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por Dani Zaccai

Guia de Viagens: Um dia em Napa Valley, Califórnia

Guia de Viagens

Hoje o post é sobre Napa Valley, a região vinícola mais famosa da Califórnia que fica a aproximadamente 100km de São Francisco. A região está na primeira divisão produtora de vinhos, já que possui uma combinação de solo, relevo, clima e umidade perfeitos para o cultivo das parreiras.

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Nos saímos de São Francisco no começo do dia, e chegamos para nossa primeira visita à vinícolas às 13h. Nos teríamos tempo de visitar duas vinícolas, então escolhemos com cuidado, já que são muitas opções. Chegamos à Schramberg Vineyards, vinícola especializada em espumantes na hora, e o tour foi muito interessante. Os espumantes deles são servidos nos eventos oficiais do governo dos Estados Unidos, o que mostra a importância e qualidade que tem a vinícola.

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O valor da degustação é de U$60, e são 4 espumantes e um vinho tinto (de uma vinícola vizinha e parceira deles) servidos, depois de um tour pela vinícola, que possui longos corredores e mais de 3.000 metros quadrados de tuneis. É recomendado agendar com antecedência, no próprio site da vinícola.

De lá, paramos na cidade de Santa Helena almoçar e seguimos em direção ao nosso hotel, o Auberge du Soleil. Que hotel mais encantador, inspirado em Provence (os fundadores são franceses!), todo fofo e com uma sensação de calmaria que contagia.

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O café da manhã do hotel, com vista para as vinícolas da região, é um programa por si só. Que delícia e que paz. E que comida gostosa! Ficamos só uma noite, mas deu para aproveitar demais o hotel e essa tranquilidade.

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A outra vinícola que visitamos é mais turística, mais cheia e movimentada. O Castello di Amorosa é uma vinícola relativamente nova – abriu para visitação do público em 2007-, e foi inspirada nos castelos da Toscana do século XII e XIII.

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O passeio é lindíssimo e rende fotos maravilhosas. Você pode optar por fazer tours com degustação de vinhos, ou dar uma volta pelo castelo por conta própria (exceto nas áreas exclusivas para os pagantes, claro!).

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Escolhemos fazer uma degustação de vinho com harmonização com queijos – são 8 vinhos a serem degustados e custa U$60 por pessoa. Todos os queijos eram de fazendas da região, e muito saborosos. Não deixe de experimentar os Grapeseed Oils deles, principalmente o de manjericão – gostei tanto que trouxe pra casa!

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De lá, seguimos de volta para São Francisco, onde dormimos de novo no Fairmont Hotel, e saímos cedinho de manhã, de volta para Nova York.



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 3 (Anchor Brewery, Lombard Street, The Cliff House e Golden Gate Park)

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Nosso último dia em São Francisco começou dividindo homens e mulheres. Rs! Enquanto eu e minha sogra passeamos mais um pouco pela Union Square (no dia anterior a maioria das lojas já estavam fechadas, então realmente só passeamos!) para fazer umas comprinhas, enquanto os homens foram conhecer a cervejaria Anchor Brewery, conhecida pela Steam Beer, um estilo próprio de cervejas da costa oeste americana e que hoje é um termo que só pode ser usado pela Anchor.

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Nos encontramos de novo para irmos na Lombard Street, a rua com mais curvas do mundo, no trecho entre a Leavenworth St e a Hyde St. A rua foi projetada desta forma para que os carros pudessem descer sem derrapar. O projeto é de 1922 e foi idealizado por um dos moradores da vizinhança – de tão esquisita, ficou famosa entre os turistas.

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Nosso almoço foi no The Cliff House, um restaurante que foi construído num penhasco sobre falésias em São Francisco, na Califórnia, com madeira de um navio naufragado naquela encosta. Que vista linda, e que comida gostosa.

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Ele fica relativamente próximo ao Golden Gate Park, um parque bem grande que possui diversas atrações, como tem várias atrações, como o Japanese Tea Garden, um jardim japonês fofo com um espaco pata tomar o tradicional chá à beirra do lago – nossa primeira parada. A entrada para o Jardim Japonês é U$8.

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Nossa segunda parada dentro do parque foi o California Academy of Sciences, um dos dez maiores museus de história natural do mundo. Dentro dele há algumas atrações: a primeira é a Rainforest, uma grande estufa que imita perfeitamente as condições climáticas das florestas: das Americas, uma de Madagascar e a floresta Canopy, onde estão diversas borboletas que inclusive podem pousar em você. Para vocês terem uma ideia, antes de sair da “bolha” há um funcionário do museu que checa para ter certeza que não há nenhuma borboleta colada em você.

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A segunda atração é o Steinhart Aquarium, que você chega de elevador ao acabar o passeio pela Rainforest. Apesar de compacto, o aquário possui mais de 900 mil espécies, com peixes, corais, cavalos marinhos, estrelas do mar e ouriços (você pode tocar!!) e águas vivas (um espetáculo a parte, principalmente quando mudam de cor!).

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A terceira atração que fomos foi o Morrison Planetarium, um dome com mais de 22 metros de diâmetro, e que possui exibições temporárias e permanentes.

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Ainda existe a atração Earthquake, que possui informações e um simulador de terremotos, já que a cidade de São Francisco já sofreu duas vezes com eles – em 1906 e 1989. Estava muita fila e acabamos não indo no simulador. Não deixe de visitar o Living Roof, um local onde você pode subir no telhado com cobertura viva, já que a parte de cima da laje foi transformada num eco-sistema de plantas nativas da região.

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Normalmente a entrada custa U$34,95 – mas como nós fomos no chamado Nightlife, que funciona da seguinte froma: o planetário só tem algumas apresentações e os ingressos são distribuídos assim que o museu abre (minha dica é ir direto fazer a fila para pegar ingresso do planetário), e a Rainforest fecha mais cedo que o resto das atrações. Além disso, música alta (estilo balada) em alguns pontos, e bares espalhados por todo o museu. Um programa super legal e diferente, e só maiores de 21 anos podem participar. O valor? U$15 por pessoa – e o nightfife acontece todas as quintas, das 18h às 22h.

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Amanha é dia de post sobre o nosso dia em Napa Valley!



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 2 (Alcatraz, Ferry Building Marketplace, Pier 39, Fisherman’s Wharf e Ghirardelli Square)

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Nosso segundo dia em São Francisco começou com nosso passeio à Ilha de Alcatraz, conhecida pela prisão que abrigou os piores criminosos nos anos 30, e que, antes disso, foi uma base militar do governo americano. A prisão da ilha, localizada há apenas alguns quilômetros da cidade na Baía de São Francisco, foi desativada nos anos 60, um ano após a única fuga ter acontecido. O passeio deve ser comprado com antecedência (de preferência um mês antes), e dá direito à balsa que te leva até a ilha, e que sai do Píer 33.

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A ida de balsa leva alguns minutos e a vista é linda, principalmente quando vai chegando mais perto da ilha e a Golden Gate Bridge está atrás. No caminho de ida, ainda tivemos a sorte de ver alguns golfinhos brincando no mar (pena que não consegui fotografar).

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Chegando na ilha, a única parada obrigatória que temos é ouvir a instrução de um dos guardas do parque (a ilha é um parque nacional!), que espera todos saírem da balsa para começar a falar. Também compramos um mapinha com informações, que custa U$1.

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Depois de ouvir o guarda, seguimos para o Theater, onde passa um documentário sobre a ilha elaborado pelo Discovery Channel. Achei bem legal porque deu uma contextualizada na história antes de chegarmos ao prédio da prisão, que fica no topo da ilha. A subida não é longa e tem uma vista bem linda, mas se você não conseguir subir a pé por qualquer motivo, o parque disponibiliza um tremzinho que sobe e desce de tempos em tempos!

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É no prédio principal da prisão, chamado de Main Prison, que você pode pegar o áudio tour, onde escuta a narração da história pelos próprios presos da ilha (versão em inglês!). O áudio vai te guiando pelo prédio e te leva para os pontos onde atos históricos aconteceram, muito interessante.

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No meio do tour, saímos para a parte de fora bem no topo, onde está o antigo farol da ilha com uma vista linda para São Francisco. O final do tour é, obviamente, numa lojinha. No dia que fomos, um dos antigos prisioneiros da ilha estava autografando livros sobre a sua história.

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Descendo para pegar a balsa de volta (não tem um horário especifico de volta, você pode ficar o tempo que quiser, desde que se atente ao horário da última balsa, óbvio!), paramos para conhecer os jardins da ilha que é mantido por voluntárias e é bem bonito.

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Assim que voltamos para São Francisco, seguimos a pé para o Ferry Building Marketplace, um prédio que funcionava como terminal e era considerado o segundo mais movimentado do mundo. Hoje é um mercado grande, estilo o Chelsea Market aqui de Nova York. O passeio é bem legal, e eu aconselho conhecer a Stonehouse California Olive Oil, uma loja especializada em azeites, que é incrível.

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De lá, pegamos um taxi até o Pier 39 (podíamos ter ido a pé, são 25 minutos a pé), o píer mais famoso de São Francisco. Tire um tempo para passear por lá, conhecer algumas lojas como a Chocolate Heaven e a Lefty’s, uma loja especificas para canhotos.

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O aquário de SF também fica ali, mas acabamos não visitando desta vez. Almoçamos no Louis, um restaurante italiano e de frutos do mar no Pier 39, com vista para a baía (onde estão os leões marinhos!), comida boa e preço justo.

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Depois do almoço, descemos para ver os Leões marinhos mais de perto. Eles chegaram ao Pier 39 de SF, logo após o terremoto de 1989 e desde então escolheram ficar por lá. Eles fazem bastante barulho, e é divertido vê-los interagindo uns com os outros, brincando, brigando e caindo na água.

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De lá, seguimos andando até o Fisherman’s Wharf, região onde os pescadores italianos emigrados se instalaram. Desde então, é lá a principal base da frota pesqueira de São Francisco, cheio de barcos pesqueiros, peixarias e restaurantes de frutos do mar.

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Mesmo tendo almoçado no Loius do Pier 39, o Dan queria muito comer no In-N-Out, rede fast food ultra conhecida da Califórnia, que quem conhece ama (eu não como carne, então não posso opinar!). Esse é o único endereço dentro da cidade, no 333 Jeferson Street, pertíssimo do Fisherman’s Wharf.

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Andando mais um pouco, chegamos à Ghirardelli Square, a antiga fábrica da famosa marca de chocolates, que hoje virou uma grande praça com lojas fofas. Entramos na loja, belíssima, da Ghirardelli, e em outra chamada YAP, com itens para nossos pets, super linda (e cara).

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Terminamos o dia na Union Square, passeando um pouco. Já falei sobre a Union Square no primeiro post sobre São Francisco– se quiser saber mais, é só clicar no link! Amanhã tem post com o nosso terceiro e último dia em São Francisco.

 



Guia de Viagens: São Francisco – Dia 1 (Painted Ladies, Twin Peaks, Golden Gate Bridge, Sausalito e Jogo de Basquete)

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No nosso primeiro dia de passeio por São Francisco, escolhemos visitar diversos pontos turísticos da cidade e arredores. Começamos pela Alamo Square, uma praça fofa onde estão situadas as famosas Painted Ladies, casas vitorianas que já foram cenários de vários filmes e séries, como a Full House (Três é Demais, em português). As melhores fotografias das casas são feitas da parte mais alta da praça, como vocês podem ver.

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Seguimos para o Twin Peaks, duas montanhas “gêmeas” – o pico Eureka (norte) e o pico Noe (sul) – que formam o segundo ponto mais alto da cidade (300 metros de altura!), onde se tem vista 360° da cidade, e onde você pode observar o que a neblina, pela qual São Francisco é tão conhecida, deixar. Quanto mais aberto o dia, melhor a vista. Quando fomos, o dia estava lindo, mas a Golden Gate estava quase impossível de ser vista de lá, devido à neblina.

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Nossa parada seguinte foi, sem dúvida, a mais especial. Fomos para um dos pontos para ver a belíssima Golden Gate Bridge; escolhemos o Fort Point e Crissy Field. Eles ficam do lado de São Francisco da ponte, e as fotos ficam incríveis com a ponte atrás. Paramos no Fort Point e fomos andando por um pedaço do Crissy Field, onde há uma lanchonete e lojinha.

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De lá, atravessamos a ponte de carro, em direção à Sausalito, mas antes de conhecer a cidade, fizemos mais uma parada, dessa vez no mirante chamado Marin Headlands. Na verdade, o Marin Headlands são diversos mirantes. Nós paramos em um deles, subimos uma trilhazinha e gente, que vista maravilhosa.

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Sausalito foi nossa próxima parada, uma cidadezinha com pouco mais de 7.000 moradores, super tranquila e agradável de se passear. Era hora do almoço e o The Spinakker, restaurante lindo, turístico e fofo com uma super vista foi nossa escolha.

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Estacionamos o carro perto do restaurante (não esqueçam de pagar em uma das maquinas espalhados pelo estacionamento, e colocar o recibo no console do carro), almoçamos e depois fomos de lá andando pela orla de Sausalito, visitando algumas lojas e apreciando o passeio.

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Finalizamos nosso dia no Oracle Arena, em Oakland (fica há 40 minutos de SF), para um jogo de basquete do Golden State Warriors (principal time da cidade) contra Houston Rockets. Eu não sou muito fã de esportes, não entendo muito de basquete, mas é uma experiência bem divertida.

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No post de amanhã tem o roteiro do nosso segundo dia em São Francisco. Não perca!



Guia de Viagens: São Francisco – Onde se hospedar, Transporte e Union Square

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Depois do dia maravilhoso que passamos em Big Sur (veja o post sobre Um dia em Big Sur), voltamos para São Francisco, agora para ficar e conhecer a cidade. Antes de decidir onde se hospedar, é preciso decidir como você irá se locomover pela cidade – se vai alugar carro (e consequentemente pode ficar um pouco mais longe do centro e ruas mais agitadas), ou se vai andar de transporte público e/ou taxi (existem lugares em que você não chega de transporte público com facilidade), e é preferível ficar no centro.

O ponto alto do transporte público em São Francisco são os bondinhos, conhecidos como Muni. Acho que por ser quase que um ponto turístico da cidade, o valor de uma passagem é bem cara – U$7. Claro que você pode comprar aqueles bilhetes que dão direito ao dia inteiro, ou alguns dias – vale se informar no site do SFMTA sobre o Visitor Day Passes.

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A Union Square é uma praça no centro de São Francisco, super bonita da cidade, onde estão situadas quatro das famosas estátuas de corações, uma diferente da outra em cada canto da praça. Essas estátuas são renovadas a cada ano, e os antigos leiloados com a renda revertida para o Hospital Geral de São Francisco. É em volta da Union Square que estão as principais marcas, e grandes lojas de departamento como Macy’s e Sak’s Fifth Avenue. Além disso, diversos restaurantes, como a Cheesecake Factory dentro do prédio da Macy’s.

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Como estávamos de carro, escolhemos ficar em um hotel um pouco mais afastado do centro, mas ainda assim perto, no Fairmont Hotel; ele fica no bairro de Nob Hill, um bairro descolado da cidade e situado há 13 minutos a pé da Union Square. Como a cidade é cheia de subidas e decidas, ia ser cansativo, mas possível de ir a pé até o centro. O Fairmont é um prédio histórico de 1909, onde diversos presidentes e artistas se hospedaram ao longo dos anos. O lobby é suntuoso e bastante vintage, com pé direito super alto, colunas de mármore e detalhes dourados.

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Eu super recomendo o hotel, que é lindo, limpíssimo, tem atendimento excelente, ótima localização e uma vista privilegiada da cidade já que está em um dos pontos altos de São Francisco. Acompanhe os próximos posts com programações de roteiros e dicas de pontos turísticos e lugares para visitar!



Guia de Viagens: Um dia em Big Sur + passeio em Carmel, California

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Hoje vai começar mais um guia de viagens, desta vez será de três cidades da Califórnia: Big Sur, São Francisco e Napa Valley. Ah, como eu amo a Califórnia, sua atmosfera e seu clima! Chegamos no aeroporto de São Francisco, alugamos o carro e fomos direto em direção à Big Sur, nossa primeira parada que ficava há 3 horas de SF.

Big Sur não chega a ser uma cidade, é mais uma reserva florestal na costa do Oceano Pacífico, uma mistura de montanha e praia, muito incrível, e uma parada imperdível para quem ama a natureza. Lá você encontra desde campings, até hotéis e resorts. A estrada até lá, a Highway 1, é maravilhosa e vai pela beira do mar.

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Ficamos no hotel mais lindo que eu já vi na minha vida, o Post Ranch Inn. Este hotel fica no topo da montanha, e a vista é de tirar o fôlego. Depois de chegar na recepção, eles transferem sua bagagem para o carro deles, os únicos que podem circular na parte privada da propriedade, onde estão os quartos.

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Nós ficamos em um quarto que era uma casa na árvore com vista parcial para o mar, e eu fiquei deslumbrada com a beleza. Alguns quartos oferecem vista completa pro mar.

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O hotel é de uma paz indescritível, possui academia, spa, espaço para meditação, decks de observação e ofurôs à ceu aberto com vista pro mar. Descansamos um pouco por lá, relaxamos e nos desligamos do mundo (mesmo porque lá não tinha sinal e o wi-fi do hotel, propositalmente, não pegava naquele espaço!).

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Esse hotel é ideal para Lua de Mel, ou comemorações especiais. Se não der para ficar no hotel, vale a pena fazer uma refeição no restaurante orgânico, chamado Sierra Mar. Jantamos lá – a comida estava surreal de boa, e a maioria dos temperos vieram direto do jardim do chef que fica na propriedade; e tomamos café da manhã (incluso para hospedes). Eu sugiro que você vá tomar café da manhã ou almoçar, pois a vista faz toda a diferença, já que o restaurante fica em cima das rochas, e de cara pro mar.

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Na volta para São Francisco, paramos na cidade de Carmel-by-the-Sea para almoçar. A cidade é simpatiquinha, com casas baixas, muitas galerias de arte e restaurantes. Nós estacionamos o carro na Ocean Avenue, e andamos a pé até achar um restaurante.

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DICA IMPORTANTE: existe uma parte da estrada, mais próximo de Big Sur, que não pega sinal de celular – então um GPS é mais que necessário para a viagem!



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 4 (Passeio no Rio Tigre + Puerto Madero + Ponte de La Mujer)

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Nosso último dia completo em Buenos Aires começou com um passeio incrível pelo Rio Tigre. Contratamos uma agência (a Maian Viajens), que nos pegou no hotel e nos deixou na estação de trem chamada San Isidro. Chegamos meio cedo, e aproveitamos para ver as lojinhas da estação e fizemos uma parada para o café.

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Pegamos o trem até a estação final, a Delta, onde fomos encaminhados até o píer para pegar o barco para o passeio pelo Rio Tigre. É muito interessante ver como os habitantes transformaram uma área de pântano em uma região desenvolvida, onde você vê casas à beira do rio, mercados e postos de gasolina flotantes, além da casa e do museu do antigo presidente Sarmiento, que encorajou o povo a construir suas casas nesta região.

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Este passeio dura em média 5 horas e, na época, pagamos U$28 por pessoa (hoje, um passeio similar custa em média U$60). No final do dia, fomos para Puerto Madero, um calçadão com vista aos diques do Río de la Plata, um lugar encantador tanto durante o dia, quanto a noite.

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Lá você encontra diversos restaurantes, além de museus dentro de barcos atracados no porto, e a famosa Ponte De la Mujer, uma ponte bem moderna criada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, inspirado em uma imagem de um casal dançando tango.

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A ponte, que liga as duas margens do dique, tem 170 metros de extensão e possui uma parte central giratória que abre-se para a passagem de embarcações. Nós escolhemos jantar no Siga La Vaca, restaurante mega turístico. Eu não como carne, mas o Dan adorou a comida lá.

Com este post, acabo a série de posts sobre Buenos Aires! Espero que tenham gostado!



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 3 (La Boca + El Caminito + Jardim Japonês + Zoo + Café Tortoni)

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No terceiro dia em Buenos Aires, começamos o passeio no bairro de La Boca, onde está o Estádio de Futebol do Boca Juniors, o La Bombonera. Lá dentro está o Museo de la Pasión Boquense, onde você conhece a sala de troféus, vê as camisas antigas e algumas estátuas.

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Em seguida, fomos passear pelo El Caminito, uma rua-museu de trajeto sinuoso (porque por ali fluía um canal que desembocava no Riachuelo!) e super colorida. Por lá, você encontra várias vielinhas com pequenas lojas de artesanado locais, e shows de tango nas calçadas.

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Se você fizer este passeio em um domingo, aproveite para ir ao bairro vizinho de San Telmo, onde há uma feirinha dominical bem famosa. Não passei nenhum domingo em Buenos Aires, por isso não conheci a feira!

Do Caminito, seguimos para o Jardim Japonês de Buenos Aires, construído no Parque Tres de Febrero, situado no bairro de Palermo, que é lindíssimo e o maior jardim japonês fora do Japão. Recomendo super a visita, e transmite uma paz e tranquilidade incrível, e é muito gostoso passear pelas pontes ou tomar um chá na Chashitsu, onde a bebida é servida à maneira oriental.

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De lá, fomos a pé para o Zoo de Buenos Aires, que, sinceramente, está caindo aos pedaços (ou estava, quando visitei em 2010). O lugar é bonito, mas os bichinhos estão parecendo meio largados – o camelo estava com uma corcova quebrada, e o urso polar que morava lá morreu no final de 2012 pelas condições climáticas e a falta de preparo do Zoo de proporcionar um ambiente apropriado para ele.

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Finalizamos o dia no Café Tortoni, um dos cafés mais antigos da cidade – de 1858 e com decoração antiga e bem preservada. Não há só apenas cafés no menu, mas bastante variedade. E eles também oferecem shows de tango à noite.

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Amanhã tem post do quarto e último dia da nossa viagem a Buenos Aires.



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 2 (Recoleta + Avenida Alvear + Cassino Flotante)

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No nosso segundo dia em Buenos Aires, fizemos um passeio pela Recoleta, fazendo um circuito que começou na Biblioteca Nacional. O edifício atual, que foi projetado pelo arquiteto Clorindo Testa em colaboração com Alicia Cazzaniga e Francisco Bullrich, é lindo e vale a visita – nos nem entramos, passamos só para ver a arquitetura.

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O segundo ponto foi a Plaza Mitre, ao lado da Biblioteca Nacional, que possui uma grande área verde, e uma estátua equestre de Bartolomé Mitre, político e militar, que foi presidente da Argentina de 1862 a 1868.

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De lá, fomos para a famosíssima Floralis Generalis, uma escultura gigantesca em forma de flor, construída em aço e alumínio em cima de um espelho d’água, com um sistema em que as pétalas ficam mais abertas durante o dia e vão fechando à medida que vai anoitecendo.

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Continuamos o passeio passando em frente a Faculdad de Derecho de Buenos Aires, que tem uma arquitetura dórica, e parece mais uma estrutura monumental. De lá cruzamos pela Puente da Faculdad de Derecho, passando em frente ao Museu Nacional de Belas Artes.

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Não entramos no Museu, e seguimos para o Buenos Aires Design, primeiro centro comercial da américa latina voltado exclusivamente para a arquitetura, design e decoração. Atrás dele, está o Centro Cultural Recoleta e o Village Recoleta (Junín e Guido), um complexo de cinemas. Nos arredores, existem diversos bares e restaurantes.

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Chegamos na Plaza San Martin de Tours, onde está o Gomero, uma espécie de fícus com mais de dois séculos de idade, considerada a árvore mais antiga de Buenos Aires, com um diâmetro de 50 metros e 20 metros de altura.

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De lá, começamos a voltar a pé para o hotel, pela Avenida Alvear, cheia de marcas famosas e lojas lindas de boutiques internacionais como Ralph Lauren, Cartier, Valentino e Versace. Depois, continuamos pela Avenida Santa Fé, que tem uma grande variedade de lojas com preços mais acessíveis!

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No final do dia fomos ao Casino Flotante, um cassino que fica dentro de dois barcos interligados em Puerto Madero. Tem varias mesas de jogos e slot machines distribuídos em 4 andares, além de um restaurante bem legal. Como é proibido fotografar dentro do cassino, só tenho foto do lado de fora.

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O passeio é bem interessante, adoramos! Amanhã tem post sobre nosso terceiro dia em Buenos Aires.



Guia de Viagens: Buenos Aires, Argentina – Dia 1 (Retiro + Obelisco + Casa Rosada + Abasto Shopping)

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Nosso primeiro dia em Buenos Aires foi de muita andança. Começamos no bairro do Retiro, pelo Palácio San Martin, onde hoje é o ministério de relações exteriores.

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Em seguida, andamos mais um pouco e chegamos no Monumento a los Caídos en Malvinas, um grande monumento formado por 25 placas de mármore negro, onde está escrito em cada placa o nome dos soldados que morreram na guerra das Malvinas.

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Em frente a este monumento, está a Torre Monumental de los Ingleses, uma torre de 75 metros de altura, com um grande relógio e 5 sinos em bronze em seu interior. Foi doada pelos residentes britânicos à República Argentina em 1916 para comemorar o centenário da Revolução de Mayo, e é uma espécie de réplica do Big Bem, monumento britânico. Acabamos não indo até a Plaza Fuerza Aérea Argentina, onde a torre está, fotografamos de dentro da Plaza de San Martin.

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A Plaza de San Martin foi palco de uma batalha importante das invasões britânicas em Buenos Aires, e é onde está um monumento em memória ao General San Martin, herói nacional da Argentina.

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Almoçamos no El Palacio de la Papa Frita (Avenida Corrientes 1612), um restaurante com uma das melhores batatas fritas que comi na vida (para vocês terem uma ideia, nossa viagem era curta mas fomos comer lá duas vezes!).

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De lá, seguimos para o Obelisco, monumento histórico da cidade erguido na Praça da República, em comemoração ao quarto centenário da fundação da cidade.

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Os últimos pontos do dia foram a Casa Rosada, sede da presidência da República Argentina, e o Banco Nacional da Argentina, que ficam na Plaza del Mayo, principal praça de Buenos Aires, que já foi palco de protestos e momentos importantes na história da Argentina desde a sua fundação, em 1580.

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O final do dia foi no Shopping Abasto, um shopping imenso, que era o antigo mercado municipal de Buenos Aires. Nós fomos para comer Mc Donald’s Kosher (produtos que obedecem às normas específicas da dieta judaica ortodoxa), e a praça de alimentação tem muitas opções.

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Amanhã tem outro post com o nosso segundo dia em Buenos Aires.



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