Make Up Your Styles

por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 3 (Sea Life Park + Nadando com Golfinhos + Magic Island)

Guia de Viagens

Nosso último dia em Oahu começou com algumas comprinhas na ABC Store – uma loja que tem em todos os cantos de Oahu e de tudo um pouco – suvenires, protetores solares, comidinhas, bebidas, cosméticos, e etc.

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Paramos lá no caminho para o ponto de encontro da saída do nosso passeio do dia – conhecer o Sea Life Park, um parque aquático cercado por montanhas e praias, com mais de 2 mil animais. É só lá que você encontra o Wolphin, resultado de um cruzamento entre uma baleia e um golfinho!

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E foi lá também que nadamos com os golfinhos! Gente, que experiência, que mágico, que tudo. E que rápido – são 45 minutos entre orientações e nadar! Pagamos U$129,99 por pessoa, e neste valor já estavam inclusos o transporte e a entrada do Sea Life Park, além de nadarmos com os golfinhos.

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O único outro animal que interagimos foram as tartarugas, que compramos comida própria para elas (vendida na loja de suvenier do parque) e demos para elas!

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Diferente da maioria dos shows nestes parques aquáticos, o de Oahu tem uma vista maravilhosa, e as vezes você se pega distraída na paisagem, ao invés de focar nos malabarismos dos Wolphins.

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De volta ao hotel, passeamos um pouco pela praia de Waikiki e pela Lagoa que fica em frente ao Hilton Village Waikiki Beach Resort (o hotel indiscutivelmente mais lindo da região!).

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Depois, andamos em direção à Magic Island, que é um píer de frente para essa lagoa, onde toda sexta feira às 19h45 há fogos de artifício. Isso mesmo, toda sexta feira. É lindo, e fica muita gente – turistas e locais – esperando pelos fogos, na beira no píer… uma delícia. A Magic Island fica a 25 minutos a pé da Lagoa, e por ser relativamente longe, o barulho não é insuportável – fazendo de lá o melhor ponto da ilha para se ver os fogos.

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Finalizamos a noite no Ala Moana Center, o shopping local, onde jantamos no The Pineapple Room – tem detalhes sobre o restaurante e jantar no post sobre Restaurantes em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 2 (Ultimate Circle Island Eco Adventure + Kalakaua Avenue)

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Nosso segundo dia começou bem cedo, nosso passeio de um dia inteiro começava as 08h da manhã e era um passeio de Eco Adventure por toda a ilha. Acompanhe os pontos que paramos, um mais lindo que o outro. Este passeio custou U$130 por pessoa, e chama-se Ultimate Circle Island Eco Adventure.

A primeira parada foi a trilha para Waimea Fall, um parque ecológico com jardim botânico com mais de 5.000 espécies de plantas tropicais documentadas e ameaçadas de extinção, além de construções havaianas antigas como kauhale, uma antiga cabana havaiana com teto, e o Ku’ula Stone, um santuário dedicado ao deus da pesca havaiano. Em 20 minutos de caminhada, você chega até a cachoeira, que é bem bonita e dá para entrar para nadar (do lado da cachoeira tem uns quartinhos para se trocar!).

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A segunda parada foi em uma praia em North Shore, que ficamos 5 minutos e eu nem peguei o nome, mas a cor do mar era de morrer. A terceira parada me deixou vidrada, e eu poderia ter passado o resto do dia neste mirante chamado North Shore Lookout – La’ie Point.

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A terceira parada foi a Secret Island, onde você pega um barquinho em direção a uma praia quase deserta e linda. É lá que servem o almoço, que está incluso no passeio.

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Em seguida, paramos numa Tropical Farm Macadamia Nut Outlet – lá tinham algumas bijoux, quadros, artesanatos e muitas coisas feitas de macadamia. A quinta parada foi o Byodo In Temple, é uma réplica do templo com o mesmo nome do Japão, só que menor. O templo budista é uma graça, com uma estátua de 5 metros do Buda, e um jardim japonês (daqueles de pedrinhas, que tem pra vender em tamanho pequeno, para você “varrer para se acalmar) em que os monges desenharam nas pedrinhas, e uma torre com um Sacret Bell (sino de bronze de 1,5 metros).

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As paradas seguintes foram mirantes, um mais bonito que o outro. Se você for de carro, deixe um pouco de tempo para apreciar essas paisagens.

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De volta ao hotel, tomamos um banho e fomos jantar no Duke’s (falei no post sobre Restaurantes em Oahu). Depois do jantar, passeamos pela Kalakaua Avenue, uma avenida simpática e cheia de lojinhas, galerias e restaurantes – separe uma noite ou fim de tarde para passear por lá, é muito gostoso!

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No próximo post, conto sobre nosso último dia em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 1 (City Tour + Pearl Harbour + Paradise Cove Luau)

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Para o nosso primeiro dia em Oahu, escolhemos fazer dois passeios. Todos os passeios que fizemos nesta ilha foi com uma empresa de viagens, chamada Discover Hawaii Tours – eles são ótimos, pontuais, e super organizados, além dos guias serem simpáticos e educados. Nosso primeiro tour do dia saia da frente de um hotel vizinho ao nosso, as 08:30 da manhã, e incluía um City Tour Histórico e uma visita a Pearl Harbor (U$40 por pessoa, e não inclui a gorjeta que você “tem que dar” para o guia).

A primeira parada do City tour foi o National Cemetery of the Pacific, situado na cratera do antigo vulcão Punchbowl, e onde estão enterrados os veteranos do exército americano que morreram em combate. Ao longo do caminho, passamos por outros pontos que não paramos, e a segunda parada foi o Aliiolani Hale, um palácio havaiano que antigamente era a sede do governo e hoje é o Supremo Tribunal Estadual do Hawaii. Bem na frente está a famosa estátua do Rei Kamehameha I. Se você assiste a nova versão de Hawaii 5-0 (com Alex O’Loughlin), reconhecerá o palácio, que na série é o Headquarters da equipe do Commander Steve McGarret. Do outro lado da rua está o Iolani Palace, único palácio real monárquico da America do Norte, construído em 1.882.

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Em seguida, seguimos para Pearl Harbor – lá recebemos o ticket com horário que o barco sairia com a nossa turma até o USS Arizona, nome de um dos navios afundados pelo ataque japonês, que levou os Estados Unidos a entrarem oficialmente na II Guerra Mundial. Até nosso horário, podíamos passear pela base militar que possui outros navios, museus e artefatos de guerra.

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Antes de irmos ao memorial do U.S.S. Arizona – sim, memorial, pois o navio está embaixo d’água e um memorial foi construído em cima dele –, entramos em uma sala onde passa um vídeo, que conta exatamente a história, como era Pearl Harbor antes do ataque japonês, e como tudo aconteceu. É chocante. Chegando no memorial, você consegue ver partes do navio, e até algumas gotinhas de óleo que, segundo os guias, são ainda do navio que afundou.

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Um dos pontos bonitos, na minha opinião, é a Walk of Remembrance, um espaço onde estão os nomes dos navios, cada um em uma pedra, formando um círculo, de frente para o mar.

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Finalizado este passeio, íamos voltar para o hotel e descansar, mas nem deu tempo, e ficamos na porta do hotel esperando pelo ônibus que nos levaria ao próximo passeio: o tão famoso e esperado Luau. Escolhemos o Paradise Cove Luau, e estávamos bem animados – custou U$88 por pessoa e este valor incluía transporte, comida e os shows. O Luau era longe, e descansamos no ônibus mesmo, nas 2 horas de estrada – normalmente a viagem leva 1h30, mas no dia que fomos pegamos trânsito.

Fomos super bem recebidos já na entrada, com música havaiana, um Mai Tai delicioso e colar de conchas com direito a fotos profissionais (que eu jurava que não ia comprar, mas ficaram lindas e eu comprei).

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Depois disso, ficamos livres pela vila, onde tinham diversos pontos de artesanato, jogos e entretenimentos havaianos. Fui fazer uma coroa de flores e super me diverti. Depois passeamos, vendo o pessoal jogar lanças no alvo e um local fazer o Chuveiro de flores (ele joga flores de cima de um coqueiro!).

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Tinham diversas barracas vendendo coisas típicas e suvenires, e um bar ótimo a nossa disposição. Presenciamos uma dança pré pesca também, e um show lindo de dança havaiana, que acabou com uma cerimonia Imu, uma espécie de forno havaiano, que fica no chão coberto com folhas. Na hora da cerimonia, dois homens tiram o porco que será servido no jantar do Imu, na presença dos convidados.

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O pôr-do-sol de lá foi uma das coisas mais lindas que eu já vi (só perde para os Pores-do-sol da Big Island que são ainda mais bonitos, vocês verão em breve!).

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Ai foi a hora de se servir, sentar na mesa e comer, e apreciar o show com danças de todos os cantos do Hawaii. O show foi lindo, e super longo.

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Saimos de lá direto pro hotel, cansados e felizes pelas experiências do dia. Não imaginava que já no primeiro dia o Hawaii iria me ganhar!



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Onde se hospedar e Restaurantes

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Hoje começa uma maratona de posts sobre o Hawaii, lugar que eu e o Dan escolhemos para passar nossa lua de mel “atrasada”. Com a mudança para Nova York, acabamos atrasando nossa lua de mel em quase um ano. Dividimos nossa viagem em duas partes: Oahu, onde está Honolulu, capital e maior cidade do Hawaii e Big Island, a maior ilha do Hawaii, onde está o vulcão havaiano ativo.

Neste primeiro post, conto um pouco sobre Oahu, onde se hospedar na ilha e dou dicas de restaurantes que conheci e recomendo. O hotel escolhido foi o Double Tree Hotel Alana, que fica na Ala Moana Blvd, uma rua cheia de hotéis, e com uma localização ótima.

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O hotel fica a 10 minutos a pé da praia de Waikiki, da Beach Walk (falaremos dela em breve!) e do Ala Moana Center, o maior shopping do Hawaii. O quarto tem um tamanho excelente, e nossa vista era lateral para a praia.

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Experimentamos dois restaurantes incríveis, e divido agora com vocês. O primeiro chama-se Duke’s e fica na Kalakaua Avenue, uma rua fofinha que falarei em outro post. O Duke’s fica dentro do Outrigger Hotel, e é um bar restaurante pé na areia, que homenageia Duke Kahanamoku, o pai do surfe internacional – com pranchas na parede e uma lojinha fofa.

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O lugar é realmente uma delícia, os drinks ótimos e comida ótimos e vale demais a visita. Endereço: 2335 Kalakaua Ave.

O segundo restaurante é o The Pineapple Room, do chef Alan Wong, o mais badalado do Hawaii.O restaurante fica dentro da Macy’s do Ala Moana Center. Confesso que estava esperando muito do restaurante, por ser de chef e ter ouvido super bem. Achei o ambiente clean e meio sem graça, mas a comida….sensacional.

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O endereço é 1450 Ala Moana Blvd, e nós fomos e voltamos a pé do nosso Hotel. Nos próximos posts eu conto nossas programações durante os dias em Oahu!

Acompanhem! 🙂



Melhor Esmalte de 2015: Os Esmaltes da Vult

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O primeiro post do ano será sobre o melhor esmalte de 2015. No ano passado, a Vult me surpreendeu com a qualidade dos esmaltes da marca, e eles serão o assunto de hoje. Com uma embalagem linda, de vidro bem resistente com uma borboleta em alto relevo, além de ser anatômica.

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Acima, estão as cores que eu tenho e uso muito (principalmente o preto, meu preferido!). A esmaltação é bem rápida e fácil, e a secagem muito rápida – mesmo usando duas camadas!

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O pincel é bem denso, flat e não deixa marca na hora da esmaltação. Segundo a marca, ele possui 900 fios, e garante uma aplicação precisa e perfeita.

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O brilho é intenso e não some ao longo da semana – juro! A duração foi incrível, definitivamente o esmalte que mais dura nas minhas unhas. E as cores são muito lindas! Uma camada só é suficiente das cores mais escuras, enquanto as claras ficam melhor com uma segunda camada.

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Único ponto negativo é que eles não são 3free – ou seja, possuem DBP, tolueno e formaldeído, trinca de ingredientes que, segundo os médicos, têm alto potencial alergênico. O preço sugerido é R$5,80 e pode ser encontrado nos pontos de venda da marca.



As novas mascaras para cílios da Vult: Bombastic Volume e Super Lashes

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No começo de outubro a Vult Cosmética lançou uma linha de produtos para olhos, e entre eles, as duas novas máscaras para cílios da marca: a Bombastic Volume (embalagem rosa) e Super Lashes (embalagem azul).

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Vou mostrar para vocês as duas e compará-las, mostrando o resultado e minha opinião de cada uma delas. Começo comparando os pontos principais de cada um deles: enquanto a Bombastic Volume tem uma formula enriquecido com ceras vegetais e polímeros especiais que envolvem os cílios em uma película leve e flexível, a fórmula da Super Lashes parece ser “normal” e sua diferença está no aplicador.

A escovinha da Bombastic é daquelas tradicionais, gordinhas e com muitas cerdas, já a da Super Lashes é grande e achatada dos lados, com cerdas de todos os tamanhos – conseguem perceber nas fotos?

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Por ambos aplicadores serem bem grande, é preciso cuidado na hora de aplicar, então sai bastante produto e pode acabar borrando na pele e até empelotando. As fórmulas também são bem líquidas, o que ajuda a borrar com mais facilidade.

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Eu, que costumo gostar mais das máscaras com efeito de volume, achei que a Super Lashes deixou os meus cílios mais pretinhos, encorpados e com volume. E vocês? Cada uma custa R$39,50 e podem ser encontradas nos pontos de venda da Vult.



Dica de Restaurante Orgânico em NY: ABC Kitchen

From NYC

ABC Kitchen é um restaurante orgânico da famosa loja de decoração ABC Carpet & Home, e está instalado no térreo dela. Obviamente, o ambiente foi mobiliado e decorado com objetos da própria loja. A cozinha, dirigida pelo chef Jean-Georges Vongerichten, tem o compromisso de oferecer os ingredientes mais frescos possíveis, direto da fazendo orgânica deles para o prato dos clientes!

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Todos os alimentos são livres de pesticidas e fertilizantes, e vem de fazendas locais, que não usam hormônios ou antibióticos em suas carnes, peixes e laticínios. O menu sofre alterações, porque dependem da disponibilidade dos ingredientes de cada estação. O ambiente é sofisticado, mas ao mesmo tempo despojado, com madeira de demolição misturada com lustres de cristal – bem único.

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Começamos nosso almoço pedindo uma Apple Mimosa pra mim e uma cerveja pro Dan, além de uma sopa de lentilha com salsão, parmesão e ervas, que estava uma delícia.

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De prato principal, escolhi um ravioli de ricota com molho de tomate feito na hora, e o Dan um hamburger chamado Akaushi Cheeseburger, feito de uma raça de boi japonesa com qualidade superior.

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De sobremesa, escolhemos um Choco Cake e uma Panacotta.  Estava tudo muito gostoso mesmo, adorei o lugar e a comida!

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Endereço: 35 East 18th Street (entre a Broadway e a Park Av) – super perto da Union Square.

Como chegar: De metro, pelas linhas 4, 5, 6, L, N, R ou Q (estação 14St – Union Sq) e de ônibus pelo M1, M3, M4, M5, M14A e M14D.



Batom Outlast Longwear + Moisture na cor 945 da Covergirl

Maquiagem

O batom Outlast Longwear + Moisture da Covergirl é um batom que, como o próprio nome já diz, combina a hidratação dos lábios com a longa duração do produto. A cor que eu escolhi é a Magnetic Mauve (945), um rosa queimado bem lindo, com brilhos discretos.

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Sua textura é uma mistura de batom com lipbalm, então ao passar, ele desliza fácil nos lábios e deixa uma cor bonita e uma cobertura completa. O cheiro dele não é dos melhores, mas também não é algo que incomode a ponto de não usarmos.

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Ele é bem cremoso e hidratante, mesmo, mas não achei a duração das melhores – em média 3 horas. Isso é o que costuma durar um batom normal, sem formula que promete longa duração. Não compraria este novamente, mas continuo amando o Outlast All Day Lip Color, batom de longuíssima duração da mesma marca!

O preço médio dos dois batons de longa duração da marca é U$9, e você encontra em farmácias americanas e nas Beauty Stores dos Estados Unidos, como a Ulta Beauty.



Roteiro de um dia em Milão

Guia de Viagens

Depois que comecei a fazer os roteiros de um dia que publiquei por aqui (já mostrei roteiro de um dia na Philadelphia e em Washington D.C.), lembrei de um que eu fiz no comecinho de 2007 – em Milão. Estava em conexão, de Israel para o Brasil, com uma amiga, e tínhamos 12 horas no aeroporto. Resolvemos então fazer um tour pelos pontos turísticos mais importantes da cidade. Lembrem-se que as fotos têm quase 8 anos – os pontos turísticos não mudaram, já eu….

Ainda dentro do aeroporto, seguimos as placas Trains. Nas bilheterias, compramos os bilhetes de ida e volta (na época eram 14,90 euros). Peça na bilheteria um mapinha da cidade, e nele mesmo você encontra os horários para trens – cuidado para não perder o trem do horário antes ao seu voô, se estiver de conexão como a gente! Não esqueçam de validar o bilhete na maquininha, pode ser que algum fiscal passe e verifique seu bilhete! Pegue o trem na direção a Milano Nord Cadorna, e desça em Cardona, última estação.

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Lá na estação Cadorna, compre dois bilhetes para metro, um para ida e outro para a volta (na época era 1 euro cada!). Na estação Cadorna, pegue a linha M1 sentido Greco Rovereto, e desça na estação Duomo di Milano. O trecho do aeroporto à Duomo leva em média 1h10. Pronto, você já está na Piazza Del Duomo, uma praça onde está a Duomo di Milano (catedral de Milão), a maior catedral gótica do mundo.

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Nós resolvemos subir no topo da Catedral, e, apesar do dia não estar muito aberto, tiramos fotos lindas lá no topo.

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Em seguida, visitamos a Galeria Vitorio Emanuele II, uma passagem coberta que liga a Piazza del Duomo com a Piazza del Scala, e abriga lojas de grife e marcas famosas, cafés populares e restaurantes.

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Além de suas lojas, a Galeria é conhecida pelo mosaico do touro no chão, onde a tradição diz que girando em si mesmos com o calcanhar do pé direito nos órgãos genitais do touro atrai boa sorte.

De lá, passeamos pela Corso Vitorio Emanuele II, uma rua com diversas lojas, incluindo a Kiko Milano e a Disney Store. Depois, retornamos para a Piazza del Duomo, e fomos andando até o Castelo de Sforzerco, pela Via Dante. Na época, tinha uma Sephora lá, mas parece que fecharam.

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O Castelo Sforzesco de Milão faz parte das metas clássicas dos turista, e hospeda 14 museus. Estavámos com pressa, então só fomos apreciar a arquitetura externa do castelo, a fonte da entrada e os pátios internos.

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Lindo! E o parque que fica ao fundo do castelo é lindíssimo, chamado Parco Sempione, mas já era hora de voltar e não conseguimos ver mais do que uma espiada por fora. Daí, é só fazer o caminho de volta! Para pegar o trem de volta pro Aeroporto, peguem o trem número 1, para Malpensa, a última estação.

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Mais dicas: se forem fazer este passeio em conexão, optem por deixar as bagagens grandes e/ou pesadas nos guarda volumes do aeroporto, já que anda-se muito e é chato e cansativo ficar carregando. Na época, deixamos 5 sacolas de freeshop e 1 mala pequena de rodinhas e deu 17,50 euros. Ah, e sapato mega confortável porque a andança é grande mesmo!



Base Complexion Rescue Tinted Hydrating Gel Cream da Bare Minerals

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A base Complexion Rescue Tinted Hydrating Gel Cream é a nova base da Bare Minerals. Voce conhece a Bare Minerals? Se não conhece, é hora de clicar no link e checar sobre a marca. Ela é conhecida por seus produtos em minerais em pó, e agora está investindo em outras texturas, como esta base em Gel Creme. Sua fórmula possui elementos minerais, que ajudam a aumentar a hidratação da pele em uma semana, tem FPS 30, e é livre de parabenos, silicone, fragrâncias e óleos.

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Ela está disponível em 10 tons, e o meu é o Natural 05. Ela tem uma textura bem gostosa, e espalha facilmente, equilibrando o tom da pele.

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A cobertura dela é super boa, e o acabamento é sequinho e opaco, sem parecer que a pele não tem vida. Vocês conseguiram entender o que quero dizer vendo as fotos.

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Ainda não chegou no Brasil, mas já ganhou o prêmio de melhores do ano de 2015 na categoria base mineral. Custa U$29 e você encontra nas lojas da Sephora americanas e nas lojas da Bare Minerals.



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