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por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Onde se hospedar + Calle Florida + Galeria Pacífico

Guia de Viagens

Desde que eu resgatei o roteiro de Milão aqui no blog, fiquei com vontade de escrever sobre minhas outras viagens. Desta vez, vamos falar de Buenos Aires, a capital da Argentina. Nós viajamos no réveillon de 2009 para 2010, e, na época, ficamos hospedados no centro, no hotel Carsson.

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O centro de Buenos Aires é feio, todo meio velho e meio abandonado. Ficamos com um pouco de medo de andar pelas ruas vazias do centro a noite, e não recomendo ficarem por ali. Eu, quando escolhi, vi que era perto da Calle Florida e da Galeria Pacifico e achei que a localização era boa. No saldo geral, não foi ruim, mas podíamos ter ficado mais tranquilos se estivéssemos em um bairro mais seguro, como Palermo Soho ou Recoleta.

A Calle Florida é um calçadão de mais ou menos um quilometro de extensão, e um dos pontos turísticos de Buenos Aires. São 10 quadras de lojas, restaurantes e bares, e é um passeio bem turístico a se fazer. Não deixe de visitar a Fallabella, uma loja chilena estilo H&M bem legal e com preços bons!

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Na esquina da Calle Florida com a Av. Córdoba está a Galerias Pacífico, um edifício centenário restaurado onde antes funcionava uma galeria de arte e hoje possui mais de 150 lojas. Ele é o shopping mais lindo de Buenos Aires, com teto decorado e construção inspirada na Galerie Laffayette de Paris.

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Destaque para as lojas da MAC Pro e Bobbi Brown, únicas de Buenos Aires – e lojas que amamos, não é mesmo?!



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Dia 2 (Kealakekua Bay + Mahana Bay Green Sand Beach)

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Mais um dia na Big Island, e nós resolvemos conhecer dois pontos da ilha. O primeiro foi a Kealakekua Bay, uma baía onde dizem que dá para nadar com os golfinhos selvagens se chegar cedinho. A viagem do hotel que estávamos para lá levou 1 hora. Infelizmente, no dia que fomos, chegamos antes das 8h mas não tinha nenhum golfinho por lá. Mesmo assim, o lugar é maravilhoso e nós ficamos um pouco curtindo a brisa e o visual.

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Lá fica um cara que aluga caiaques, que você pode usar para chegar mais no monumento do Captain Cook, capitão que chegou com seus navios na baía em 1779 e os havaianos acharam que ele era a reencarnação de um Deus. Quando descobriram que ele não era, mataram toda a tripulação do capitão, até finalmente o matarem, um ano depois. Triste, né? Bom, perto desse monumento é um ótimo ponto para snorkel também.

Depois seguimos para a Mahana Bay Green Sand Beach, uma praia de difícil acesso com areia verde oliva, cuja cor surge através de uma pedra esverdeada e semi preciosa chamada Olivina, que são trazidas à superfície por erupções vulcânicas. A Green Sand Beach fica à 1h20 da Kealakekua Bay mais a sul da ilha.

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Como a descida é muito íngrime, deve ser feita num carro 4×4. Se você, como a gente, não alugar um 4×4, tem como chegar ao estacionamento e deixar seu carro, pegando carona com os locais (por U$10 por pessoa) em um jipe velho, enferrujado e que balança pra caramba. Tem uns doidos que descem (e sobem depois!) os quase 5 km a pé.

IMPORTANTE: o último banheiro que você vai encontrar é uns 10 quilômetros antes de chegar no estacionamento de Mahana Bay – então façam uma parada em algum café quando verem pelo GPS que estão se aproximando! O passeio não é muito curto, e juro – não tem banheiro mesmo por lá!

Depois de conhecermos a praia das areias verdes, era hora de voltar para o hotel, seguindo 2h20 de viagem!



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Dia 1 (Hawaiian Volcano Eco Tour)

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No nosso primeiro dia acordando na Big Island, fomos cedinho de Kona, onde estávamos hospedados, até Hilo, do outro lado da ilha. São 1h30 de viagem, onde chegamos no ponto de encontro da saída do passeio para o Vulcão, de dia inteiro, chamado Big Island Hawaii Volcano Eco-Adventure (U$135 por pessoa), também com a empresa Discover Hawaii Tours.

Nossa primeira parada foi na Big Island Black Sand Beach, uma praia de areia preta bem sem graça – ficamos uns 5 minutos por lá, olhando e fotografando, e logo subimos de volta na van.

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A segunda parade foi no Wailuku River State Park, onde está a Rainbow Falls. Depois de apreciarmos a vista da cachoeira, o guia ~muito doido~ levou quem queria até o lado de onde a água da cachoeira caia. Eu tentei, mas confesso que no meio do caminho bateu um medo e eu voltei – o dan foi até lá, olhem as fotos!

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A terceira parada foi o Hawaii Volcanoes National Park – dentro dele, tivemos diversas paradas: a primeira foi um lugar com uma Gift Shop, onde eu parei pra garantir um moletom, já que estava ventando horrores e eu morrendo de frio sem casaco (burra, porque a empresa fala pra levar casaco e eu esqueci!). Em seguida, fomos para o primeiro mirante, o Kilauea Iki Overlook.

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De lá, seguimos uma trilha para a Thurston Lava Tube, uma caverna em que a lava escorria cerca de 500 anos atrás. É uma experiência incrível andar pelo corredor bem escuro, meio úmido e sair depois do outro lado, em meio a uma floresta tão linda.

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Depois, paramos em um Extinted Lava Field, um lugar onde as lavas de erupção do vulcão costumavam escorrer, e agora está solidificada.

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O ponto seguinte foi uma parada no meio do nada, num ponto maravilhoso! Alto, meio que parece um precipício, e todo mundo quis tirar foto. Juntei coragem e fui também. Que coisa linda.

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Na hora em que paramos para ver aonde a Lava de erupção já sedimentada encontra o mar, fiquei arrepiada. Que coisa mais linda aquele mar de um azul maravilhoso, com aquele preto das lavas solidificadas em uma espécie de arcos. Podia passar o dia lá, sentindo a brisa e apreciando aquela vista.

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Nossa última parada foi o mirante mais perto da cratera, o Halema’uma’u Crater Overlook, fica ao lado do Jaggar Museum, com bastante informações sobre vulcões. Neste mirante você consegue ver a constante fumaça do vulcão bem de perto.

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De volta ao ponto de encontro em Hilo, pegamos mais 1h30 de carro para voltar ao hotel. Que passeio, gente. Recomendo muito! Inclusive, não precisa estar na Big Island para fazer, dá pra sair de outras ilhas, e o passeio é de um dia também (mas ai o passeio sai em média U$430 por pessoa!).



Guia de Viagens: Big Island, Hawaii – Onde se hospedar e Hapuna Beach

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No nosso quarto dia no Hawaii, pegamos um vôo de Oahu para a Big Island, segunda parada da nossa lua de mel atrasada. O aeroporto da Big Island é minúsculo, com a maior parte a céu aberto. Alugamos um carro no próprio aeroporto, para facilitar nosso transporte por lá, já que a Big Island não tem uma estrutura de cidade grande, as coisas são afastadas e os tours com empresas são caros e com poucas opções.

Seguimos direto para nosso hotel escolhido, o Hilton Waikaloa Village, que ficava em Waikaloa Village, uma espécie de condomínio de hotéis. O hotel é maravilhoso, e podíamos só ficar lá nos dias que tínhamos, que não ia faltar coisa para fazer e ter tempo para descansar.

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O hotel é tão grande que tem um monorail (espécie de metro) dentro dele, para levar os hospedes de um lado para o outro. No hotel, tem SPA; lojinhas; alguns restaurantes (vou falar de um deles no post sobre Restaurantes na Big Island!); uma lagoa de golfinhos onde você pode nadar com eles (pagando $200) e um restaurante que dá para essa lagoa, que você pode almoçar vendo os golfinhos treinarem, nadarem e brincarem (demais!)…

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… uma praia criada pelo hotel (lá as praias são de pedra, eles fizeram uma de areia) – eles desviaram a água do mar para fazer uma espécie de lagoa, que os hospedes podem nadar (inclusive com as tartarugas que nadam calmamente por lá) com pontes que passam por cima, muito lindo; piscinas, sendo uma delas com um tobogã gigante e outra com cachoeira e uma ponte daquelas moles; campo de golfe e um espaço budista (com um pôr-do-sol maravilhoso).

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Nós ficamos na torre do meio do hotel – são 3, sendo que duas das pontas ficam perto de piscinas e a do meio é a mais reservada e silenciosa. Não encontrei fotos do quarto, acho que perdi! Mas ele era imenso e ótimo!

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Perto do hotel tinha uma das praias mais conhecidas da Big Island, a Hapuna Beach, ideal para snorkel graças às suas águas calmas e claras, e um recife de coral na parte sul (parte mais legal para snorkel). Fomos só nós dois, deixamos as coisas num canto, e entramos para ver os peixes, nadar com eles e relaxar.

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A praia de Hapuna Beach tem um estacionamento bem grande (pago, mas nada caro), além de banheiros públicos para você se trocar, mas, como na maioria das praias do Hawaii, não tem vendedores ambulantes, então leve água para se hidratar e alguma coisa para comer, se quiser. Lá também não tem aonde alugar snorkel, então certifique-se de passar no centro comercial de Waikaloa Beach, chamado Queen’s Market Place, onde tem lojas que alugam ou vendem estes materiais, antes de ir pra Hapuna Beach.

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O Queen’s Market Place é uma graça e vale a visita, tipo um shopping a céu aberto com lojinhas e restaurantes para refeições rápidas (nada muito elaborado).



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 3 (Sea Life Park + Nadando com Golfinhos + Magic Island)

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Nosso último dia em Oahu começou com algumas comprinhas na ABC Store – uma loja que tem em todos os cantos de Oahu e de tudo um pouco – suvenires, protetores solares, comidinhas, bebidas, cosméticos, e etc.

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Paramos lá no caminho para o ponto de encontro da saída do nosso passeio do dia – conhecer o Sea Life Park, um parque aquático cercado por montanhas e praias, com mais de 2 mil animais. É só lá que você encontra o Wolphin, resultado de um cruzamento entre uma baleia e um golfinho!

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E foi lá também que nadamos com os golfinhos! Gente, que experiência, que mágico, que tudo. E que rápido – são 45 minutos entre orientações e nadar! Pagamos U$129,99 por pessoa, e neste valor já estavam inclusos o transporte e a entrada do Sea Life Park, além de nadarmos com os golfinhos.

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O único outro animal que interagimos foram as tartarugas, que compramos comida própria para elas (vendida na loja de suvenier do parque) e demos para elas!

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Diferente da maioria dos shows nestes parques aquáticos, o de Oahu tem uma vista maravilhosa, e as vezes você se pega distraída na paisagem, ao invés de focar nos malabarismos dos Wolphins.

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De volta ao hotel, passeamos um pouco pela praia de Waikiki e pela Lagoa que fica em frente ao Hilton Village Waikiki Beach Resort (o hotel indiscutivelmente mais lindo da região!).

lagoon

Depois, andamos em direção à Magic Island, que é um píer de frente para essa lagoa, onde toda sexta feira às 19h45 há fogos de artifício. Isso mesmo, toda sexta feira. É lindo, e fica muita gente – turistas e locais – esperando pelos fogos, na beira no píer… uma delícia. A Magic Island fica a 25 minutos a pé da Lagoa, e por ser relativamente longe, o barulho não é insuportável – fazendo de lá o melhor ponto da ilha para se ver os fogos.

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Finalizamos a noite no Ala Moana Center, o shopping local, onde jantamos no The Pineapple Room – tem detalhes sobre o restaurante e jantar no post sobre Restaurantes em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 2 (Ultimate Circle Island Eco Adventure + Kalakaua Avenue)

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Nosso segundo dia começou bem cedo, nosso passeio de um dia inteiro começava as 08h da manhã e era um passeio de Eco Adventure por toda a ilha. Acompanhe os pontos que paramos, um mais lindo que o outro. Este passeio custou U$130 por pessoa, e chama-se Ultimate Circle Island Eco Adventure.

A primeira parada foi a trilha para Waimea Fall, um parque ecológico com jardim botânico com mais de 5.000 espécies de plantas tropicais documentadas e ameaçadas de extinção, além de construções havaianas antigas como kauhale, uma antiga cabana havaiana com teto, e o Ku’ula Stone, um santuário dedicado ao deus da pesca havaiano. Em 20 minutos de caminhada, você chega até a cachoeira, que é bem bonita e dá para entrar para nadar (do lado da cachoeira tem uns quartinhos para se trocar!).

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A segunda parada foi em uma praia em North Shore, que ficamos 5 minutos e eu nem peguei o nome, mas a cor do mar era de morrer. A terceira parada me deixou vidrada, e eu poderia ter passado o resto do dia neste mirante chamado North Shore Lookout – La’ie Point.

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A terceira parada foi a Secret Island, onde você pega um barquinho em direção a uma praia quase deserta e linda. É lá que servem o almoço, que está incluso no passeio.

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Em seguida, paramos numa Tropical Farm Macadamia Nut Outlet – lá tinham algumas bijoux, quadros, artesanatos e muitas coisas feitas de macadamia. A quinta parada foi o Byodo In Temple, é uma réplica do templo com o mesmo nome do Japão, só que menor. O templo budista é uma graça, com uma estátua de 5 metros do Buda, e um jardim japonês (daqueles de pedrinhas, que tem pra vender em tamanho pequeno, para você “varrer para se acalmar) em que os monges desenharam nas pedrinhas, e uma torre com um Sacret Bell (sino de bronze de 1,5 metros).

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As paradas seguintes foram mirantes, um mais bonito que o outro. Se você for de carro, deixe um pouco de tempo para apreciar essas paisagens.

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De volta ao hotel, tomamos um banho e fomos jantar no Duke’s (falei no post sobre Restaurantes em Oahu). Depois do jantar, passeamos pela Kalakaua Avenue, uma avenida simpática e cheia de lojinhas, galerias e restaurantes – separe uma noite ou fim de tarde para passear por lá, é muito gostoso!

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No próximo post, conto sobre nosso último dia em Oahu.



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Dia 1 (City Tour + Pearl Harbour + Paradise Cove Luau)

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Para o nosso primeiro dia em Oahu, escolhemos fazer dois passeios. Todos os passeios que fizemos nesta ilha foi com uma empresa de viagens, chamada Discover Hawaii Tours – eles são ótimos, pontuais, e super organizados, além dos guias serem simpáticos e educados. Nosso primeiro tour do dia saia da frente de um hotel vizinho ao nosso, as 08:30 da manhã, e incluía um City Tour Histórico e uma visita a Pearl Harbor (U$40 por pessoa, e não inclui a gorjeta que você “tem que dar” para o guia).

A primeira parada do City tour foi o National Cemetery of the Pacific, situado na cratera do antigo vulcão Punchbowl, e onde estão enterrados os veteranos do exército americano que morreram em combate. Ao longo do caminho, passamos por outros pontos que não paramos, e a segunda parada foi o Aliiolani Hale, um palácio havaiano que antigamente era a sede do governo e hoje é o Supremo Tribunal Estadual do Hawaii. Bem na frente está a famosa estátua do Rei Kamehameha I. Se você assiste a nova versão de Hawaii 5-0 (com Alex O’Loughlin), reconhecerá o palácio, que na série é o Headquarters da equipe do Commander Steve McGarret. Do outro lado da rua está o Iolani Palace, único palácio real monárquico da America do Norte, construído em 1.882.

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Em seguida, seguimos para Pearl Harbor – lá recebemos o ticket com horário que o barco sairia com a nossa turma até o USS Arizona, nome de um dos navios afundados pelo ataque japonês, que levou os Estados Unidos a entrarem oficialmente na II Guerra Mundial. Até nosso horário, podíamos passear pela base militar que possui outros navios, museus e artefatos de guerra.

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Antes de irmos ao memorial do U.S.S. Arizona – sim, memorial, pois o navio está embaixo d’água e um memorial foi construído em cima dele –, entramos em uma sala onde passa um vídeo, que conta exatamente a história, como era Pearl Harbor antes do ataque japonês, e como tudo aconteceu. É chocante. Chegando no memorial, você consegue ver partes do navio, e até algumas gotinhas de óleo que, segundo os guias, são ainda do navio que afundou.

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Um dos pontos bonitos, na minha opinião, é a Walk of Remembrance, um espaço onde estão os nomes dos navios, cada um em uma pedra, formando um círculo, de frente para o mar.

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Finalizado este passeio, íamos voltar para o hotel e descansar, mas nem deu tempo, e ficamos na porta do hotel esperando pelo ônibus que nos levaria ao próximo passeio: o tão famoso e esperado Luau. Escolhemos o Paradise Cove Luau, e estávamos bem animados – custou U$88 por pessoa e este valor incluía transporte, comida e os shows. O Luau era longe, e descansamos no ônibus mesmo, nas 2 horas de estrada – normalmente a viagem leva 1h30, mas no dia que fomos pegamos trânsito.

Fomos super bem recebidos já na entrada, com música havaiana, um Mai Tai delicioso e colar de conchas com direito a fotos profissionais (que eu jurava que não ia comprar, mas ficaram lindas e eu comprei).

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Depois disso, ficamos livres pela vila, onde tinham diversos pontos de artesanato, jogos e entretenimentos havaianos. Fui fazer uma coroa de flores e super me diverti. Depois passeamos, vendo o pessoal jogar lanças no alvo e um local fazer o Chuveiro de flores (ele joga flores de cima de um coqueiro!).

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Tinham diversas barracas vendendo coisas típicas e suvenires, e um bar ótimo a nossa disposição. Presenciamos uma dança pré pesca também, e um show lindo de dança havaiana, que acabou com uma cerimonia Imu, uma espécie de forno havaiano, que fica no chão coberto com folhas. Na hora da cerimonia, dois homens tiram o porco que será servido no jantar do Imu, na presença dos convidados.

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O pôr-do-sol de lá foi uma das coisas mais lindas que eu já vi (só perde para os Pores-do-sol da Big Island que são ainda mais bonitos, vocês verão em breve!).

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Ai foi a hora de se servir, sentar na mesa e comer, e apreciar o show com danças de todos os cantos do Hawaii. O show foi lindo, e super longo.

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Saimos de lá direto pro hotel, cansados e felizes pelas experiências do dia. Não imaginava que já no primeiro dia o Hawaii iria me ganhar!



Guia de Viagens: Oahu, Hawaii – Onde se hospedar e Restaurantes

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Hoje começa uma maratona de posts sobre o Hawaii, lugar que eu e o Dan escolhemos para passar nossa lua de mel “atrasada”. Com a mudança para Nova York, acabamos atrasando nossa lua de mel em quase um ano. Dividimos nossa viagem em duas partes: Oahu, onde está Honolulu, capital e maior cidade do Hawaii e Big Island, a maior ilha do Hawaii, onde está o vulcão havaiano ativo.

Neste primeiro post, conto um pouco sobre Oahu, onde se hospedar na ilha e dou dicas de restaurantes que conheci e recomendo. O hotel escolhido foi o Double Tree Hotel Alana, que fica na Ala Moana Blvd, uma rua cheia de hotéis, e com uma localização ótima.

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O hotel fica a 10 minutos a pé da praia de Waikiki, da Beach Walk (falaremos dela em breve!) e do Ala Moana Center, o maior shopping do Hawaii. O quarto tem um tamanho excelente, e nossa vista era lateral para a praia.

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Experimentamos dois restaurantes incríveis, e divido agora com vocês. O primeiro chama-se Duke’s e fica na Kalakaua Avenue, uma rua fofinha que falarei em outro post. O Duke’s fica dentro do Outrigger Hotel, e é um bar restaurante pé na areia, que homenageia Duke Kahanamoku, o pai do surfe internacional – com pranchas na parede e uma lojinha fofa.

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O lugar é realmente uma delícia, os drinks ótimos e comida ótimos e vale demais a visita. Endereço: 2335 Kalakaua Ave.

O segundo restaurante é o The Pineapple Room, do chef Alan Wong, o mais badalado do Hawaii.O restaurante fica dentro da Macy’s do Ala Moana Center. Confesso que estava esperando muito do restaurante, por ser de chef e ter ouvido super bem. Achei o ambiente clean e meio sem graça, mas a comida….sensacional.

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O endereço é 1450 Ala Moana Blvd, e nós fomos e voltamos a pé do nosso Hotel. Nos próximos posts eu conto nossas programações durante os dias em Oahu!

Acompanhem! 🙂



Roteiro de um dia em Milão

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Depois que comecei a fazer os roteiros de um dia que publiquei por aqui (já mostrei roteiro de um dia na Philadelphia e em Washington D.C.), lembrei de um que eu fiz no comecinho de 2007 – em Milão. Estava em conexão, de Israel para o Brasil, com uma amiga, e tínhamos 12 horas no aeroporto. Resolvemos então fazer um tour pelos pontos turísticos mais importantes da cidade. Lembrem-se que as fotos têm quase 8 anos – os pontos turísticos não mudaram, já eu….

Ainda dentro do aeroporto, seguimos as placas Trains. Nas bilheterias, compramos os bilhetes de ida e volta (na época eram 14,90 euros). Peça na bilheteria um mapinha da cidade, e nele mesmo você encontra os horários para trens – cuidado para não perder o trem do horário antes ao seu voô, se estiver de conexão como a gente! Não esqueçam de validar o bilhete na maquininha, pode ser que algum fiscal passe e verifique seu bilhete! Pegue o trem na direção a Milano Nord Cadorna, e desça em Cardona, última estação.

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Lá na estação Cadorna, compre dois bilhetes para metro, um para ida e outro para a volta (na época era 1 euro cada!). Na estação Cadorna, pegue a linha M1 sentido Greco Rovereto, e desça na estação Duomo di Milano. O trecho do aeroporto à Duomo leva em média 1h10. Pronto, você já está na Piazza Del Duomo, uma praça onde está a Duomo di Milano (catedral de Milão), a maior catedral gótica do mundo.

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Nós resolvemos subir no topo da Catedral, e, apesar do dia não estar muito aberto, tiramos fotos lindas lá no topo.

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Em seguida, visitamos a Galeria Vitorio Emanuele II, uma passagem coberta que liga a Piazza del Duomo com a Piazza del Scala, e abriga lojas de grife e marcas famosas, cafés populares e restaurantes.

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Além de suas lojas, a Galeria é conhecida pelo mosaico do touro no chão, onde a tradição diz que girando em si mesmos com o calcanhar do pé direito nos órgãos genitais do touro atrai boa sorte.

De lá, passeamos pela Corso Vitorio Emanuele II, uma rua com diversas lojas, incluindo a Kiko Milano e a Disney Store. Depois, retornamos para a Piazza del Duomo, e fomos andando até o Castelo de Sforzerco, pela Via Dante. Na época, tinha uma Sephora lá, mas parece que fecharam.

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O Castelo Sforzesco de Milão faz parte das metas clássicas dos turista, e hospeda 14 museus. Estavámos com pressa, então só fomos apreciar a arquitetura externa do castelo, a fonte da entrada e os pátios internos.

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Lindo! E o parque que fica ao fundo do castelo é lindíssimo, chamado Parco Sempione, mas já era hora de voltar e não conseguimos ver mais do que uma espiada por fora. Daí, é só fazer o caminho de volta! Para pegar o trem de volta pro Aeroporto, peguem o trem número 1, para Malpensa, a última estação.

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Mais dicas: se forem fazer este passeio em conexão, optem por deixar as bagagens grandes e/ou pesadas nos guarda volumes do aeroporto, já que anda-se muito e é chato e cansativo ficar carregando. Na época, deixamos 5 sacolas de freeshop e 1 mala pequena de rodinhas e deu 17,50 euros. Ah, e sapato mega confortável porque a andança é grande mesmo!



Guia de Viagens: Boston – Dia 3 (Visita à Salem + North End)

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Para o nosso terceiro dia de Boston, planejamos uma visita à Salem, a cidade que ficou famosa pelos julgamentos contra supostas bruxas, no século XVII.  Cerca de 20 pessoas, na maioria mulheres, foram condenadas e executadas. O fato foi tão marcante que Salem é reconhecida como a Cidade das Bruxas até hoje.

A cidade é pequena e em uma manhã ou uma tarde você consegue visitar tranquilamente. A cidade fica a 40 minutos de Boston, e nós começamos o passeio deixando o carro no estacionamento em frente ao Visitor Center. Entrei brevemente no Visitor Center, para ver se tinha algo interessante por lá, mas não achei nada demais.

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O dia estava chuvoso e gelado, e apesar de termos feito tudo a pé, o tempo não estragou o passeio. Claro, se o dia estivesse ensolarado, acho que seria muito mais agradável, mas né…era o que tínhamos. A primeira parada oficial foi o Salem Witch Museum, que tem uma arquitetura linda, e conta a história da época do julgamento das bruxas. A entrada por pessoa no museu é U$10,50. Eu entrei apenas para conhecer internamente a casa em que o museu estava, e a loja. Que loja fofa, eu poderia ter ficado horas por lá, fuçando tudo!

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A parada seguinte foi na loja de bruxaria mais antiga da cidade, a Crow Haven Corner. Que loja mais linda, com as Witchballs coloridas penduradas por toda ela. As Witchballs são esferas de vidro colorido com o intuito de proteção – a bruxa da loja me explicou que o “mal” é atraído pela beleza da bola, e capturado por ela, sendo purificado em seu interior. Fiquei tão encantada pelas cores, e pelo significado de proteção, que trouxe uma pra casa.

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Andamos pela Essex Street, uma rua que tem parte fechada apenas para pedestres, com lojinhas de bruxaria em toda a sua extensão. Passeamos e entramos em algumas para conhecer. É nesta rua que está o Witch History Museum, que tem uma entrada bem interessante. Também não entrei para conhecer este museu, estávamos com a Moa e era impossível. A entrada deste museu custa U$9.

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Andando mais um pouco, na esquina da Essex Street com a Washington Street, paramos para ver a estátua da personagem Samantha Stevens, a feiticeira vivida pela atriz Elizabeth Montgomery na série Bewitched (“A Feiticeira”, em português) dos anos 1960 e 1970. Eu não assisti, mas ela foi citada em Charmed, série de bruxas mais atual (a última temporada foi em 2006!), que eu amo!

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A The Witch House é a única casa que data da época dos julgamentos em Salem, porém não pertencia a nenhuma das pessoas acusadas de bruxaria, e sim a um dos juízes do julgamento das bruxas de Salem. A casa tem um ar de mistério, e hoje funciona como um museu, e possui mobiliários, roupas e alguns pertences que remetem à época. Custa U$8,25 para entrar.

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Paramos depois brevemente na Salem Beer Works, a cervejaria local. Lá não tem tour, mas pareceu ser um lugar bem agradável para um almoço, e experimentando cervejas, claro. Não tinha nenhuma para ser vendida em garrafas, então o Dan acabou não conseguindo experimentar nenhuma (lembra que eu disse que não gosto de cerveja, né?).

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Nossa última parada foi o The Salem Witch Trials Memorial, um memorial composto por 20 bancadas de granito, próximo ao Old Burying Point, cemitério onde os condenados foram enterrados. Nestas bancadas de granito estão os nomes de cada um dos acusados, os meios utilizados e a data de execução – uma tristeza.

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Se eu não estivesse com a Moa, ou o tempo estivesse melhor (não dava pra deixar ela e o Dan na chuva né!?), escolheria entrar em apenas um dos museus – me parece que todos eles oferecem basicamente a mesma coisa. E eu escolheria o Salem Witch Museum, que achei o mais simpático.

Nós fomos para Salem de carro, mas você também pode optar por ir de trem, que sai de Boston e leva 30 minutos até a cidade vizinha. Custa U$7 e sai da North Station de Boston.

Ah, a cidade também tem uma trilha vermelha pintada no chão, para levar os visitantes de um ponto turístico para o outro (como a Freedom Trail em Boston!). Mas, eu decidi ver por mim mesma e fiz um mapinha – coloquei abaixo, caso algum de vocês queira usar também! Este foi o caminho que fizemos, com outras paradas não programadas pelo caminho, que descrevi neste post!

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Já eram 2h da tarde quando voltamos à Boston, e paramos em North End, um bairro italiano de lá, para visitar e conhecer as duas pâtisseries que dividem opinião sobre qual delas tem o melhor canolli de Boston: Modern Pastry ou a Mike’s Pastry. Eu não gosto do doce, mas o Dan comprou dois de cada loja e testou.

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Segundo ele, o da Modern Pastry é muito mais fresquinho e crocante, apesar da Mike’s Pastry parecer ser a mais famosa (e que estava como mais fila quando fomos!).

Essa foi nossa viagem a Boston – no dia seguinte levantamos cedo para voltar pra Nova York sem pegar trânsito! Espero que tenham gostado do post, e que as dicas tenham sido úteis! 🙂



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