Make Up Your Styles

por Dani Zaccai

Removedor de Esmaltes Instant Nail Polish Remover da Sephora

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A resenha de hoje é do Removedor de Esmaltes Instant Nail Polish Remover da Sephora, um produto que eu uso muito e há muito tempo – não sei porque nunca tinha falado sobre ele aqui! Ele é a coisa mais pratica do mundo quando o assunto é remover esmaltes. Dentro da embalagem, possui uma espuma pré umedecida com um produto que remove o esmalte, e sua fórmula não contém parabeno, sulfato, ftalato, OGM, triclosan.

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Pra usar, é bem simples, só colocar o dedo no buraquinho da espuma, e mexer os dedos contra a espuma de um lado para o outro. A marca diz que precisa deixar o dedo por um minuto, mas não precisa mesmo! Sem muito esforço, o esmalte sai rapidinho.

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É muita praticidade – não precisa pegar algodão, depois ter que jogar fora. E ainda não fede acetona! Na hora de guardar, feche bem para o líquido não vazar e a espuma secar. Ele dura bastante – uso toda semana e consigo usar uma embalagem a cada 4 meses! No Brasil custa R$59,00 e nos Estados Unidos U$ 9,50.

Ah, e para quem costuma usar esmalte com glitter, ele também sai com este produto, mas a marca desenvolveu uma versão específica para os esmaltes com glitter!



Dica de livro – Korean Beauty Secrets: A Practical Guide to Cutting-Edge Skincare and Makeup

From NYC

Os produtos coreanos chegaram no mercado e parece terem vindo para ficar. Aqui nos Estados Unidos, principalmente em Nova York, os produtos de marca coreana foram chegando aos poucos via sites específicos e hoje você encontra algumas marcas com lojas próprias, além de produtos diversos em lojas multimarcas, como Sephora e Birchbox!

Muitas pessoas procuram saber mais sobre a tal K-Beauty (ou, beleza coreana!), e foi pensando nisso que duas blogueiras experts no assunto se juntaram para lançar um livro que fala exatamente disso: O segredo da beleza coreana, em um guia prático de Skincare e Make Up.

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Kerry Thompson é dona do Skin & Tonics, e Coco Park do The Beauty Wolf, ambos blogs sobre K-beauty. Eu fui na tarde de autógrafos que teve, e conheci a Kerry, que é uma querida! Até elogiou minha pele – imagina se ela souber que só uso 3 produtos diariamente (pelo menos até antes de ler o livro dela! Haha). No livro, elas contam que uma rotina de beleza coreana tem de 5 a 12 (!!!) passos.

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A ideia deste post é contar brevemente sobre o que este livro aborda, e dar a dica para quem se interessar comprar. O livro é muito legal e muito interessante – o primeiro capitulo fala um pouco da cultura coreana e apresenta as marcas coreanas às leitoras.

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O segundo capitulo fala sobre Skincare, cuidados com a pele. Apresentam os principais ingredientes usados nos produtos coreanos, as diversas categorias de produtos coreanos, ensina a montar sua rotina de beleza, e ainda apresenta as rotinas de 7 bloggers de beleza que usam produtos coreanos (entre elas, as autoras do livro).

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As maquiagens coreanas estão no terceiro capitulo, onde você encontra descrição das categorias de produtos, dicas dos que elas mais gostam e Korean Makeup Looks (com a lista de produtos usados em cada um deles).

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Já acabei de ler e ele está junto com outros livros de beleza da minha coleção, que fica na prateleira em cima da minha penteadeira – que, aliás, ganhou novos integrantes, como as Sheet Masks, que estou começando a testar e tentando integrar na minha rotina de cuidados com a pele.

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O livro custa em média U$15,e você encontra no Amazon.com e na Barnes & Noble, por exemplo.



Guia de Viagens: Boston – Dia 3 (Visita à Salem + North End)

Guia de Viagens

Para o nosso terceiro dia de Boston, planejamos uma visita à Salem, a cidade que ficou famosa pelos julgamentos contra supostas bruxas, no século XVII.  Cerca de 20 pessoas, na maioria mulheres, foram condenadas e executadas. O fato foi tão marcante que Salem é reconhecida como a Cidade das Bruxas até hoje.

A cidade é pequena e em uma manhã ou uma tarde você consegue visitar tranquilamente. A cidade fica a 40 minutos de Boston, e nós começamos o passeio deixando o carro no estacionamento em frente ao Visitor Center. Entrei brevemente no Visitor Center, para ver se tinha algo interessante por lá, mas não achei nada demais.

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O dia estava chuvoso e gelado, e apesar de termos feito tudo a pé, o tempo não estragou o passeio. Claro, se o dia estivesse ensolarado, acho que seria muito mais agradável, mas né…era o que tínhamos. A primeira parada oficial foi o Salem Witch Museum, que tem uma arquitetura linda, e conta a história da época do julgamento das bruxas. A entrada por pessoa no museu é U$10,50. Eu entrei apenas para conhecer internamente a casa em que o museu estava, e a loja. Que loja fofa, eu poderia ter ficado horas por lá, fuçando tudo!

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A parada seguinte foi na loja de bruxaria mais antiga da cidade, a Crow Haven Corner. Que loja mais linda, com as Witchballs coloridas penduradas por toda ela. As Witchballs são esferas de vidro colorido com o intuito de proteção – a bruxa da loja me explicou que o “mal” é atraído pela beleza da bola, e capturado por ela, sendo purificado em seu interior. Fiquei tão encantada pelas cores, e pelo significado de proteção, que trouxe uma pra casa.

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Andamos pela Essex Street, uma rua que tem parte fechada apenas para pedestres, com lojinhas de bruxaria em toda a sua extensão. Passeamos e entramos em algumas para conhecer. É nesta rua que está o Witch History Museum, que tem uma entrada bem interessante. Também não entrei para conhecer este museu, estávamos com a Moa e era impossível. A entrada deste museu custa U$9.

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Andando mais um pouco, na esquina da Essex Street com a Washington Street, paramos para ver a estátua da personagem Samantha Stevens, a feiticeira vivida pela atriz Elizabeth Montgomery na série Bewitched (“A Feiticeira”, em português) dos anos 1960 e 1970. Eu não assisti, mas ela foi citada em Charmed, série de bruxas mais atual (a última temporada foi em 2006!), que eu amo!

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A The Witch House é a única casa que data da época dos julgamentos em Salem, porém não pertencia a nenhuma das pessoas acusadas de bruxaria, e sim a um dos juízes do julgamento das bruxas de Salem. A casa tem um ar de mistério, e hoje funciona como um museu, e possui mobiliários, roupas e alguns pertences que remetem à época. Custa U$8,25 para entrar.

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Paramos depois brevemente na Salem Beer Works, a cervejaria local. Lá não tem tour, mas pareceu ser um lugar bem agradável para um almoço, e experimentando cervejas, claro. Não tinha nenhuma para ser vendida em garrafas, então o Dan acabou não conseguindo experimentar nenhuma (lembra que eu disse que não gosto de cerveja, né?).

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Nossa última parada foi o The Salem Witch Trials Memorial, um memorial composto por 20 bancadas de granito, próximo ao Old Burying Point, cemitério onde os condenados foram enterrados. Nestas bancadas de granito estão os nomes de cada um dos acusados, os meios utilizados e a data de execução – uma tristeza.

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Se eu não estivesse com a Moa, ou o tempo estivesse melhor (não dava pra deixar ela e o Dan na chuva né!?), escolheria entrar em apenas um dos museus – me parece que todos eles oferecem basicamente a mesma coisa. E eu escolheria o Salem Witch Museum, que achei o mais simpático.

Nós fomos para Salem de carro, mas você também pode optar por ir de trem, que sai de Boston e leva 30 minutos até a cidade vizinha. Custa U$7 e sai da North Station de Boston.

Ah, a cidade também tem uma trilha vermelha pintada no chão, para levar os visitantes de um ponto turístico para o outro (como a Freedom Trail em Boston!). Mas, eu decidi ver por mim mesma e fiz um mapinha – coloquei abaixo, caso algum de vocês queira usar também! Este foi o caminho que fizemos, com outras paradas não programadas pelo caminho, que descrevi neste post!

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Já eram 2h da tarde quando voltamos à Boston, e paramos em North End, um bairro italiano de lá, para visitar e conhecer as duas pâtisseries que dividem opinião sobre qual delas tem o melhor canolli de Boston: Modern Pastry ou a Mike’s Pastry. Eu não gosto do doce, mas o Dan comprou dois de cada loja e testou.

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Segundo ele, o da Modern Pastry é muito mais fresquinho e crocante, apesar da Mike’s Pastry parecer ser a mais famosa (e que estava como mais fila quando fomos!).

Essa foi nossa viagem a Boston – no dia seguinte levantamos cedo para voltar pra Nova York sem pegar trânsito! Espero que tenham gostado do post, e que as dicas tenham sido úteis! 🙂



Guia de Viagens: Boston – Dia 2 (MIT + Harvard + Arnold Arboretum + Cervejaria Samuel Adams + Skywalk + Newbury St.)

Guia de Viagens

Nosso segundo dia em Boston começou pegando o carro sentido Cambridge, uma cidade vizinha onde estão as sedes de duas das universidades mais importantes do mundo. Cambridge na verdade parece mais um bairro de Boston, e nós levamos menos de 15 minutos para chegar até nossa primeira parada, o Massachusetts Institute of Technology. O MIT é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia, fundado em 1861. Como era feriado, tinha pouca gente por lá, e não estava rolando aulas.

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Você pode entrar em alguns dos prédios, e inclusive visitar o MIT Museum, que custa U$10 por pessoa. O Museu está no prédio prédio N51, e o endereço é 265 da Massachusetts Avenue. Como estávamos com a Moa, só passeamos por fora e vimos os prédios e o campus.

Nossa segunda parada foi Harvard University, uma universidade privada membro da Ivy League que dispensa grandes apresentações, não é mesmo? Estacionamos o carro por perto e fomos andando até a Harvard Square, uma praça e ruas próximas com diversas lojinhas e cafés simpáticos. Lá tem um J.P. Licks, a sorveteria mais famosa de Boston. Paramos pra tomar um sorvete lá, apesar do frio, e ainda compramos o Cow Paws, um sorvete de pasta de amendoim com mel feito especialmente para cachorros. A Moa amou!

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Passamos pela Harvard Book Store, livraria que desde 1932 vende materiais para os alunos. Mas, na minha opinião, loja imperdível mesmo, que passamos antes de entrar em Harvard Yard (ou Jardim de Harvard – onde tem diversos prédios da universidade), é a J. August Co., especializada em produtos da universidade – e tem de tudo: moletom, camisetas, gorros, canetas, copinhos e etc…

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Se quiser fazer um tour guiado, ou pegar um mapinha, pare no quiosque de informações aos visitantes que fica no centro da Harvard Square – quase em frente aos portões da universidade. Nós entramos no Harvard Yard pelo Johnston Gate, conhecido como portão oficial de entrada. Logo a frente estava a famosa estátua de Harvard (famosa inclusive por ter a cara de um estudante qualquer, e não do próprio Harvard!), onde rola a superstição de quem passa a mão nos pés da estátua atrai sorte, principalmente para passar de ano.

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Vale lembrar que os portões de Harvard Yard ficam abertos de segunda a sábado das 9 às 17h, e que você não consegue entrar nos prédios para conhecer por dentro!

Que lugar lindo. Andando mais um pouco, encontramos a igreja do campus chamada Memorial Church, a Harry Elkins Widener Memorial Library que é a maior biblioteca acadêmica do mundo, e o prédio de filosofia. As folhas amarelas caindo, no chão… estava bem lindo mesmo. Antes de sair de Harvard Yard, passamos ainda pela LoebHouse, antiga casa dos presidentes da Universdade até 1971, quando o presidente da época se mudou de lá com a família.

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Cruzamos o jardim e chegamos no campus da universidade, onde estão os prédios das do Departamento de economia e o Science Center.

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Depois, fizemos o caminho de volta em direção ao carro. Passamos pelo prédio do Department of English, que é lindo. Estacionamos em frente à uma igreja belíssima, a Old Cambridge Batispt Church, que merece uma foto neste post.

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Seguimos para o The Arnold Arboretum, um museu vivo dedicado ao estudo das plantas que é cuidado e mantido pela Harvard University. Li que lá é o parque mais bonito para se ir no Outono. Bem, estávamos no outono, mas já pro final – vai ver que foi por isso que não achei tão bonito quanto haviam me dito.

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Fora que eu queria super conhecer o Bonsai Garden, mas ele estava fechado devido ao frio, e uma placa sugeria que o visitante voltasse de Abril a Novembro – mas, oi? Era Novembro ainda. Fiquei muito brava e fomos para o nosso ponto seguinte.

O Dan ama cervejas e não podia deixar de ir na Samuel Adams Brewery, cervejaria local artesanal super famosa nos EUA. Como estávamos com a Moa, eu fiquei com ela do lado de fora, e o Dan entrou conhecer, mas não fez o tour com degustação (que é grátis, mas eles sugerem uma doação de U$2 que, segundo eles, é direcionada para ajudar instituições de caridade da região!).

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Deu tempo de chegar no hotel e ir no Skywalk Observatory, que queríamos ir durante o dia. Ele tem o mesmo propósito do One World Observatory de Manhattan, é um observatório que fica no alto do famoso Prudential Center, todo fechado (ideal para dias frios ou muito quentes!) e oferece uma vista de 360 graus de Boston e das cidades nas redondezas. Custa U$17 por adulto, e apesar de carinho, a vista é de tirar o fôlego.

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Também tem uma parte cultural, onde há um pouco de história sobre a imigração, esportes, e sobre a cidade no geral, de forma bastante interativa.

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Finalizamos nosso dia passeando pela Newbury Street, uma rua com extensão de 9 quarteirões, que começa na Charlesgate East e vai até a Arlington Street.

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A rua é fofa, com predinhos baixos de tijolos aparentes e casas com arquiteturas charmosas que abrigam lojas para todos os gostos – desde as mais descoladas como Urban Outfitters, até as clássicas como Chanel. Era Black Friday mas mesmo assim a rua não estava lotada, então imagino que seja uma rua relativamente calma para se passear.



Guia de Viagens: Boston – Dia 1 (Onde ficar + Trinity Church + Public Garden + Boston Common+ Freedom Trail + Quincy Market)

Cotidiano Guia de Viagens

Hoje começa o guia de viagens de Boston! Nós fomos passar o feriado de Thanksgiving por lá, de carro. A viagem de Nova York para Boston demora em média 4 horas – pegamos um pouco de trânsito e, com as paradas, demoramos 5 horas no total.

Escolhemos o Sheraton Hotel, que é Pet Friendly (estávamos com a Moa) e estava com um preço legal, além de ter uma localização ótima!

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Deixamos as coisas e fomos fazer o passeio do dia, que foi todo a pé. Nossa primeira parada foi a Trinity Church, uma das construções mais importantes dos Estados Unidos e famosa por seus belíssimos e únicos vitrais.

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Em seguida, passamos pelo Public Garden, o parque mais bonito de Boston, com um lago lindo no centro, conhecido como o Lago dos Cisnes. Claro que na primavera e no verão deve ser mais bonito, com as folhas verdes e flores. Nos fomos no final do outono, e já estava com a maioria das árvores peladas.

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O Public Garden é colado no Boston Common, dividido apenas por uma rua. O Boston Common é o “Central Park de Boston”, principal parque da cidade e o parque público mais antigo dos EUA. É lá que está o Visitor Center para pegar mapas e informações sobre a Freedom Trail.

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A Freedom Trail é uma trilha que passa pelos principais pontos turísticos da cidade. No total são 16 pontos de paradas, além dos pontos alternativos. Existem aplicativos que te ajudam a seguir os pontos, ou você pode seguir a trilha pela linha de tijolos vermelhos no chão, que leva de um ponto ao outro da cidade.

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O segundo ponto é a Massachusetts State House, é a sede do governo de MA, e a construção mais antiga no charmoso bairro de Beacon Hill. Você pode fazer um tour, para conhecer por dentro, de segunda a sexta, das 10h às 15h30.

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A terceira parada é a Park Street Church, onde funcionou a primeira escola dominical de Boston, além de ter sido sede de protestos a favor dos direitos humanos. Alguns passos à frente está a quarta parada, o Cemitério Granary Burying Ground, onde estão enterrados os três signatários da independência americana, Samuel Adams, John Hancock e Robert Treat Paine. Não entrei no cemitério, as fotos foram tiradas da calçada.

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O quinto ponto é a capela King’s Chapel (ô cidade pra ter igrejas e capelas!), a primeira igreja Anglicana da cidade, que conta com um cemitério em seu “quintal”, onde está enterrado o primeiro governador de Massachusetts, John Winthrop.

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O sexto ponto é a Boston Latin School, primeira escola pública da américa, onde Benjamin Franklin, Samuel Adams e John Hancock estudaram; a antiga prefeitura (1865-1969), e a estátua de Bem Franklin.

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O sétimo ponto é o Old Corner Book Store, estabelecimento comercial mais antigo de Boston. O prédio de 1711, é charmoso e todo em tijolos vermelhos aparentes, e era uma antiga livraria que hoje abriga uma unidade do Chipotle Mexican Grill. O oitavo ponto é o Old South Meeting House, sede de vários eventos importantes que resultaram na independência americana, sendo a mais importante a Boston Tea Party. Lá tem um pequeno museu, que conta a história da independência dos Estados Unidos, além de ter uma maquete 3D de Boston no período colonial (U$6 a entrada por pessoa).

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Andando mais um pouco, chegamos no Old State House. A casa, construída em 1713 foi palco de decisões políticas que resultaram na Revolução Americana. A declaração de Independência foi lida pela primeira vez, naquela varanda, e o local se transformou em sede estado de Massachusetts. Tem um museu lá, e a entrada custa U$10.

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O decimo ponto é o Boston Massacre Site, onde o Massacre de Boston aconteceu. O círculo construído com pedras, em frente à Old State House, foi feito em memória às cinco vítimas fatais do Massacre, resposta dos moradores em protesto à atitude de um soldado da tropa britânica que havia agredido um colono.  A confusão tomou grandes proporções, a tropa britânica se envolveu e resultou em diversos feridos e 5 civis mortos.

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O décimo primeiro ponto é o Faneiul Hall, construído em 1742 para ser um mercadão, mas que virou ponto de encontro dos envolvidos na luta pela independência dos Estados Unidos. Tanto que ficou conhecido como o “berço da liberdade”.

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Hoje, o Faneiul Hall ainda é palco de manifestações, mas atrás dele está o Faneiul Hall MarketPlace, um lugar incrível e delicinha de visitar. É um centro comercial onde estão 3 grandes mercados – entre eles o Quincy Market, o mais conhecido – e lojinhas em vielas entre eles. Nós voltamos a noite em outro dia para curtir esse espaço, aproveito para já colocar as fotos neste post.

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O Quincy Market, prédio principal do Faneiul Hall Marketplace, é uma experiência gastronômica. Ele é como o Chelsea Market em NY, e oferece milhares de opções de comidas em toda a sua extensão. São muitas opções e vale a pena colocar na programação para chegar perto de uma refeição e comer por lá!

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O ponto seguinte não está na trilha original, mas está bem no meio dos pontos originais e vale demais a visita. O New England Holocaust Memorial foi um dos monumentos em memória às vitimas do holocausto mais marcantes que eu já fui (e olha que fui pra Polônia e visitei os campos de concentração, no Museu do Holocausto em Israel..). Por isso vou me dedicar um pouco a contar sobre este monumento aqui.

Em 1995 foram construídas 6 torres de vidro com mais de 16 metros de altura cada, uma ao lado da outra, em uma pequena praça de Boston, próxima às atrações da Freedom Trail. Era o New England Holocaust Memorial nascendo. Cada uma das torres simboliza um dos grandes campos de extermínio usados durante a segunda guerra, e nelas estão gravados números que representam os seis milhões de judeus que morreram no Holocausto. Do chão, no meio de cada uma das torres, sai um vapor que é impossível não relacionar com o gás das câmaras que mataram tantos inocentes. Pelo caminho, um pouco da história, além de frases de sobreviventes e a mensagem que é preciso lembrar do que aconteceu, para que nada semelhante se repita.

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De volta à Freedom Trail, seu décimo segundo ponto é a Paul Revere House, uma casa em madeira pintada em tons de cinza escuro, e um dos mais antigos prédios no centro da cidade, que pertenceu a Paul Revere, mensageiro que levava e trazia notícias referente às batalhas da Revolução Americana.

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A décima terceira parada é a Old North Church, a igreja mais antiga de Boston em funcionamento e templo religioso durante a Revolução Americana. A torre alta da North Church tinha uma lanterna que alertava os colonos sobre a chegada das tropas britânicas.

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O décimo quarto ponto é outro cemitério, o Copp’s Hill Burying Ground, o segundo maior cemitério do período colonial, onde Robert Newman, responsável pelas lanternas que direcionaram o mensageiro Paul Revere para avisar Samuel Adams e John Hancock sobre o mandato de prisão deles pelas tropas britânicas, está enterrado. Essa foi nossa última parada da Freedom Trail – ela ainda tinha mais três pontos depois da ponte, mas ficamos com preguiça de ir até lá. Nosso último ponto foi a casa mais fina de Boston, que não está na trilha original da Freedom Trail.

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O passeio todo durou em média 4 horas – fizemos tudo a pé. Depois dessa andança toda, voltamos para o hotel e capotamos cedo, para aproveitar o dia seguinte!



Delineador Tattoo Liner da Kat Von D

Maquiagem

O delineador Tattoo Liner da artista tatuadora Kat Von D é a resenha do post de hoje. A embalagem é linda, preta com rosas prateadas e nome da marca com letras góticas inspiradas na tatuagem predileta de Kat. Eu tenho uma miniatura, o tamanho original é de uma caneta delineadora normal.

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De todos os delineadores em caneta que testei, este é sem dúvida nenhuma o melhor de todos. Seus principais diferenciais são: sua ponta é finíssima (dando precisão ao traço), sua cor Trooper é super preta (uma passada é suficiente para você ter o preto ideal!), sua fórmula é à prova d’água e sua durabilidade que é incrível.

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Outro diferencial da ponta, é que ela não é feita de feltro, como as das outras canetas delineadoras, mas sim de cerdas sintéticas firmes, que garantem essa precisão que comentei. A fórmula é espetacular – não escorre e não borra!! Ah, e você tem pouco tempo para arrumar se borrar, porque depois que seca ela gruda e só sai com demaquilante!

Apesar de amar os delineadores em gel, me dei super bem com este de caneta com a ponta super fina e tenho amado e usado demais. A linha de make da Kat Von D é vendida exclusivamente nas lojas da Sephora, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Porém, este produto está esgotado no site brasileiro (custava R$99). Nas Sephoras americanas, o preço do produto é U$ 19.



Dica de Bakery em NY: Breads Bakery

From NYC

A Breads Bakery é uma padaria dedicada à produção de pães artesanais, a maioria feitos de grãos integrais, e ingredientes orgânicos e naturais. O chef que comanda esta bakery, Uri Schelft, é um israelense que comandava a Lehaim Bakery em Tel Aviv. Lá os pães são lindos, gostosos e sempre fresquinhos!

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O item mais famoso da Bread Bakery é o Babka de chocolate, considerado o melhor de NY pela New York Magazine.

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Ele fica próximo da Union Square, uma praça com diversas lojas nos arredores, e é ideal para um almoço rápido ou um lanchinho da tarde: são salgados, saladas, sanduiches e tortas a disposição e mesinhas pequenas para uma refeição rápida. Lá eu comi as melhores burecas de NY!

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É ideal para quando vocês estiverem na região e quiserem comer um lance gostoso e barato!

Endereço: 18 East 16th St. (Union Square)

Como chegar: De onibus, pelas linhas M1, M2, M3, M5, M14A e M14D. De metro, pelas linhas 4, 5, 6, N, R ou Q (estação Union Sq. – 14th St,).



Shampoo, Condicionador e Leave-In Volume Filler Thickening da L’oreal Paris

Cabelos

Testei a linha Volume Filler Thickening da L’oreal Paris, e hoje conto o que achei dela para vocês. Segundo a marca, a linha tem como principal função deixar os fios mais espessos, já que contem Filloxane em sua formula, que penetra, preenche e expande as fibras do fio, para cabelos visivelmente mais grossos. Ainda segundo a marca, com 5 aplicações o diâmetro do cabelo já aumenta – Ou seja, ideal para quem tem cabelos fininhos como eu.

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O shampoo é branco perolado, e faz uma espuma gostosa. O condicionador é consistente, não muito liquido, e rende bastante!

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Já o Leave-in tem um aspecto meio gosmento, lembra a textura de uma geléia – sinceramente achei que ia deixar meu cabelo pesado e oleoso, mas não! Ele deixa os fios soltinhos, hidratados e você já percebe diferença na espessura logo na primeira aplicação (leve, mas juro que já parece mais grossinho!). Além disso, deixou meu cabelo bem brilhante!

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O shampoo e condicionador custam em média U$4 cada, e o leave-In U$7. Este produto ainda não chegou no Brasil, e você encontra nas farmácias americanas, na Ulta Beauty e em outras Beauty Stores. Ainda não testei as ampolas da linha, mas fiquei bastante curiosa!



Roteiro de um dia em Washington D.C.

Guia de Viagens

Há algumas semanas atrás, mostrei para vocês o Roteiro de um dia na Philadelphia. Dando continuidade àquela viagem, nós chegamos em Washington D.C. no final do dia, direto para o hotel, portanto, começo este post dando dica de onde se hospedar em Washington D.C. Como estávamos com a Moa, o hotel tinha que ser dog friendly, ou seja, aceitar cachorros. Escolhemos o The Washington Court Hotel, que ficava bem próximo do capitólio, um dos pontos turísticos de Washinton D.C.

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Eu amei o hotel – super lindo, comodo, atendimento ótimo, quarto limpinho e ótima localização. Chegamos famintos e logo procuramos um restaurante também pet friendly pra levar a Moa. Para quem viaja com cachorro, o site Bring Fido é maravilhoso – tem listado os restaurantes, hotéis e pontos turísticos em que você pode ir com cachorro em diversas cidades do mundo! Tivemos sorte e tinha um na rua do Hotel, o Art and Soul. Claro, por estar com cachorro, tivemos que ficar nas mesas de fora, mas o dia estava gostoso e foi uma delícia. Pra vocês terem uma ideia de quão pet friendly que eles são, tinha até um cardápio pra cachorro – nós pedimos uma sobremesa pra Moa!

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Pela manhã, nossa primeira parada foi o Capitol e a House of Representatives, um símbolo da democracia americana, onde funciona o congresso, o senado e a câmera dos representantes. Infelizmente, o Capitol estava em reforma, então as fotos não ficaram tão bonitas!

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Cruzamos a praça com jardins lindos e bem cuidados, para chegar ao prédio da Suprema Corte Americana, e à livraria do Congresso. Todos os prédios da região são antigos e tem uma arquitetura maravilhosa – dava pra ficar horas lá fotografando e vendo o que era cada prédio.

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Demos a volta e paramos no National Mall, um conjunto de parques que abriga diferentes monumentos (o Capitol é um deles!) e memoriais que relembram datas e guerras importantes para a história do país. Poderíamos ter cruzado o National Mall até seu ponto oposto, mas resolvemos pegar o carro pra ir até o outro lado.

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Nossa parada seguinte foi a White House, a Casa Branca, residência oficial e escritório do presidente americano Barack Obama. Ao lado, está o prédio do Departamento do Tesouro.

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De lá, seguimos a pé para o Washington Monument, um obelisco localizado no centro do Constitution Gardens. O dia estava muito quente (visitamos no começo de Agosto!), então quem pretende ir nessa época, escolha roupas frescas e hidrate-se bem.

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Em frente, estava o World War II Memorial, um monumento dedicado à todos os americanos que serviram nas forças armadas durante a Segunda Guerra Mundial. Ele é recente, foi aberto ao público em 2004, constituído por 56 pilares de granito que representam os 48 estados americanos, mais 7 territórios federais e o Distrito de Columbia. O Memorial tem um formato de círculo, com um arco à norte representando o Atlantico, ao sul representando o Pacífico e no centro um espelho d’água com chafariz.

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Finalizamos nosso passeio andando até o Lincoln Memorial, monumento em homenagem ao 16º presidente americano, Abraham Lincoln, em 1922. Dentro do prédio que foi inspirado em um templo grego, está uma estatue de Lincoln sobre um pedestal. De cima das escadarias, você tem uma linda vista do espelho d’água e do monumento de Washington.

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Nós só tínhamos um dia, então foi isso o que deu pra ver. Existem diversos monumentos e museus por todo o caminho do National Mall – basicamente um retângulo entre o Capitol e o Lincoln Memorial.

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A ideia é voltarmos com calma para ver os outros pontos, principalmente o Museu do Holocausto de Washington D.C., que falam que é muito bom. Espero que tenham gostado das dicas! 🙂



Prime Time Foundation Primer Original da Bare Minerals

Maquiagem

O Prime Time Foundation Primer da Bare Minerals é um dos produtos mais famosos da marca, um primer para o rosto com textura siliconada. Segundo a marca “ possui rápida absorção que reduz significativamente a aparência de poros dilatados e pequenas linhas de expressão, além de proporcionar uma pele macia, hidratada e saudável”.

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Ele está disponível na versão original (para pele aveludada) e Brightening (para pele iluminada). Você encontra a embalagem 30ml com pump, e a bisnaga de 15ml, que faz parte do Kit Get Started, que vem com várias miniaturas para você conhecer melhor a marca.

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Sua fórmula possui vitaminas C e E, aloe e camomila, que tem ação antioxidante e acalmam a pele irritada. Sua textura siliconada forma um filme, uma espécie de película que deixa a pele lisinha e aveludada.

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Essa película ajuda na aplicação da base, fazendo com que a base deslize com facilidade. O Kit Get Started custa R$153 (Sephora do Brasil) e U$49 (Sephora Americana, Ulta e outras Beauty Stores). O produto com 30ml custa R$136 e U$24 (EUA).



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