Make Up Your Styles

por Dani Zaccai

Flat Tummy Tea: Funciona ou não?

Cotidiano

O Flat Tummy Tea é um chá que virou modinha aqui nos Estados Unidos, e promete basicamente desinchar e dar energia. Quando você entra no instagram da marca, fica surpresa com os resultados mostrados, e inclusive um pouco desconfiada. Pelo menos eu fiquei. Mas, estava começando uma dieta de 1200 calorias (usando o MyFitnessPal, aplicativo que mostrei no post “Aplicativos que ajudam a emagrecer”) e começando a fazer exercícios com ajuda do Sworkit. Resolvi então comprar o pack de 4 semanas do Flat Tummy Tea e incorporar na minha nova rotina.

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Ele vem em uma nécessaire, com dois saquinhos de chá: o Activate, para ser tomado todos os dias de manhã junto com o café da manhã, que acelera o metabolismo, aumenta a energia e diminui o inchaço; e o Cleanse, para ser tomado antes de dormir (na primeira semana dia sim dia não, e nas seguintes a cada 3 dias), que limpa o organismo, estimula a digestão e reduz o inchaço. Para fazer é fácil – seguindo as instruções, coloque 1 colher de chá das folhas para cada xicara de chá e deixe o tempo de infusão (de 5 a 7 minutos para o Activate e 3 a 5 para o Cleanse).

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O chá tem um gostinho bom, e ajuda na digestão. O pack para 2 semanas custa U$32 e o pack para 4 semanas custa U$46 (o site da marca entrega no Brasil!). Eu tomei certinho o chá, por quatro semanas. Emagreci, pela minha dieta e meus exercícios, mas não desinchei. Não perdi barriga. Não vi diferença nenhuma nas minhas medidas – medi minha cintura e culote uma vez por semana, e nas quatro semanas não reduzi nem um centímetro. Não vou mostrar fotos de antes ou depois porque né, não mudou nada. Resumindo, cai no conto do vigário.    



Dica de Restaurante em Williamsburg no Brooklyn: Julliette Restaurant

From NYC

A dica de hoje é de um restaurante em Williamsburg no Brooklyn, o Juliette. O Juliette fica na parte do burburinho de Williamsburg, próximo à Bedford Avenue. Ideal para passear no final de semana pelas ruas de Williamsburg e depois parar para um brunch ou almoço no Juliette.

O Juliette é um lugar muito charmosinho, com três ambientes, sendo que o do terraço com teto de vidro e muitas plantas é o mais lindo.

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Pedi um belinni de entrada e o Dan um drink de pepino. De comida, pedi Egg Forestiere, uma torrada com cogumelos, couve e alcachofras com dois ovos fritos por cima. O Dan escolheu o hamburger de cordeiro com batatas fritas. A sobremesa foi um Warm Chocolate Cake, uma delícia.

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É melhor fazer reserva, para não ter que ficar esperando por muito tempo – como fomos de última hora, ficamos esperando quase uma hora para sentar.

Endereço: 135 N 5th St, Brooklyn (entre a Bedford Avenue e Berry Street)

Como chegar: De metro, pela linha L (estação Bedford Av) e de ônibus pelas linhas B32 e B62.



Amolecedor de Cutículas com manteiga de Karité da Ideal

Unhas

Desde o final da minha faculdade, em 2008, quando estava numa fase “sem tempo pra nada”, aprendi a fazer as minhas unhas sozinha. De lá pra cá, testei de um tudo – diversas bases, marcas de esmaltes, secantes, top coats, acetonas… mas tem um produto que eu uso desde a primeira vez que fiz minhas unhas sozinhas até hoje – todas as semanas: o amolecedor de cutículas com manteiga de karité da Ideal.

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Segundo a marca, ele “amacia a cutícula e possui princípio ativo com função antioxidante, emoliente e hidratante. Confere maciez e brilho à pele, além de proporcionar uma excelente emoliência para unhas e cutículas”. É super fácil de usar – coloca um pouco em cada dedo e mergulha a mão na agua morna. Ele é bem consistente e quase não tem cheiro, perfeito.

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Ai pronto, é só tirar a cutícula, que fica super facinho e molinha. Já li pessoas que não tiram a cutícula e usam o produto para hidratar, e em seguida afastar as cutículas. Só um pouquinho é suficiente, então a embalagem dura horrores – e é super barata, custa em média R$4,00.



Tour de Sex and The City em Nova York

From NYC

Nova York foi o pano de fundo da famosa série Sex and The City, por isso, se você é fã da série, não deixe de fazer um Tour de Sex & The City quando estiver por aqui. E não, não precisa pagar quase U$50 para ir em um tour organizado por empresas. Anota aqui minhas dicas e endereços, faça por você mesma sem gastar nada, além de um passe de metro e muitas calorias!

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Vamos começar pelo Sex Shop Pleasure Chest, onde a Charlotte comprou o famoso vibrador de coelhinho. Demos uma passada lá para conhecer. O lugar é bem diferente e inclusive tem coisas legais para uma festa de despedida de solteira! O endereço é: 156 7th Ave (entre a Charles St e a Perry St).

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O segundo ponto é a fachada do apartamento da Carrie, que na série ficava no Upper East Side (na 73nd Street entre a Madison e a Park Avenue), mas na verdade fica no West Village, bairro fofo e simpático, que vale muito a visita sem pressa para caminhar por ali e apreciar. O endereço é 66 Perry Street (entre Bleecker St e West 4th St).

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A Magnolia Bakery é outra parada obrigatória, já que sempre aparecia na serie com a Carrie e Miranda devorando os famosos cupcakes de lá. Existem diversas lojas na cidade, mas o endereço original, e o mais perto do apartamento da Carrie é o 401 Bleecker St.

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A loja do Manolo Blahnik na 31 W 54th St também é uma parada legal – principalmente olhar, já que os sapatos são caríssimos. A sapatilha mais barata sai U$300, e os sapatos podem chegar até U$5.000,00.

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O Scout, bar do Aidan (ex namorado da Carrie) e do Steve (marido da Miranda), é, na verdade, o bar chamado O´Neals, que fica na 174 Grand St. Não deixe de visitar e tomar um cosmopolitan.

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O restaurante Buddakan, um dos mais famosos de Nova York, apareceu no filme de Sex and The City como o restaurante onde foi o rehearsal dinner (ensaio de casamento) da Carrie e do Mr. Big. Tem post completo sobre o restaurante, é só clicar no link. O endereço é 75 9th Avenue.

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Agora é só colocar um sapato confortável e visitar os pontos citados! :)



Guia de Viagens: Um dia em Napa Valley, Califórnia

Guia de Viagens

Hoje o post é sobre Napa Valley, a região vinícola mais famosa da Califórnia que fica a aproximadamente 100km de São Francisco. A região está na primeira divisão produtora de vinhos, já que possui uma combinação de solo, relevo, clima e umidade perfeitos para o cultivo das parreiras.

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Nos saímos de São Francisco no começo do dia, e chegamos para nossa primeira visita à vinícolas às 13h. Nos teríamos tempo de visitar duas vinícolas, então escolhemos com cuidado, já que são muitas opções. Chegamos à Schramberg Vineyards, vinícola especializada em espumantes na hora, e o tour foi muito interessante. Os espumantes deles são servidos nos eventos oficiais do governo dos Estados Unidos, o que mostra a importância e qualidade que tem a vinícola.

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O valor da degustação é de U$60, e são 4 espumantes e um vinho tinto (de uma vinícola vizinha e parceira deles) servidos, depois de um tour pela vinícola, que possui longos corredores e mais de 3.000 metros quadrados de tuneis. É recomendado agendar com antecedência, no próprio site da vinícola.

De lá, paramos na cidade de Santa Helena almoçar e seguimos em direção ao nosso hotel, o Auberge du Soleil. Que hotel mais encantador, inspirado em Provence (os fundadores são franceses!), todo fofo e com uma sensação de calmaria que contagia.

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O café da manhã do hotel, com vista para as vinícolas da região, é um programa por si só. Que delícia e que paz. E que comida gostosa! Ficamos só uma noite, mas deu para aproveitar demais o hotel e essa tranquilidade.

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A outra vinícola que visitamos é mais turística, mais cheia e movimentada. O Castello di Amorosa é uma vinícola relativamente nova – abriu para visitação do público em 2007-, e foi inspirada nos castelos da Toscana do século XII e XIII.

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O passeio é lindíssimo e rende fotos maravilhosas. Você pode optar por fazer tours com degustação de vinhos, ou dar uma volta pelo castelo por conta própria (exceto nas áreas exclusivas para os pagantes, claro!).

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Escolhemos fazer uma degustação de vinho com harmonização com queijos – são 8 vinhos a serem degustados e custa U$60 por pessoa. Todos os queijos eram de fazendas da região, e muito saborosos. Não deixe de experimentar os Grapeseed Oils deles, principalmente o de manjericão – gostei tanto que trouxe pra casa!

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De lá, seguimos de volta para São Francisco, onde dormimos de novo no Fairmont Hotel, e saímos cedinho de manhã, de volta para Nova York.



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 3 (Anchor Brewery, Lombard Street, The Cliff House e Golden Gate Park)

Guia de Viagens

Nosso último dia em São Francisco começou dividindo homens e mulheres. Rs! Enquanto eu e minha sogra passeamos mais um pouco pela Union Square (no dia anterior a maioria das lojas já estavam fechadas, então realmente só passeamos!) para fazer umas comprinhas, enquanto os homens foram conhecer a cervejaria Anchor Brewery, conhecida pela Steam Beer, um estilo próprio de cervejas da costa oeste americana e que hoje é um termo que só pode ser usado pela Anchor.

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Nos encontramos de novo para irmos na Lombard Street, a rua com mais curvas do mundo, no trecho entre a Leavenworth St e a Hyde St. A rua foi projetada desta forma para que os carros pudessem descer sem derrapar. O projeto é de 1922 e foi idealizado por um dos moradores da vizinhança – de tão esquisita, ficou famosa entre os turistas.

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Nosso almoço foi no The Cliff House, um restaurante que foi construído num penhasco sobre falésias em São Francisco, na Califórnia, com madeira de um navio naufragado naquela encosta. Que vista linda, e que comida gostosa.

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Ele fica relativamente próximo ao Golden Gate Park, um parque bem grande que possui diversas atrações, como tem várias atrações, como o Japanese Tea Garden, um jardim japonês fofo com um espaco pata tomar o tradicional chá à beirra do lago – nossa primeira parada. A entrada para o Jardim Japonês é U$8.

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Nossa segunda parada dentro do parque foi o California Academy of Sciences, um dos dez maiores museus de história natural do mundo. Dentro dele há algumas atrações: a primeira é a Rainforest, uma grande estufa que imita perfeitamente as condições climáticas das florestas: das Americas, uma de Madagascar e a floresta Canopy, onde estão diversas borboletas que inclusive podem pousar em você. Para vocês terem uma ideia, antes de sair da “bolha” há um funcionário do museu que checa para ter certeza que não há nenhuma borboleta colada em você.

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A segunda atração é o Steinhart Aquarium, que você chega de elevador ao acabar o passeio pela Rainforest. Apesar de compacto, o aquário possui mais de 900 mil espécies, com peixes, corais, cavalos marinhos, estrelas do mar e ouriços (você pode tocar!!) e águas vivas (um espetáculo a parte, principalmente quando mudam de cor!).

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A terceira atração que fomos foi o Morrison Planetarium, um dome com mais de 22 metros de diâmetro, e que possui exibições temporárias e permanentes.

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Ainda existe a atração Earthquake, que possui informações e um simulador de terremotos, já que a cidade de São Francisco já sofreu duas vezes com eles – em 1906 e 1989. Estava muita fila e acabamos não indo no simulador. Não deixe de visitar o Living Roof, um local onde você pode subir no telhado com cobertura viva, já que a parte de cima da laje foi transformada num eco-sistema de plantas nativas da região.

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Normalmente a entrada custa U$34,95 – mas como nós fomos no chamado Nightlife, que funciona da seguinte froma: o planetário só tem algumas apresentações e os ingressos são distribuídos assim que o museu abre (minha dica é ir direto fazer a fila para pegar ingresso do planetário), e a Rainforest fecha mais cedo que o resto das atrações. Além disso, música alta (estilo balada) em alguns pontos, e bares espalhados por todo o museu. Um programa super legal e diferente, e só maiores de 21 anos podem participar. O valor? U$15 por pessoa – e o nightfife acontece todas as quintas, das 18h às 22h.

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Amanha é dia de post sobre o nosso dia em Napa Valley!



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 2 (Alcatraz, Ferry Building Marketplace, Pier 39, Fisherman’s Wharf e Ghirardelli Square)

Guia de Viagens

Nosso segundo dia em São Francisco começou com nosso passeio à Ilha de Alcatraz, conhecida pela prisão que abrigou os piores criminosos nos anos 30, e que, antes disso, foi uma base militar do governo americano. A prisão da ilha, localizada há apenas alguns quilômetros da cidade na Baía de São Francisco, foi desativada nos anos 60, um ano após a única fuga ter acontecido. O passeio deve ser comprado com antecedência (de preferência um mês antes), e dá direito à balsa que te leva até a ilha, e que sai do Píer 33.

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A ida de balsa leva alguns minutos e a vista é linda, principalmente quando vai chegando mais perto da ilha e a Golden Gate Bridge está atrás. No caminho de ida, ainda tivemos a sorte de ver alguns golfinhos brincando no mar (pena que não consegui fotografar).

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Chegando na ilha, a única parada obrigatória que temos é ouvir a instrução de um dos guardas do parque (a ilha é um parque nacional!), que espera todos saírem da balsa para começar a falar. Também compramos um mapinha com informações, que custa U$1.

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Depois de ouvir o guarda, seguimos para o Theater, onde passa um documentário sobre a ilha elaborado pelo Discovery Channel. Achei bem legal porque deu uma contextualizada na história antes de chegarmos ao prédio da prisão, que fica no topo da ilha. A subida não é longa e tem uma vista bem linda, mas se você não conseguir subir a pé por qualquer motivo, o parque disponibiliza um tremzinho que sobe e desce de tempos em tempos!

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É no prédio principal da prisão, chamado de Main Prison, que você pode pegar o áudio tour, onde escuta a narração da história pelos próprios presos da ilha (versão em inglês!). O áudio vai te guiando pelo prédio e te leva para os pontos onde atos históricos aconteceram, muito interessante.

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No meio do tour, saímos para a parte de fora bem no topo, onde está o antigo farol da ilha com uma vista linda para São Francisco. O final do tour é, obviamente, numa lojinha. No dia que fomos, um dos antigos prisioneiros da ilha estava autografando livros sobre a sua história.

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Descendo para pegar a balsa de volta (não tem um horário especifico de volta, você pode ficar o tempo que quiser, desde que se atente ao horário da última balsa, óbvio!), paramos para conhecer os jardins da ilha que é mantido por voluntárias e é bem bonito.

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Assim que voltamos para São Francisco, seguimos a pé para o Ferry Building Marketplace, um prédio que funcionava como terminal e era considerado o segundo mais movimentado do mundo. Hoje é um mercado grande, estilo o Chelsea Market aqui de Nova York. O passeio é bem legal, e eu aconselho conhecer a Stonehouse California Olive Oil, uma loja especializada em azeites, que é incrível.

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De lá, pegamos um taxi até o Pier 39 (podíamos ter ido a pé, são 25 minutos a pé), o píer mais famoso de São Francisco. Tire um tempo para passear por lá, conhecer algumas lojas como a Chocolate Heaven e a Lefty’s, uma loja especificas para canhotos.

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O aquário de SF também fica ali, mas acabamos não visitando desta vez. Almoçamos no Louis, um restaurante italiano e de frutos do mar no Pier 39, com vista para a baía (onde estão os leões marinhos!), comida boa e preço justo.

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Depois do almoço, descemos para ver os Leões marinhos mais de perto. Eles chegaram ao Pier 39 de SF, logo após o terremoto de 1989 e desde então escolheram ficar por lá. Eles fazem bastante barulho, e é divertido vê-los interagindo uns com os outros, brincando, brigando e caindo na água.

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De lá, seguimos andando até o Fisherman’s Wharf, região onde os pescadores italianos emigrados se instalaram. Desde então, é lá a principal base da frota pesqueira de São Francisco, cheio de barcos pesqueiros, peixarias e restaurantes de frutos do mar.

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Mesmo tendo almoçado no Loius do Pier 39, o Dan queria muito comer no In-N-Out, rede fast food ultra conhecida da Califórnia, que quem conhece ama (eu não como carne, então não posso opinar!). Esse é o único endereço dentro da cidade, no 333 Jeferson Street, pertíssimo do Fisherman’s Wharf.

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Andando mais um pouco, chegamos à Ghirardelli Square, a antiga fábrica da famosa marca de chocolates, que hoje virou uma grande praça com lojas fofas. Entramos na loja, belíssima, da Ghirardelli, e em outra chamada YAP, com itens para nossos pets, super linda (e cara).

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Terminamos o dia na Union Square, passeando um pouco. Já falei sobre a Union Square no primeiro post sobre São Francisco– se quiser saber mais, é só clicar no link! Amanhã tem post com o nosso terceiro e último dia em São Francisco.

 



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 1 (Painted Ladies, Twin Peaks, Golden Gate Bridge, Sausalito e Jogo de Basquete)

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No nosso primeiro dia de passeio por São Francisco, escolhemos visitar diversos pontos turísticos da cidade e arredores. Começamos pela Alamo Square, uma praça fofa onde estão situadas as famosas Painted Ladies, casas vitorianas que já foram cenários de vários filmes e séries, como a Full House (Três é Demais, em português). As melhores fotografias das casas são feitas da parte mais alta da praça, como vocês podem ver.

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Seguimos para o Twin Peaks, duas montanhas “gêmeas” – o pico Eureka (norte) e o pico Noe (sul) – que formam o segundo ponto mais alto da cidade (300 metros de altura!), onde se tem vista 360° da cidade, e onde você pode observar o que a neblina, pela qual São Francisco é tão conhecida, deixar. Quanto mais aberto o dia, melhor a vista. Quando fomos, o dia estava lindo, mas a Golden Gate estava quase impossível de ser vista de lá, devido à neblina.

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Nossa parada seguinte foi, sem dúvida, a mais especial. Fomos para um dos pontos para ver a belíssima Golden Gate Bridge; escolhemos o Fort Point e Crissy Field. Eles ficam do lado de São Francisco da ponte, e as fotos ficam incríveis com a ponte atrás. Paramos no Fort Point e fomos andando por um pedaço do Crissy Field, onde há uma lanchonete e lojinha.

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De lá, atravessamos a ponte de carro, em direção à Sausalito, mas antes de conhecer a cidade, fizemos mais uma parada, dessa vez no mirante chamado Marin Headlands. Na verdade, o Marin Headlands são diversos mirantes. Nós paramos em um deles, subimos uma trilhazinha e gente, que vista maravilhosa.

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Sausalito foi nossa próxima parada, uma cidadezinha com pouco mais de 7.000 moradores, super tranquila e agradável de se passear. Era hora do almoço e o The Spinakker, restaurante lindo, turístico e fofo com uma super vista foi nossa escolha.

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Estacionamos o carro perto do restaurante (não esqueçam de pagar em uma das maquinas espalhados pelo estacionamento, e colocar o recibo no console do carro), almoçamos e depois fomos de lá andando pela orla de Sausalito, visitando algumas lojas e apreciando o passeio.

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Finalizamos nosso dia no Oracle Arena, em Oakland (fica há 40 minutos de SF), para um jogo de basquete do Golden State Warriors (principal time da cidade) contra Houston Rockets. Eu não sou muito fã de esportes, não entendo muito de basquete, mas é uma experiência bem divertida.

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No post de amanhã tem o roteiro do nosso segundo dia em São Francisco. Não perca!



Guia de Viagens: São Francisco – Onde se hospedar, Transporte e Union Square

Guia de Viagens

Depois do dia maravilhoso que passamos em Big Sur (veja o post sobre Um dia em Big Sur), voltamos para São Francisco, agora para ficar e conhecer a cidade. Antes de decidir onde se hospedar, é preciso decidir como você irá se locomover pela cidade – se vai alugar carro (e consequentemente pode ficar um pouco mais longe do centro e ruas mais agitadas), ou se vai andar de transporte público e/ou taxi (existem lugares em que você não chega de transporte público com facilidade), e é preferível ficar no centro.

O ponto alto do transporte público em São Francisco são os bondinhos, conhecidos como Muni. Acho que por ser quase que um ponto turístico da cidade, o valor de uma passagem é bem cara – U$7. Claro que você pode comprar aqueles bilhetes que dão direito ao dia inteiro, ou alguns dias – vale se informar no site do SFMTA sobre o Visitor Day Passes.

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A Union Square é uma praça no centro de São Francisco, super bonita da cidade, onde estão situadas quatro das famosas estátuas de corações, uma diferente da outra em cada canto da praça. Essas estátuas são renovadas a cada ano, e os antigos leiloados com a renda revertida para o Hospital Geral de São Francisco. É em volta da Union Square que estão as principais marcas, e grandes lojas de departamento como Macy’s e Sak’s Fifth Avenue. Além disso, diversos restaurantes, como a Cheesecake Factory dentro do prédio da Macy’s.

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Como estávamos de carro, escolhemos ficar em um hotel um pouco mais afastado do centro, mas ainda assim perto, no Fairmont Hotel; ele fica no bairro de Nob Hill, um bairro descolado da cidade e situado há 13 minutos a pé da Union Square. Como a cidade é cheia de subidas e decidas, ia ser cansativo, mas possível de ir a pé até o centro. O Fairmont é um prédio histórico de 1909, onde diversos presidentes e artistas se hospedaram ao longo dos anos. O lobby é suntuoso e bastante vintage, com pé direito super alto, colunas de mármore e detalhes dourados.

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Eu super recomendo o hotel, que é lindo, limpíssimo, tem atendimento excelente, ótima localização e uma vista privilegiada da cidade já que está em um dos pontos altos de São Francisco. Acompanhe os próximos posts com programações de roteiros e dicas de pontos turísticos e lugares para visitar!



Guia de Viagens: Um dia em Big Sur + passeio em Carmel, California

Guia de Viagens

Hoje vai começar mais um guia de viagens, desta vez será de três cidades da Califórnia: Big Sur, São Francisco e Napa Valley. Ah, como eu amo a Califórnia, sua atmosfera e seu clima! Chegamos no aeroporto de São Francisco, alugamos o carro e fomos direto em direção à Big Sur, nossa primeira parada que ficava há 3 horas de SF.

Big Sur não chega a ser uma cidade, é mais uma reserva florestal na costa do Oceano Pacífico, uma mistura de montanha e praia, muito incrível, e uma parada imperdível para quem ama a natureza. Lá você encontra desde campings, até hotéis e resorts. A estrada até lá, a Highway 1, é maravilhosa e vai pela beira do mar.

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Ficamos no hotel mais lindo que eu já vi na minha vida, o Post Ranch Inn. Este hotel fica no topo da montanha, e a vista é de tirar o fôlego. Depois de chegar na recepção, eles transferem sua bagagem para o carro deles, os únicos que podem circular na parte privada da propriedade, onde estão os quartos.

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Nós ficamos em um quarto que era uma casa na árvore com vista parcial para o mar, e eu fiquei deslumbrada com a beleza. Alguns quartos oferecem vista completa pro mar.

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O hotel é de uma paz indescritível, possui academia, spa, espaço para meditação, decks de observação e ofurôs à ceu aberto com vista pro mar. Descansamos um pouco por lá, relaxamos e nos desligamos do mundo (mesmo porque lá não tinha sinal e o wi-fi do hotel, propositalmente, não pegava naquele espaço!).

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Esse hotel é ideal para Lua de Mel, ou comemorações especiais. Se não der para ficar no hotel, vale a pena fazer uma refeição no restaurante orgânico, chamado Sierra Mar. Jantamos lá – a comida estava surreal de boa, e a maioria dos temperos vieram direto do jardim do chef que fica na propriedade; e tomamos café da manhã (incluso para hospedes). Eu sugiro que você vá tomar café da manhã ou almoçar, pois a vista faz toda a diferença, já que o restaurante fica em cima das rochas, e de cara pro mar.

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Na volta para São Francisco, paramos na cidade de Carmel-by-the-Sea para almoçar. A cidade é simpatiquinha, com casas baixas, muitas galerias de arte e restaurantes. Nós estacionamos o carro na Ocean Avenue, e andamos a pé até achar um restaurante.

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DICA IMPORTANTE: existe uma parte da estrada, mais próximo de Big Sur, que não pega sinal de celular – então um GPS é mais que necessário para a viagem!



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