longos corredores e mais de 3.000 metros quadrados de tuneis. É recomendado agendar com antecedência, no próprio site da vinícola.

De lá, paramos na cidade de Santa Helena almoçar e seguimos em direção ao nosso hotel, o Auberge du Soleil. Que hotel mais encantador, inspirado em Provence (os fundadores são franceses!), todo fofo e com uma sensação de calmaria que contagia.

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O café da manhã do hotel, com vista para as vinícolas da região, é um programa por si só. Que delícia e que paz. E que comida gostosa! Ficamos só uma noite, mas deu para aproveitar demais o hotel e essa tranquilidade.

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A outra vinícola que visitamos é mais turística, mais cheia e movimentada. O Castello di Amorosa é uma vinícola relativamente nova – abriu para visitação do público em 2007-, e foi inspirada nos castelos da Toscana do século XII e XIII.

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O passeio é lindíssimo e rende fotos maravilhosas. Você pode optar por fazer tours com degustação de vinhos, ou dar uma volta pelo castelo por conta própria (exceto nas áreas exclusivas para os pagantes, claro!).

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Escolhemos fazer uma degustação de vinho com harmonização com queijos – são 8 vinhos a serem degustados e custa U$60 por pessoa. Todos os queijos eram de fazendas da região, e muito saborosos. Não deixe de experimentar os Grapeseed Oils deles, principalmente o de manjericão – gostei tanto que trouxe pra casa!

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De lá, seguimos de volta para São Francisco, onde dormimos de novo no Fairmont Hotel, e saímos cedinho de manhã, de volta para Nova York.



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 3 (Anchor Brewery, Lombard Street, The Cliff House e Golden Gate Park)

Guia de Viagens

Nosso último dia em São Francisco começou dividindo homens e mulheres. Rs! Enquanto eu e minha sogra passeamos mais um pouco pela Union Square (no dia anterior a maioria das lojas já estavam fechadas, então realmente só passeamos!) para fazer umas comprinhas, enquanto os homens foram conhecer a cervejaria Anchor Brewery, conhecida pela Steam Beer, um estilo próprio de cervejas da costa oeste americana e que hoje é um termo que só pode ser usado pela Anchor.

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Nos encontramos de novo para irmos na Lombard Street, a rua com mais curvas do mundo, no trecho entre a Leavenworth St e a Hyde St. A rua foi projetada desta forma para que os carros pudessem descer sem derrapar. O projeto é de 1922 e foi idealizado por um dos moradores da vizinhança – de tão esquisita, ficou famosa entre os turistas.

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Nosso almoço foi no The Cliff House, um restaurante que foi construído num penhasco sobre falésias em São Francisco, na Califórnia, com madeira de um navio naufragado naquela encosta. Que vista linda, e que comida gostosa.

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Ele fica relativamente próximo ao Golden Gate Park, um parque bem grande que possui diversas atrações, como tem várias atrações, como o Japanese Tea Garden, um jardim japonês fofo com um espaco pata tomar o tradicional chá à beirra do lago – nossa primeira parada. A entrada para o Jardim Japonês é U$8.

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Nossa segunda parada dentro do parque foi o California Academy of Sciences, um dos dez maiores museus de história natural do mundo. Dentro dele há algumas atrações: a primeira é a Rainforest, uma grande estufa que imita perfeitamente as condições climáticas das florestas: das Americas, uma de Madagascar e a floresta Canopy, onde estão diversas borboletas que inclusive podem pousar em você. Para vocês terem uma ideia, antes de sair da “bolha” há um funcionário do museu que checa para ter certeza que não há nenhuma borboleta colada em você.

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A segunda atração é o Steinhart Aquarium, que você chega de elevador ao acabar o passeio pela Rainforest. Apesar de compacto, o aquário possui mais de 900 mil espécies, com peixes, corais, cavalos marinhos, estrelas do mar e ouriços (você pode tocar!!) e águas vivas (um espetáculo a parte, principalmente quando mudam de cor!).

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A terceira atração que fomos foi o Morrison Planetarium, um dome com mais de 22 metros de diâmetro, e que possui exibições temporárias e permanentes.

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Ainda existe a atração Earthquake, que possui informações e um simulador de terremotos, já que a cidade de São Francisco já sofreu duas vezes com eles – em 1906 e 1989. Estava muita fila e acabamos não indo no simulador. Não deixe de visitar o Living Roof, um local onde você pode subir no telhado com cobertura viva, já que a parte de cima da laje foi transformada num eco-sistema de plantas nativas da região.

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Normalmente a entrada custa U$34,95 – mas como nós fomos no chamado Nightlife, que funciona da seguinte froma: o planetário só tem algumas apresentações e os ingressos são distribuídos assim que o museu abre (minha dica é ir direto fazer a fila para pegar ingresso do planetário), e a Rainforest fecha mais cedo que o resto das atrações. Além disso, música alta (estilo balada) em alguns pontos, e bares espalhados por todo o museu. Um programa super legal e diferente, e só maiores de 21 anos podem participar. O valor? U$15 por pessoa – e o nightfife acontece todas as quintas, das 18h às 22h.

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Amanha é dia de post sobre o nosso dia em Napa Valley!



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 2 (Alcatraz, Ferry Building Marketplace, Pier 39, Fisherman’s Wharf e Ghirardelli Square)

Guia de Viagens

Nosso segundo dia em São Francisco começou com nosso passeio à Ilha de Alcatraz, conhecida pela prisão que abrigou os piores criminosos nos anos 30, e que, antes disso, foi uma base militar do governo americano. A prisão da ilha, localizada há apenas alguns quilômetros da cidade na Baía de São Francisco, foi desativada nos anos 60, um ano após a única fuga ter acontecido. O passeio deve ser comprado com antecedência (de preferência um mês antes), e dá direito à balsa que te leva até a ilha, e que sai do Píer 33.

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A ida de balsa leva alguns minutos e a vista é linda, principalmente quando vai chegando mais perto da ilha e a Golden Gate Bridge está atrás. No caminho de ida, ainda tivemos a sorte de ver alguns golfinhos brincando no mar (pena que não consegui fotografar).

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Chegando na ilha, a única parada obrigatória que temos é ouvir a instrução de um dos guardas do parque (a ilha é um parque nacional!), que espera todos saírem da balsa para começar a falar. Também compramos um mapinha com informações, que custa U$1.

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Depois de ouvir o guarda, seguimos para o Theater, onde passa um documentário sobre a ilha elaborado pelo Discovery Channel. Achei bem legal porque deu uma contextualizada na história antes de chegarmos ao prédio da prisão, que fica no topo da ilha. A subida não é longa e tem uma vista bem linda, mas se você não conseguir subir a pé por qualquer motivo, o parque disponibiliza um tremzinho que sobe e desce de tempos em tempos!

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É no prédio principal da prisão, chamado de Main Prison, que você pode pegar o áudio tour, onde escuta a narração da história pelos próprios presos da ilha (versão em inglês!). O áudio vai te guiando pelo prédio e te leva para os pontos onde atos históricos aconteceram, muito interessante.

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No meio do tour, saímos para a parte de fora bem no topo, onde está o antigo farol da ilha com uma vista linda para São Francisco. O final do tour é, obviamente, numa lojinha. No dia que fomos, um dos antigos prisioneiros da ilha estava autografando livros sobre a sua história.

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Descendo para pegar a balsa de volta (não tem um horário especifico de volta, você pode ficar o tempo que quiser, desde que se atente ao horário da última balsa, óbvio!), paramos para conhecer os jardins da ilha que é mantido por voluntárias e é bem bonito.

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Assim que voltamos para São Francisco, seguimos a pé para o Ferry Building Marketplace, um prédio que funcionava como terminal e era considerado o segundo mais movimentado do mundo. Hoje é um mercado grande, estilo o Chelsea Market aqui de Nova York. O passeio é bem legal, e eu aconselho conhecer a Stonehouse California Olive Oil, uma loja especializada em azeites, que é incrível.

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De lá, pegamos um taxi até o Pier 39 (podíamos ter ido a pé, são 25 minutos a pé), o píer mais famoso de São Francisco. Tire um tempo para passear por lá, conhecer algumas lojas como a Chocolate Heaven e a Lefty’s, uma loja especificas para canhotos.

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O aquário de SF também fica ali, mas acabamos não visitando desta vez. Almoçamos no Louis, um restaurante italiano e de frutos do mar no Pier 39, com vista para a baía (onde estão os leões marinhos!), comida boa e preço justo.

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Depois do almoço, descemos para ver os Leões marinhos mais de perto. Eles chegaram ao Pier 39 de SF, logo após o terremoto de 1989 e desde então escolheram ficar por lá. Eles fazem bastante barulho, e é divertido vê-los interagindo uns com os outros, brincando, brigando e caindo na água.

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De lá, seguimos andando até o Fisherman’s Wharf, região onde os pescadores italianos emigrados se instalaram. Desde então, é lá a principal base da frota pesqueira de São Francisco, cheio de barcos pesqueiros, peixarias e restaurantes de frutos do mar.

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Mesmo tendo almoçado no Loius do Pier 39, o Dan queria muito comer no In-N-Out, rede fast food ultra conhecida da Califórnia, que quem conhece ama (eu não como carne, então não posso opinar!). Esse é o único endereço dentro da cidade, no 333 Jeferson Street, pertíssimo do Fisherman’s Wharf.

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Andando mais um pouco, chegamos à Ghirardelli Square, a antiga fábrica da famosa marca de chocolates, que hoje virou uma grande praça com lojas fofas. Entramos na loja, belíssima, da Ghirardelli, e em outra chamada YAP, com itens para nossos pets, super linda (e cara).

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Terminamos o dia na Union Square, passeando um pouco. Já falei sobre a Union Square no primeiro post sobre São Francisco– se quiser saber mais, é só clicar no link! Amanhã tem post com o nosso terceiro e último dia em São Francisco.

 



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