Make Up Your Styles

por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Boston – Dia 2 (MIT + Harvard + Arnold Arboretum + Cervejaria Samuel Adams + Skywalk + Newbury St.)

Guia de Viagens

Nosso segundo dia em Boston começou pegando o carro sentido Cambridge, uma cidade vizinha onde estão as sedes de duas das universidades mais importantes do mundo. Cambridge na verdade parece mais um bairro de Boston, e nós levamos menos de 15 minutos para chegar até nossa primeira parada, o Massachusetts Institute of Technology. O MIT é um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia, fundado em 1861. Como era feriado, tinha pouca gente por lá, e não estava rolando aulas.

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Você pode entrar em alguns dos prédios, e inclusive visitar o MIT Museum, que custa U$10 por pessoa. O Museu está no prédio prédio N51, e o endereço é 265 da Massachusetts Avenue. Como estávamos com a Moa, só passeamos por fora e vimos os prédios e o campus.

Nossa segunda parada foi Harvard University, uma universidade privada membro da Ivy League que dispensa grandes apresentações, não é mesmo? Estacionamos o carro por perto e fomos andando até a Harvard Square, uma praça e ruas próximas com diversas lojinhas e cafés simpáticos. Lá tem um J.P. Licks, a sorveteria mais famosa de Boston. Paramos pra tomar um sorvete lá, apesar do frio, e ainda compramos o Cow Paws, um sorvete de pasta de amendoim com mel feito especialmente para cachorros. A Moa amou!

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Passamos pela Harvard Book Store, livraria que desde 1932 vende materiais para os alunos. Mas, na minha opinião, loja imperdível mesmo, que passamos antes de entrar em Harvard Yard (ou Jardim de Harvard – onde tem diversos prédios da universidade), é a J. August Co., especializada em produtos da universidade – e tem de tudo: moletom, camisetas, gorros, canetas, copinhos e etc…

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Se quiser fazer um tour guiado, ou pegar um mapinha, pare no quiosque de informações aos visitantes que fica no centro da Harvard Square – quase em frente aos portões da universidade. Nós entramos no Harvard Yard pelo Johnston Gate, conhecido como portão oficial de entrada. Logo a frente estava a famosa estátua de Harvard (famosa inclusive por ter a cara de um estudante qualquer, e não do próprio Harvard!), onde rola a superstição de quem passa a mão nos pés da estátua atrai sorte, principalmente para passar de ano.

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Vale lembrar que os portões de Harvard Yard ficam abertos de segunda a sábado das 9 às 17h, e que você não consegue entrar nos prédios para conhecer por dentro!

Que lugar lindo. Andando mais um pouco, encontramos a igreja do campus chamada Memorial Church, a Harry Elkins Widener Memorial Library que é a maior biblioteca acadêmica do mundo, e o prédio de filosofia. As folhas amarelas caindo, no chão… estava bem lindo mesmo. Antes de sair de Harvard Yard, passamos ainda pela LoebHouse, antiga casa dos presidentes da Universdade até 1971, quando o presidente da época se mudou de lá com a família.

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Cruzamos o jardim e chegamos no campus da universidade, onde estão os prédios das do Departamento de economia e o Science Center.

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Depois, fizemos o caminho de volta em direção ao carro. Passamos pelo prédio do Department of English, que é lindo. Estacionamos em frente à uma igreja belíssima, a Old Cambridge Batispt Church, que merece uma foto neste post.

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Seguimos para o The Arnold Arboretum, um museu vivo dedicado ao estudo das plantas que é cuidado e mantido pela Harvard University. Li que lá é o parque mais bonito para se ir no Outono. Bem, estávamos no outono, mas já pro final – vai ver que foi por isso que não achei tão bonito quanto haviam me dito.

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Fora que eu queria super conhecer o Bonsai Garden, mas ele estava fechado devido ao frio, e uma placa sugeria que o visitante voltasse de Abril a Novembro – mas, oi? Era Novembro ainda. Fiquei muito brava e fomos para o nosso ponto seguinte.

O Dan ama cervejas e não podia deixar de ir na Samuel Adams Brewery, cervejaria local artesanal super famosa nos EUA. Como estávamos com a Moa, eu fiquei com ela do lado de fora, e o Dan entrou conhecer, mas não fez o tour com degustação (que é grátis, mas eles sugerem uma doação de U$2 que, segundo eles, é direcionada para ajudar instituições de caridade da região!).

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Deu tempo de chegar no hotel e ir no Skywalk Observatory, que queríamos ir durante o dia. Ele tem o mesmo propósito do One World Observatory de Manhattan, é um observatório que fica no alto do famoso Prudential Center, todo fechado (ideal para dias frios ou muito quentes!) e oferece uma vista de 360 graus de Boston e das cidades nas redondezas. Custa U$17 por adulto, e apesar de carinho, a vista é de tirar o fôlego.

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Também tem uma parte cultural, onde há um pouco de história sobre a imigração, esportes, e sobre a cidade no geral, de forma bastante interativa.

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Finalizamos nosso dia passeando pela Newbury Street, uma rua com extensão de 9 quarteirões, que começa na Charlesgate East e vai até a Arlington Street.

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A rua é fofa, com predinhos baixos de tijolos aparentes e casas com arquiteturas charmosas que abrigam lojas para todos os gostos – desde as mais descoladas como Urban Outfitters, até as clássicas como Chanel. Era Black Friday mas mesmo assim a rua não estava lotada, então imagino que seja uma rua relativamente calma para se passear.



Guia de Viagens: Boston – Dia 1 (Onde ficar + Trinity Church + Public Garden + Boston Common+ Freedom Trail + Quincy Market)

Cotidiano Guia de Viagens

Hoje começa o guia de viagens de Boston! Nós fomos passar o feriado de Thanksgiving por lá, de carro. A viagem de Nova York para Boston demora em média 4 horas – pegamos um pouco de trânsito e, com as paradas, demoramos 5 horas no total.

Escolhemos o Sheraton Hotel, que é Pet Friendly (estávamos com a Moa) e estava com um preço legal, além de ter uma localização ótima!

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Deixamos as coisas e fomos fazer o passeio do dia, que foi todo a pé. Nossa primeira parada foi a Trinity Church, uma das construções mais importantes dos Estados Unidos e famosa por seus belíssimos e únicos vitrais.

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Em seguida, passamos pelo Public Garden, o parque mais bonito de Boston, com um lago lindo no centro, conhecido como o Lago dos Cisnes. Claro que na primavera e no verão deve ser mais bonito, com as folhas verdes e flores. Nos fomos no final do outono, e já estava com a maioria das árvores peladas.

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O Public Garden é colado no Boston Common, dividido apenas por uma rua. O Boston Common é o “Central Park de Boston”, principal parque da cidade e o parque público mais antigo dos EUA. É lá que está o Visitor Center para pegar mapas e informações sobre a Freedom Trail.

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A Freedom Trail é uma trilha que passa pelos principais pontos turísticos da cidade. No total são 16 pontos de paradas, além dos pontos alternativos. Existem aplicativos que te ajudam a seguir os pontos, ou você pode seguir a trilha pela linha de tijolos vermelhos no chão, que leva de um ponto ao outro da cidade.

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O segundo ponto é a Massachusetts State House, é a sede do governo de MA, e a construção mais antiga no charmoso bairro de Beacon Hill. Você pode fazer um tour, para conhecer por dentro, de segunda a sexta, das 10h às 15h30.

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A terceira parada é a Park Street Church, onde funcionou a primeira escola dominical de Boston, além de ter sido sede de protestos a favor dos direitos humanos. Alguns passos à frente está a quarta parada, o Cemitério Granary Burying Ground, onde estão enterrados os três signatários da independência americana, Samuel Adams, John Hancock e Robert Treat Paine. Não entrei no cemitério, as fotos foram tiradas da calçada.

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O quinto ponto é a capela King’s Chapel (ô cidade pra ter igrejas e capelas!), a primeira igreja Anglicana da cidade, que conta com um cemitério em seu “quintal”, onde está enterrado o primeiro governador de Massachusetts, John Winthrop.

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O sexto ponto é a Boston Latin School, primeira escola pública da américa, onde Benjamin Franklin, Samuel Adams e John Hancock estudaram; a antiga prefeitura (1865-1969), e a estátua de Bem Franklin.

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O sétimo ponto é o Old Corner Book Store, estabelecimento comercial mais antigo de Boston. O prédio de 1711, é charmoso e todo em tijolos vermelhos aparentes, e era uma antiga livraria que hoje abriga uma unidade do Chipotle Mexican Grill. O oitavo ponto é o Old South Meeting House, sede de vários eventos importantes que resultaram na independência americana, sendo a mais importante a Boston Tea Party. Lá tem um pequeno museu, que conta a história da independência dos Estados Unidos, além de ter uma maquete 3D de Boston no período colonial (U$6 a entrada por pessoa).

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Andando mais um pouco, chegamos no Old State House. A casa, construída em 1713 foi palco de decisões políticas que resultaram na Revolução Americana. A declaração de Independência foi lida pela primeira vez, naquela varanda, e o local se transformou em sede estado de Massachusetts. Tem um museu lá, e a entrada custa U$10.

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O decimo ponto é o Boston Massacre Site, onde o Massacre de Boston aconteceu. O círculo construído com pedras, em frente à Old State House, foi feito em memória às cinco vítimas fatais do Massacre, resposta dos moradores em protesto à atitude de um soldado da tropa britânica que havia agredido um colono.  A confusão tomou grandes proporções, a tropa britânica se envolveu e resultou em diversos feridos e 5 civis mortos.

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O décimo primeiro ponto é o Faneiul Hall, construído em 1742 para ser um mercadão, mas que virou ponto de encontro dos envolvidos na luta pela independência dos Estados Unidos. Tanto que ficou conhecido como o “berço da liberdade”.

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Hoje, o Faneiul Hall ainda é palco de manifestações, mas atrás dele está o Faneiul Hall MarketPlace, um lugar incrível e delicinha de visitar. É um centro comercial onde estão 3 grandes mercados – entre eles o Quincy Market, o mais conhecido – e lojinhas em vielas entre eles. Nós voltamos a noite em outro dia para curtir esse espaço, aproveito para já colocar as fotos neste post.

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O Quincy Market, prédio principal do Faneiul Hall Marketplace, é uma experiência gastronômica. Ele é como o Chelsea Market em NY, e oferece milhares de opções de comidas em toda a sua extensão. São muitas opções e vale a pena colocar na programação para chegar perto de uma refeição e comer por lá!

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O ponto seguinte não está na trilha original, mas está bem no meio dos pontos originais e vale demais a visita. O New England Holocaust Memorial foi um dos monumentos em memória às vitimas do holocausto mais marcantes que eu já fui (e olha que fui pra Polônia e visitei os campos de concentração, no Museu do Holocausto em Israel..). Por isso vou me dedicar um pouco a contar sobre este monumento aqui.

Em 1995 foram construídas 6 torres de vidro com mais de 16 metros de altura cada, uma ao lado da outra, em uma pequena praça de Boston, próxima às atrações da Freedom Trail. Era o New England Holocaust Memorial nascendo. Cada uma das torres simboliza um dos grandes campos de extermínio usados durante a segunda guerra, e nelas estão gravados números que representam os seis milhões de judeus que morreram no Holocausto. Do chão, no meio de cada uma das torres, sai um vapor que é impossível não relacionar com o gás das câmaras que mataram tantos inocentes. Pelo caminho, um pouco da história, além de frases de sobreviventes e a mensagem que é preciso lembrar do que aconteceu, para que nada semelhante se repita.

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De volta à Freedom Trail, seu décimo segundo ponto é a Paul Revere House, uma casa em madeira pintada em tons de cinza escuro, e um dos mais antigos prédios no centro da cidade, que pertenceu a Paul Revere, mensageiro que levava e trazia notícias referente às batalhas da Revolução Americana.

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A décima terceira parada é a Old North Church, a igreja mais antiga de Boston em funcionamento e templo religioso durante a Revolução Americana. A torre alta da North Church tinha uma lanterna que alertava os colonos sobre a chegada das tropas britânicas.

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O décimo quarto ponto é outro cemitério, o Copp’s Hill Burying Ground, o segundo maior cemitério do período colonial, onde Robert Newman, responsável pelas lanternas que direcionaram o mensageiro Paul Revere para avisar Samuel Adams e John Hancock sobre o mandato de prisão deles pelas tropas britânicas, está enterrado. Essa foi nossa última parada da Freedom Trail – ela ainda tinha mais três pontos depois da ponte, mas ficamos com preguiça de ir até lá. Nosso último ponto foi a casa mais fina de Boston, que não está na trilha original da Freedom Trail.

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O passeio todo durou em média 4 horas – fizemos tudo a pé. Depois dessa andança toda, voltamos para o hotel e capotamos cedo, para aproveitar o dia seguinte!



Roteiro de um dia em Washington D.C.

Guia de Viagens

Há algumas semanas atrás, mostrei para vocês o Roteiro de um dia na Philadelphia. Dando continuidade àquela viagem, nós chegamos em Washington D.C. no final do dia, direto para o hotel, portanto, começo este post dando dica de onde se hospedar em Washington D.C. Como estávamos com a Moa, o hotel tinha que ser dog friendly, ou seja, aceitar cachorros. Escolhemos o The Washington Court Hotel, que ficava bem próximo do capitólio, um dos pontos turísticos de Washinton D.C.

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Eu amei o hotel – super lindo, comodo, atendimento ótimo, quarto limpinho e ótima localização. Chegamos famintos e logo procuramos um restaurante também pet friendly pra levar a Moa. Para quem viaja com cachorro, o site Bring Fido é maravilhoso – tem listado os restaurantes, hotéis e pontos turísticos em que você pode ir com cachorro em diversas cidades do mundo! Tivemos sorte e tinha um na rua do Hotel, o Art and Soul. Claro, por estar com cachorro, tivemos que ficar nas mesas de fora, mas o dia estava gostoso e foi uma delícia. Pra vocês terem uma ideia de quão pet friendly que eles são, tinha até um cardápio pra cachorro – nós pedimos uma sobremesa pra Moa!

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Pela manhã, nossa primeira parada foi o Capitol e a House of Representatives, um símbolo da democracia americana, onde funciona o congresso, o senado e a câmera dos representantes. Infelizmente, o Capitol estava em reforma, então as fotos não ficaram tão bonitas!

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Cruzamos a praça com jardins lindos e bem cuidados, para chegar ao prédio da Suprema Corte Americana, e à livraria do Congresso. Todos os prédios da região são antigos e tem uma arquitetura maravilhosa – dava pra ficar horas lá fotografando e vendo o que era cada prédio.

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Demos a volta e paramos no National Mall, um conjunto de parques que abriga diferentes monumentos (o Capitol é um deles!) e memoriais que relembram datas e guerras importantes para a história do país. Poderíamos ter cruzado o National Mall até seu ponto oposto, mas resolvemos pegar o carro pra ir até o outro lado.

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Nossa parada seguinte foi a White House, a Casa Branca, residência oficial e escritório do presidente americano Barack Obama. Ao lado, está o prédio do Departamento do Tesouro.

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De lá, seguimos a pé para o Washington Monument, um obelisco localizado no centro do Constitution Gardens. O dia estava muito quente (visitamos no começo de Agosto!), então quem pretende ir nessa época, escolha roupas frescas e hidrate-se bem.

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Em frente, estava o World War II Memorial, um monumento dedicado à todos os americanos que serviram nas forças armadas durante a Segunda Guerra Mundial. Ele é recente, foi aberto ao público em 2004, constituído por 56 pilares de granito que representam os 48 estados americanos, mais 7 territórios federais e o Distrito de Columbia. O Memorial tem um formato de círculo, com um arco à norte representando o Atlantico, ao sul representando o Pacífico e no centro um espelho d’água com chafariz.

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Finalizamos nosso passeio andando até o Lincoln Memorial, monumento em homenagem ao 16º presidente americano, Abraham Lincoln, em 1922. Dentro do prédio que foi inspirado em um templo grego, está uma estatue de Lincoln sobre um pedestal. De cima das escadarias, você tem uma linda vista do espelho d’água e do monumento de Washington.

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Nós só tínhamos um dia, então foi isso o que deu pra ver. Existem diversos monumentos e museus por todo o caminho do National Mall – basicamente um retângulo entre o Capitol e o Lincoln Memorial.

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A ideia é voltarmos com calma para ver os outros pontos, principalmente o Museu do Holocausto de Washington D.C., que falam que é muito bom. Espero que tenham gostado das dicas! 🙂



Roteiro de um dia na Philadelphia

Guia de Viagens

Uma dica legal para quem vier a Nova York e quiser fazer um passeio diferente pelos arredores, é conhecer a Philadelphia, capital da Pensilvânia. São 2 horas de viagem de carro ou trem, então pode ser um dia ou dois – não precisa mais do que isso para conhecer os principais pontos turísticos da cidade.  Nos alugamos um carro, pois fomos com a Moa, e esticamos a viagem até Washington D.C. (em outro post vou dar dicas do que fazer por lá!).

Nós começamos nosso passeio pelo Philadelphia Museum of Art, ou melhor, pelas escadarias do Museu, já que não entramos nele. Estacionamos o carro perto, e andar nos arredores já é lindo.

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Antes de subir as escadas famosas pela cena em que o boxeador Rocky Balboa sobe os degraus correndo ao som da canção “Gonna Fly Now”, paramos para tirar foto com a estátua de bronze do personagem, que fica embaixo, do lado direito (de quem olha de frente) do museu!

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O topo da escadaria oferece uma vista panorâmica da cidade que é maravilhosa – ao fundo, está o City Hall, a prefeitura da cidade. Depois, atravessamos os jardins da frente para ver a Benjamin Franklin Pkway – uma avenida imensa que tem bandeiras de vários países por seu comprimento.

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Depois, pegamos o carro em direção ao Historical District. Estacionamos em uma rua bem próximo ao nosso primeiro ponto turístico da região, o Independence Hall, um edifício construído em 1753 que serviu como local do Segundo Congresso Continental, onde foi declarada a Independência dos Estados Unidos da América em 1776, daí o nome atual. Há opção de fazer uma visita guiada por dentro, mas nós só passamos na frente e fotografamos.

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Em seguida, a menos de uma quadra de lá, está o Liberty Bell, o sino da liberdade. Para entrar e ver de perto é grátis, porém a fila é imensa e resolvemos ver de fora mesmo, já que ele está em um pavilhão de vidro, e hoje em dia não é mais possível tocá-lo. O sino é super importante na historia americana, já que no dia 8 de julho de 1776, seu toque anunciou a primeira leitura em público da Declaração de Independência dos EUA.

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Um pouco mais pra frente está o National Constitution Center, um museu dedicado à Constituição dos Estados Unidos, seus ideais e seu legado de cidadania ativa. Nos também não entramos. Seguimos depois de volta para o carro, e no caminho entramos no Rose Garden, que ainda fica dentro do National Historical Park, no endereço 422 Walnut Street. É bem simpático, e entramos rapidinho para conhecer – deve ficar lindo em Junho, que é quando as roseiras estão floridas.

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Saindo de lá, nós queríamos tirar uma foto no píer com a Benjamin Franklin Bridge. Eu havia pesquisado que o melhor lugar para estacionar o carro era no Penn’s Landing, que fica pertinho do píer. Nós fomos, mas era um sábado de verão e estava lotado. Mesmo se não tivesse, não iriamos pagar o valor, que era caríssimo (não lembro ao certo, mas algo em torno de U$30!). Acabamos estacionando o carro na South Front Street, e fomos a pé pela Walnut Street, numa parte fofa que não passa carros.

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Não preciso nem dizer que a Moa amou o passeio né? Ela ficou super tranquila no carro, foi com a gente em tudo e passeou bastante! Nossa última parada na Philadelphia foi para almoçar. E, como não podia ser diferente, fomos ao Pat’s King of Steaks, onde o famoso Philly Cheese Steak foi criado. O Philly Cheese Steak original é carne em cubos com cebola e queijo americano num baguete, mas no restaurante você pode acrescentar cogumelos e pimentão.

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O restaurante está sempre com fila, e tem umas mesinhas do lado de fora! Nada chic nem elaborado, mas minha mãe e marido adoraram e disseram que valeu a espera – como eu não como carne, não experimentei. Nosso dia na Philadelphia terminou por aqui, depois seguimos estrada para Washington D.C.

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Em breve conto como foi nosso um dia por lá também – com dicas de hotel e restaurante pet friendly, além de dicas turísticas, claro!

Ps- A Moa não ficou um minuto sequer sozinha dentro do carro fechado! Minha mãe estava dentro com ela enquanto saímos ver se tinha mesa e como estava a fila do Pat’s King of the Steak.



Um dia de Outono em Connecticut

Guia de Viagens

Quem estiver em NY durante o Outono, e tiver a oportunidade de tirar umas horinhas para conhecer Connecticut, não irá se arrepender. Eu fui em um final de semana de Outubro, e fiquei maravilhada com as cores das folhas das árvores pela estrada – a dica é não ir pela I-95 (o caminho mais comum e um pouco mais curto), mas colocar no GPS o nome da estrada Hutchinson River Parkway.

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Desta estrada, você vai continuar na CT-15 North por quase 6 milhas, e em seguida pegar a saída 31, para North Street. A viagem do centro de Manhattan até lá dura em média 1 hora. Na North Street tem mil casas fofinhas, com gramados lindos, é uma delícia passear tranquilamente pelas ruas.

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Minha dica é aproveitar a viagem e conhecer o Le Crémaillère, um restaurante francês muito lindo, charmoso e bem chic. O restaurante fica em uma construção de 1750 (!), é super charmoso, com suas mesas pequenas, decoração e louças vintage. A faixa etária do restaurante não é das mais novas, e o traje lá é chic – os senhores estavam de terno e gravata. Claro que a gente, que nem sabia, estava com roupa mais casual (como vocês podem ver na minha foto, estava de calça, malha, casacão e bota! Meu marido de calça jeans, camisa flanelada e um casaco!), e fomos super bem recebidos.

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Os pratos têm um apresentação lindíssima, e são servidos com aquelas tampas de prata, e os garçons tiram na mesma hora os de todos da mesa. Bem chic! O legal é que no almoço o restaurante oferece um menu de preço fechado – U$32 – com direito a uma entrada, prato principal e sobremesa. Único prato que não estava neste menu foi o que eu escolhi, o Campanelle Pasta, que custou U$28, e o Soufflé Maison.

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Adoramos o passeio! Espero que gostem da dica.

Endereço do restaurante: 46 Bedford-Banksville Rd, Bedford/NY.



Guia de Viagens: Um dia em Palm Beach

Guia de Viagens

Se você vai passar alguns dias em Miami, vale a pena separar um deles para visitar Palm Beach, uma cidade litoranea que fica há uma hora de Miami Beach, e é puro luxo, além de ter poucos turístas e uma vista linda. Nos começamos o passeio no City Place, uma espécie de shopping a céu aberto, com diversas lojas, bares e restaurantes, em um ambiente super agradável, que parece uma vila mediterrânea com arquitetura de cidades européias antigas, mas com uma pitada contemporânea típica da Flórida.

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Saindo do City Place, fomos conhecer a Worth Avenue, uma espécie de Rodeo Drive (tem post sobre Beverly Hills aqui) da Flórida, que foi eleita pelo jornal USA Today como uma das 20 ruas mais icônicas dos Estados Unidos. Nos andamos por toda a extensão dela – da Cocoanut Row até a S Ocean Blvd (são 3 quadras grandes), que dá na praia.

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Pela Worth Avenue você encontra diversas marcas de luxo, como Chanel, Tiffany & Co., Tory Burch, Jimmy Choo, Hermes, Bottega Veneta e Valentino; algumas lojas com preços mais acessíveis, como Sequin, Brooks Brothers, Juicy Couture e Ralph Lauren; e lojas de departamento como a Neiman Marcus e a Sacks Fifth Avenue.

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Assim como no City Place, você encontra uma arquitetura de cidades européias antigas, principalmente devido as vias internas que a Worth oferece ao longo de sua extensão, que dão acesso à pátios cercados de jardins e fontes, muitos deles com restaurantes e bares para você descansar e curtir.

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Nós almoçamos em um destes restaurantes; nosso escolhido foi o Bice, um super conhecido dos locais, com uma comida bem gostosa! No banheiro tinha um sal para esfoliarmos as mãos que eu fiquei apaixonada – já na hora você sente uma super diferença! E eles vendiam lá, trouxe um vidro comigo pra casa! Rs!

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Para o resto da tarde, fomos fazer uma visita ao The Breakers Hotel, famoso por ser a primeira grande construção de Palm Beach, com uma arquitetura incrível. O acesso a praia e piscinas é restrito aos hóspedes, mas você pode visitar, passear pelas lojinhas que o hotel oferece, assim como comer nos restaurantes ou tomar um café em um ambiente agradável.

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Finalizamos o dia com um early dinner com a família do Dan, no Bar Pistache, que fica em uma pracinha simpática, com vários restaurantes e bares ao redor. A comida é muito gostosa e vale a visita se você estiver em Palm Beach!

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E ai, meninas? Gostaram das dicas de Miami e Palm Beach?



Guia de Viagens: Miami – Dia 2 (Lincoln Road + Juvia + Design District)

Guia de Viagens

No outro dia livre que tivemos, fiz questão de conhecer a Lincoln Road, uma rua fechada para pedestres que é um shopping à ceu aberto com diversas lojas, bares e restaurantes ao longo de sete quarteirões, entre a Washington Avenue e a Alton Road. O passeio é agradabilíssimo – eu amei passear pela Lincoln Road com a família e amigos, e entrar em algumas lojas.

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Tem muita loja legal: H&M, Zara, Kiko Milano (de maquiagem!), Forever 21, Dylan’s Candy Bar, Club Monaco, Kiehl’s, Ricky’s NYC (semana que vem vou fazer um post sobre esta loja INCRÍVEL!), Victoria’s Secret, Urban Outfitters, LuluLemon, etc..

Dos diversos restaurantes, já tínhamos um reservado, o Juvia, um restaurante que mistura culinária peruana, japonesa e técnicas da cozinha francesa. Ele fica no nono andar de um prédio na Lincoln Road (1111 Lincoln Road), com uma vista espetacular, e decoração fofa, com jardins verticais, móveis de madeira e predomínio da cor branca com detalhes.

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Eu pedi um drink chamado Juvia Lemonade, e o Dan um Mojito. Como estávamos em sete pessoas, fotografei muitos pratos para vocês verem: duas entradas para a mesa, um tipo de salada e  4 tipos de pratos foram pedidos  – a apresentação de todos era linda. A sobremesa é uma delícia e muito bonita, e a dica dos meus amigos é pedir um Limoncello, um licor de limão com uma cor linda!

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Reserve para não perder a ida até lá – dá para fazer pelo Open Table. Achei a Lincoln Road a cara de Miami.

Depois de lá, fomos para o Design District, um bairro que ainda não é muito conhecido, mas promete ser um ponto turístico em breve. Os prédios baixos e antigos de uma região desvalorizada e sem grandes atrativos começa a atrair diversas marcas de Luxo que estão fugindo do famoso shopping Bal Harbour, e já possuem lojas no Design District – e muitas outras estão chegando. Você já encontra Pucci, Christian Loboutain, Lavin, Cartier, Hermés, Celine, Louis Vuitton, Dior, Bvlgari e LongChamp por lá.

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Além das lojas “normais”das marcas, estão surgindo a versão de lojas para casa de algumas marcas de luxo, como a Fendi Casa, Armani Casa, Missoni Casa e Kenzo Maison .

O quadrilátero para ser visitado é o seguinte: entre a Miami Ave e NE 2nd Ave, e as ruas NE 39th St e a NE 42nd St. Não deixe de visitar o mini shopping à céu aberto que fica no Passeo Ponti (140 NE 39th Street), com muitas lojas de relógios, a Bvulgari e Giorgio Armani – na frente desta loja, que fica no segundo andar, tem uns balanços bem gostosos para ficar descansando um pouco.

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Finalizamos o passeio do dia aí – poderíamos ter jantado por lá, já que tem vários restaurantes, mas como estávamos hospedados em Palm Beach, resolvemos comer perto do hotel, para não pegar estrada tarde. Amanhã tem roteiro de um dia em Palm Beach.



Guia de Viagens: Miami – Dia 1 (Aventura Mall + Miracle Mile)

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No final do ano fomos passar alguns dias em Miami. Como o Dan tem família lá, tivemos só 3 dias para turistar, então serão três posts sobre dicas de Miami e arredores. Vamos começar? Nos Estados Unidos, o dia 26 é conhecido por diversas promoções pós natal; neste dia, planejamos uma ida até o Aventura Mall, um shopping mega conhecido de Miami, que fica há 25 minutos de Miami Beach. Ele é o maior shopping no segmento convencional (não é um outlet – para melhores preços, a dica é visitar o Sawgrass Mills!) da Flórida e o quinto nos Estados Unidos.

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Chegamos bem cedo, porque esta época do ano é sempre cheio, e no dia 26 é pior ainda. Eu só entrei na Forever 21, que tem uma loja imensa lá, e ainda estava com 25% de desconto. Meus sogros estavam sem malas – a companhia aérea demorou 4 dias para entregar, elas não vieram do Brasil! – então tivemos que fazer algumas compras. Por volta das 14h, o shopping já estava insuportável e impossível de andar, lotado. Para quem quer ir e ver o shopping todo, programe um dia inteiro – são mais de 300 lojas, desde as luxuosas (Louis Vuitton, Michael Kors, Burberry..) até as lojas de departamento (Macy’s, Sears, Nordtrom, Bloomingdale’s..).

Paramos para almoçar lá mesmo, na The Cheesecake Factory, que estava com uma fila de mais de 45 minutos! Acabamos deixando nosso celular, e demos mais uma voltas no shopping até receber a mensagem que nossa mesa estava pronta.

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Depois eu faço um post contando tudo sobre o Cheesecake Factory. Saímos de lá umas 16h, e fomos direto para Miracle Mile, uma rua em Coral Gables, entre a Douglas Road (West 37th Avenue) e a LeJune Road (West 42th Avenue) há uns 15 minutos de Downtown Miami. Lá estão diversas boutiques de vestidos de festa, para noivas, madrinhas, mães de noivos e daminhas de honra.

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O horário das lojas variam bastante, então vale a pena visitar o site Shop At Coral Gables antes de ir e consultar os horários. Eu fui mais tarde, então poucas lojas estavam abertas; entre elas, as duas que eu queria visitar – a GBS Beauty, uma loja com diversos cosméticos mais difíceis de encontrar, outros tantos com descontos, uns travel sizes que você não encontra em qualquer lugar; e a Dabid’s Bridal, uma loja imensa com muitos vestidos de noivas, inclusive de estilistas como Vera Wang, além de vestidos de festa para madrinhas e convidadas.

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Voce consegue deixar seu carro e andar a pé pela Miracle Mile – são 4 quarteirões, e se quiser ir mais longe, pode pegar o Coral Gables Trolley, um meio de transporte público gratuito da cidade de Coral Gables – seu percurso começa na Ponce de Leon Boulevard, altura da estação de trem da Douglas Road e vai até a Flager Street. Ele funciona durante a semana em intervalos de 10 à 15 minutos, das 6:30hs às 20:00hs.

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Além das compras, a Miracle Mile vale o passeio, porque é linda e tem diversos restaurantes e barzinhos, uma simpatia. Nós escolhemos jantar no Benihana, em um ambiente com chapas para grupos, bem diferente e divertido. Em breve faço post completo sobre o restaurante (que também já está no Brasil); enquanto isso, algumas fotos abaixo.

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Em Miami, a melhor forma de se locomover é alugando um carro, já que o transporte público é escasso e os pontos turísticos são longes entre si.

A taxa em cima das compras varia entre 6 e 7%, sendo que em Palm Beach é 6% e em Miami e Miami Beach 7%.

Essa semana ainda sairão mais dois posts sobre Miami! Fiquem de olho!



As Farmácias Americanas

Guia de Viagens

As farmácias americanas são as farmácias dos sonhos. Porque, na verdade, ela é bem mais do que uma simples farmácia – é um mini mercado de beleza e coisinhas úteis e fofas. Vem comigo que vou mostrar um pouco para vocês sobre o este paraíso, que pode ser encontrado em quase todas as esquinas das cidades do Estados Unidos.

As grandes redes são a CVS e Walgreens, mas existem outras, como a Rite Aid e Duane Reade, que você encontra em todos os cantos de NYC, e que são da mesma rede da Walgreens.

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A variedade de produtos de beleza é imensa, são muitas marcas com bons produtos e preços melhores ainda. Estou pensando em fazer um top 10 de cada tipo de produto de farmácia, o que acham? Acho que no começo do ano vai rolar um especial sobre este assunto! 😉

Em maquiagem, você encontra: Revlon, Maybelline, Covergirl, L’oreal, Olay, Milani, We’n’wild, entre muitas outras.

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Na parte de cuidados com a pele, Clean&Clear, Neutrogena, Burt Bee’s, Avene, La Roche Posay, etc.

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Produtos para unhas, esmaltes e cuidados com cutículas e afins: Sally Hansen, Revlon, OPI, Essie, Maybelline, etc.

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Eles ainda tem o espaço para cabelos, que encontramos facilmente a linha de produtos da Bed Head e Paul Mitchell, Redken, L’oreal, John Frieda, Aussie, Herbal Essence, entre tantas outras.

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E tem muitas piranhas, elásticos (os melhores elásticos do mundo!), escovas, babyliss, secadores e etc, tudo a um preço bem bom!

O legal é que os produtos tem custos benefícios ótimos e são fáceis de ser encontrados! E não pára por ai: a maioria delas tem um mini mercadinho, com produtos de limpeza, snacks, frutas, etc. E uma parte de papelaria com várias coisas fofas também, e coisas fofas para crianças.

Para as futuras mamis, e mães que estão amamentando, vale a pena a passada na farmácia para comprar os famosos produtinhos (como o Lansinoh para proteger e curar seios rachados, Mederma para cicatriz, pomadas Destin e pomada para alívio quando dentinho nascer da Orajel…).

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Fora a parte de produtinhos travel size, tamanho pequeno, que tem o intuito de fazer você comprar o produto pequeno para testar, para, se gostar, depois investir em um maior. Falamos disso no post Experimente antes de investir.

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A maioria destas redes sempre oferece um tipo de promoção para os associados (e qualquer um pode fazer um cartão, inclusive turistas! É só dar o CEP do hotel em que você está ficando). Eu peguei muitas promoções daquelas “ compre um e o segundo sai pela metade do preço”, e outros estilo que, no final da compra, junto com a nota fiscal, vinha um cupom que você podia gastar x dólares na marca (aquela que você comprou), numa próxima compra.

Muito legal né? No Brasil você faz cartão fidelidade de farmácia, e só se irrita dando seu CPF, porque desconto que é bom, nada… E quando perguntamos o que muda, pra que serve, eles dizem que é para acumular pontos.. Só não sei cade esses pontos, ou o que fazer com eles… #desabafo



Guia de Viagens: Las Vegas – Dia 3 (Venetian + Caesers + The Mirage + NY-NY)

Guia de Viagens

Nosso último dia em Vegas começou no Caesar’s Palace, hotel inspirado na arquitetura e atmosfera da Roma Antiga e nos tempos de glória da Grécia. Nossa primeira parada no hotel foi na CheeseCake Factory, para um café da manhã delicioso.

A CheeseCake Factory fica de frente para o Acquarium (você consegue vê-lo no fundo das fotos acima!), um aquário de 50 mil litros de água salgada! Bem bonito, mas não desviaria do meu caminho para vê-lo. Como a CheeseCake factory é parada obrigatória, já dá uma olhadinha no aquário, né?

Lá no Caesar’s tem um shopping gigante, chamado The Forum Shop, que é belíssimo e retrata um antigo bairro romano, sob um céu artificial cuja luminosidade varia de manhã à noite.

É neste shopping que você encontra a Inglot e a Fresh, lojas que comentei em posts anteriormente.

Saindo de lá, seguimos para o The Mirage, um hotel que mais parece um oásis, com muitas quedas d’água e belas árvores. Nos começamos o passeio no hotel no Siegfried & Roy’s Secret Garden and Dolphin Habitat, quase que um mini zoológico, que habita felinos e golfinhos. Para entrar, o valor é U$20, mas eu não achei que valeu. Os golfinhos fazem poucas brincadeiras, e no resto do tempo só nadam de um lugar para outro na piscina, e os felinos estavam bem devagar. Ele funciona das 11:00 às 17:00.

O Mirage ainda tem o Volcano, um grande vulcão que cospe fumaça e fogo em um caloroso espetáculo, que  entra em erupção de hora em hora das 20 h à meia-noite. Acabei não vendo porque fui pela manhã, mas é grátis.

O fim da noite foi no NY-NY, hotel que inclui na sua fachada vários prédios que se assemelham ao céu da cidade em que foi inspirada. Em frente ao casino há uma piscina imitando o Porto de Nova Iorque e com uma réplica da Estátua da Liberdade. Outra atração do hotel é a montanha russa, uma das mais tensas que eu fui, porque é de madeira, e parece que ela vai desmontar. Mas, a vista do carrinho é linda, dá para ver a strip inteira iluminada. O valor do passeio é U$14 cada ida. Ainda no NY-NY, existe o famoso bar Coyote Ugly (inspirado no filme de mesmo nome, no Brasil chamado Show Bar), um estilo diferente de bar country onde jovens garçonetes divertem o público com suas técnicas artísticas e sensuais – acabamos não entrando porque estávamos cansados, tinha fila e sinceramente eu não gosto de lugar assim.

Essas são as minhas dicas de Las Vegas meninas! Gostaram?



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